Na cultura popular são correntes as especulações sobre a existência de várias raças de seres alienígenas e até são nomeadas, i.e., haveria uma tipologia extraterrestre. Relatos sobre ocorrência de abduções são frequentemente divulgados e quase sempre com destaque nos médias. Os que afirmam terem sido abduzidos ou tido algum tipo de contato costumam descrever, às vezes, pormenorizadamente, os seres e o evento em si. Mas não existem provas científicas de que essas abduções realmente ocorram. O campo científico parece dividir-se: uns são totalmente céticos em relação a existência de vida inteligente fora do planeta Terra, mas existem aqueles que levantam a hipótese de que possa ocorrer, justificando, inclusive, programas governamentais que investem recursos exorbitantes na busca de informações: o Programa SETI desenvolvido pela NASA é um deles.

Alguns consideram não ser nem especulação “científica” mas pura “ficção científica”. Mas é, no mínimo, um dado sociológico relevante o fato de que uma parcela muito significativa da sociedade acredite na existência de seres extraterrestres, classifique-os, relatem contactos; da mesma forma que uma boa parcela da população acredita em seres mitológicos. Entretanto, não é tão simples assim. Estruturas diferenciadas de pensamento convivem dentro de um mesmo universo cultural as respostas para determinadas questões mudaram drasticamente. São inúmeras as crenças, e estas, dentro de uma mesma tradição cultural, apresentam, às vezes, muita diversidade, basta atentar para as dezenas, centenas, de denominações cristãs, ou das correntes que o islamismo apresenta. A Física moderna tem um discurso muito similar, por exemplo, ao das mais refinadas cosmologias religiosas. Explicar isto é um dos grandes desafios que percorrem o campo científico a partir das últimas décadas do século XX. Os livros de Fritjof Capra, físico teórico e escritor fizeram imenso sucesso.

Vida alienígena

Pioneer_plaque.svg_-300x238 Tipologia extraterrestreA ideia de que a vida poderia se desenvolver em outras partes do Universo remonta pelo menos à antiguidade. A evidência de vida extraterrestre, presente ou passada, tem sido um assunto ativo de pesquisas científicas desde a década de 1980, após uma primeira tentativa de busca de pistas pelas sondas espaciais do programa Viking enviadas ao solo do planeta Marte. em 1975. Desde o final da década de 1990, a NASA tem levado a cabo um programa de exploração espacial muito ativo com o objetivo de destacar sinais de vida em Marte, presentes ou fósseis: análise aprofundada do solo (astromobile Curiosity), pesquisa e identificação de fontes de metano, caracterização de ambientes favoráveis ​​à vida na história de Marte. Outras sondas espaciais identificaram ambientes que poderiam ser favoráveis ​​a formas de vida mais ou menos complexas: oceanos subterrâneos provavelmente presentes em Europa, satélite de Júpiter, e em Encélado, satélite de Saturno, atmosfera densa e complexa de Titã, também satélite de Saturno. No entanto, a descoberta de sinais de vida esbarra nas limitações impostas à massa dos instrumentos a bordo das sondas espaciais, o que limita as capacidades de análise. Uma missão de retorno de amostras a Marte, estudada, mas até agora sem financiamento, permitiria um avanço no campo. Esses diversos projetos deram origem a uma nova ciência, a exobiologia, que estuda de forma interdisciplinar os fatores e processos que levaram ao surgimento da vida, em geral, e à sua evolução. Muitos exoplanetas (planetas que giram em torno de outras estrelas) foram detetados durante a década de 2010 por instrumentos como o telescópio espacial Kepler. Progressos significativos nos instrumentos de deteção permitirão, nos próximos anos, identificar por espectrometria as atmosferas de exoplanetas que apresentem, quando apropriado, sinais de vida, como a presença de oxigénio. Raciocínio estatístico baseado em observações como a abundância de estrelas no Universo (400 bilhões apenas na Via Láctea), a idade de nossa galáxia (mais de dez bilhões de anos) ou o ritmo estonteante do progresso técnico na Terra nos últimos dois séculos, e em hipóteses como o princípio da mediocridade (o Sistema Solar tem uma configuração ordinária, o aparecimento da vida e depois da vida inteligente resultam de processos frequentemente encontrados) permite avançar a suposição de que a vida inteligente no Universo deve ser difundido, antigo e, portanto, visível. No entanto, até ao momento, nenhum elemento observável de vida extraterrestre foi identificado pela comunidade científica. Este paradoxo, formalizado por Fermi ainda antes do início da era espacial, poderia levar a um questionamento de várias das hipóteses levantadas (probabilidade do aparecimento de vida e/ou vida inteligente, constrangimentos devido ao ambiente, etc.).

Em sua Crítica da Razão Pura (1781), Kant escreve:

“Se fosse possível decidir isso por algum experimento, eu apostaria toda a minha fortuna que pelo menos um dos planetas que vemos é habitado. Portanto, não é apenas uma opinião, mas uma fé firme (em cuja exatidão arriscaria muitas vantagens da vida), o que me faz dizer que também existem habitantes em outros mundos. »

Classificação dos seres Extraterrestres

A Terra recebe interação constante de seres de dimensões paralelas, principalmente superiores, que interagem com dimensões inferiores justamente para acompanhar e ajudá-los em sua evolução. Nos estudos da Ufologia para científica, de muitas civilizações antigas e de alguns ramos da ciência moderna, a denominação extraterrestre é utilizada de forma geral para classificar todos os seres de dimensões paralelas ou externas à Terra. A interação com estas realidades mais amplas se faz através da perceção e identificação das frequências. Todos os seres desde o mineral até o mais subtil têm sua frequência, que é recebida por todos durante todo o tempo, porém não é percebida pelos seres humanos, pois sua atenção não está voltada para sinais tão subtis. Planetas e constelações de outras dimensões geralmente não são visíveis porque depende do grau de compatibilidade vibracional dos seres observadores com o planeta.

Classificação Quanto à Densidade de Matéria:

Cada tipo de Ser – extraterrestre ou não – apresenta uma diferente densidade material, que fica de acordo com a dimensão onde atua, e representando por consequência o seu grau evolutivo. Vale ressaltar que cada tipo de ser é de uma determinada dimensão, mas pode interagir em dimensões diferentes, tanto acima ou abaixo da sua (geralmente de 1 a 3 níveis abaixo e apenas 1 nível acima).

Planetário

Dimensão: 3ª.
Densidade: 90% matéria e 10% energia
Descrição: Fazem parte da 3ª dimensão, de planetas tridimensionais. Possuem formas semelhantes à humana ou não. Esta condição aplica-se aos seres humanos dimensionais (com descendência extraterrestre, e missão cósmica na Terra, mas vivendo sob a condição física de planetários na 3ª dimensão) e aos seres extraterrestres que vivem na Terra. Foram seres planetários, que caíram em Varginha, (trata-se da suposta captura de criaturas extraterrestres na cidade mineira de Varginha em 1996, envolvendo o Exército Brasileiro, através da Escola de Sargentos das Armas – EsSA, situada na cidade de Três Corações. A trama teria seu início na tarde de 20 de janeiro de 1996, quando três meninas avistaram uma criatura agachada junto a um muro. A trama envolve ainda a observação de OVNIs, a captura de uma criatura por bombeiros e de uma segunda por policiais militares, um dos quais, falecendo misteriosamente. Boatos sobre uma criatura vista no jardim zoológico, a movimentação de militares da EsSA pela cidade, envolvimento da UNICAMP e do governo do EUA fecham a trama) e em Roswell nos Estados Unidos, incidente mais conhecido.

Dimensional do público

Dimensão: 4ª
Densidade: 20% matéria e 80% energia
Descrição: Seres extraterrestres de diversas raças com missão cósmica. Dentre eles estão os 4 grupos que vieram à Terra com missão cósmica. Entre os dimensionais estão os Comandantes da Confederação Intergaláctica como Ashtar Sheran e Atarian. Estão da 4ª dimensão para cima. Na escala evolutiva, os seres dimensionais encontram-se entre a 1ª e 8ª subdimensões da 4ª dimensão, sendo que seres dos grupos extra e especial estão na 6a e 7a subdimensões da 4ª dimensão, mais próximos de Ashtar Sheran e, por isso, têm mais contato com ele.

Ultradimensional

Dimensão: 5ª (mas atuam em todas as dimensões)
Densidade: 100% energia
Descrição: Energias pensantes e inteligentes que sentem, agem e interagem com os seres humanos. Apresentam-se como pequenas bolas de luz transparentes do tamanho de uma laranja, que podem ser fotografadas e filmadas, principalmente através da energia ultravioleta dessas máquinas. Em seu centro possuem um núcleo, de onde emitem luzes de diferentes cores, conforme a vibração ou a mensagem que querem passar. Atuam no campo eletromagnético dos seres humanos e levam informações para os outros seres extraterrestres. Sua propagação luminosa pode chegar a um metro, mais ou menos, mas é tão subtil que a pessoa tem que estar num lugar 100% escuro e se piscar muito os olhos, não conseguirá enxergar. Deve-se fixar o olhar em determinado ponto e, sem piscar, pode-se ver alguns flashes muito rápidos. Os sintomas, quando eles entram nas pessoas, são: mãos esfriam ou ficam super aquecidas além do normal, corpo trémulo, coração acelerado, arrepios ou muito calor no corpo inteiro; as articulações ficam um pouco doloridas, durante um dia ou dois. Raramente as pessoas sentem sensação de desmaio, mas isto pode acontecer se a pessoa estiver com excesso de energia ou muito baixa imunidade.

Energético

Dimensão: 6ª
Densidade: 100% energia
Descrição: Com aparência e função semelhante aos ultradimensionais, mas com energia e vibração bem mais intensa. São 100% energia e aparecem na forma de bolas de energia, ou de luzes que podem se transformar numa imagem holográfica. Quando essas luzes circulam ao redor do corpo das pessoas e as tocam, há autocura instantânea.

Angelical

Dimensão: 7ª
Densidade: 97% energia e 3% ectoplasma
Descrição: Seres angelicais, de corpo extremamente subtil, com formação em parte de ectoplasma e altíssima frequência vibracional.
Enquanto a classificação acima se refere à linha evolutivo animal, há também a classificação para as linhas evolutivas de vegetais e animais:

Elemental

Dimensão: entre a 3ª e 4ª
Densidade: 95% energia e 5% de ectoplasma
Descrição: Seres de formas e tamanhos variados, em algumas vezes como bolas de energia densas. Representam as plantas, a terra, o ar, o fogo e a água. Tomam formas para proteger a natureza ou entrar em contato (gnomos, fadas-madrinhas, por exemplo).

Entiais

Dimensão: entre a 3ª e 4ª
Densidade: 92% energia e 8% de ectoplasma
Descrição: Seres em forma de grandes bolas de luz, de tamanho maior que os elementais. Já passaram pelo processo humano e, por isso, estão num padrão energético superior ao do homem. Integram o mundo dos elementais, mas não se confundem com eles.

Classificação Quanto ao Local de Atuação

Também é possível classificar os seres pelo local em que realizam a sua missão:

Extraterrestre

Aqueles que vivem em outros planetas, outras dimensões, que não são nascidos aqui. Eles trabalham a parte espacial. Preparam mundos paralelos ao nosso, outros planetas, levando matéria-prima daqui (terra, plantas, animais, etc.) para que as pessoas mais tarde, quando forem habitar esses planetas (dependendo das mudanças daqui), possam ter uma melhor adaptação. Em resumo, eles trabalham a parte da superfície e a parte espacial nossa.

Intraterrenos

São seres extraterrestres vindos da parte intraterrena de Marte, têm a missão de trabalhar a parte interior da Terra, adaptando galerias para que futuramente a própria humanidade, despreparada, se proteja de alguns acontecimentos como terremotos e maremotos. Têm a tarefa de trabalhar para construir 7 cidades sagradas, no subsolo, para mais tarde serem habitadas. As raças de intraterrenos existentes na Terra são: Betamix (medem de 4 a 6 metros de altura. Têm pelos na face e não tem orelhas), Tot (medem em média 2,20 metros, seus braços e pés são grandes, desproporcionais em relação ao seu tamanho) e Laquim (medem de 20 cm a 1,50 m de altura.
Possuem o corpo coberto com um pelo ralo, tendo só os olhos e a boca descobertos). A partir do momento que começou o trabalho dos intraterrenos na superfície, tudo lá embaixo está pronto. Eles vão somente trabalhar as pessoas para esse conhecimento. Se fosse possível reunir todo o conhecimento de todos os intelectuais do Planeta, este não seria superior a 10% do que sabem as crianças de algumas raças intraterrenas.
Estes seres não têm condições de suportar a luz do sol e por isso são geralmente contatados à noite. Não conseguem enxergar durante o dia e, se tentarem, podem queimar a retina e ficar cegos. Por isso foram selecionados para trabalhar o interior da Terra. Possuem vibração diferente dos seres extraterrestres em geral.

Intrateaquatico

São os que trabalham a parte aquática, tanto nos oceanos como em rios e lagos. Constroem cidades subaquáticas para serem habitadas pelos seres humanos que não estiverem preparados para as mudanças da Terra. Conseguem ficar sem respirar oxigénio por 8 horas debaixo de água. Com altura média de 2m, os seres reptilianos possuem estrutura física semelhante à nossa, exceto cabeça e orelhas, que são diferentes.
Pela tecnologia que possuem, receberam a missão de construir 7 bases nas águas, para mais tarde serem habitadas por aproximadamente 1 milhão de pessoas em cada base. Em 1998 encerraram o trabalho na penúltima base, em Angra dos Reis, num portal pouco menor que o do Triângulo das Bermudas e em 1999-2000 encerraram a construção da última base em Santos. Essas bases são conhecidas pela Marinha do Brasil, que já identificou corpos metálicos na profundeza das águas através do sonar. São seres que raramente visitam a superfície terrestre, mas já foram vistos por algumas pessoas. Às vezes manifestam-se holograficamente.

Classificação Quanto à Raça

cloudballPrint-300x203 Tipologia extraterrestre
O Sistema Solar é único no universo?

Existem milhares de raças extraterrestres no universo. Porém, apenas 49 raças pertencem a Confederação Intergaláctica, que rege as Leis de Interação para os seres de planetas densos, como é o caso da Terra.

Os seres extraterrestres das 49 raças vêm dos pontos mais distintos do Universo, atuando para reforçar o crescimento e evolução dos seres das dimensões. Todos os dimensionais na Terra, em fato, são descendentes das 49 raças. Alguns estão em planetas do nosso Sistema Solar, outros em planetas de sistemas externos. Alguns estão em outras constelações. Muitos destes não são visíveis, não só pela distância, mas porque estão em dimensões diferentes. Em sua forma original, os seres dessas 49 raças têm a mesma aparência humanoide dos seres humanos, com algumas características diferentes. Os dimensionais na Terra são descendentes dessas raças, e há ainda entre eles os representantes de raças. A preocupação das 49 raças extraterrestres com o bem estar da humanidade tem um motivo – parte da humanidade tem origem de fora da Terra, tem descendência extraterrestre. E a presença mais relevante destas raças na Terra ocorre a cada 5.125, que é o período de tempo necessário para a evolução de uma civilização (fechamento de um ciclo), o que está ocorrendo neste momento. Portanto, as 49 raças estão aqui agora, para que de forma mais presente possam colaborar com os seres humanos. Entretanto, a presença extraterrestre na Terra já acontece a milhares de anos, quando deixou como legado construções e conhecimentos de um modo geral – mas, especialmente deixando conhecimentos relacionados à astronomia e à agricultura, transmitidos às civilizações antigas, como a dos egípcios, dos maias, dos incas, entre outros.

Também existe uma raça humanoide extraterrestre, que não se assemelha na aparência ao ser humano, que possui tecnologia mais avançada à humana e que colabora com governos de alguns países desenvolvidos para que estes dominem através de tecnologias a Terra, usando destas para interferir em quase todas as esferas da atividade humana. E, por causa destes seres é propagada intencionalmente a ideia, que os seres extraterrestres de um modo geral são nocivos aos seres humanos e a este planeta. Os seres das quarenta e nove raças que utilizam de “tecnologias” associadas ao seu poder (energia) mental, são muitíssimo mais avançados, não tendo muitas vezes a necessidade de usar da energia do átomo, que os seres desta outra raça dela mais comummente utilizam. Recentemente aconteceu o boom tecnológico (a partir de 1950) com repentinas descobertas que favoreceram o desenvolvimento da tecnologia humana após a queda de um óvni em Roswell, no ano de 1947, no Estado do Novo México/USA. Destroços deste aparelho extraterrestre foram analisados em alguns lugares do planeta e com eles realizou-se a engenharia reversa, que é a técnica que se inicia com o fornecimento de uma amostra para digitalização e assim obter as especificações necessárias para a reprodução ou aprimoramento do produto desejado ou para se desenvolver novas tecnologias. Então, tudo leva crer, que foi a partir da queda deste óvni e com o uso da engenharia reversa, que aconteceu o impressionante salto tecnológico no mundo. Noventa e nove por cento dos pilotos de aeronaves comerciais (e também muitos pilotos de aeronaves militares) já tiveram experiência com avistamento de objetos não identificados, porém não relatam por temor de serem desqualificados ou ridicularizados. Por diversas vezes estes pilotos em seus trajetos aéreos são acompanhados por luzes coloridas e Brilhantes.

49 Raças de extraterrestres?

1. Águia; 2. Aldebaram; 3. Altair;

4. Andrómeda realizam feitos psicosinéticos e são bons de coração;

5. Antares realizam energização. Juntos com os seres da Constelação de Capela, programam a regeneração celular e a auto-cura (programam a cura da humanidade). Tiveram influência na civilização egípcia;

6. Aquárius são muito calmos e compreensivos;

7. Arcturos têm facilidade com artes, música (sua energia funciona como terapia tanto emocional, mental, como espiritual para a humanidade) e são bons para captar pensamentos;

8. Baporu originam de um local que se mostra como uma grande luz perto de Sírius. Futuramente serão identificado pela NASA como L5937.17;

9. Cão Maior;

10. Capela realizam energização e têm compatibilidade vibratória com o “planeta chupão”;

11. Capricórnio lidam com o extra-físico (mentalização, projeção mental), programam a regeneração celular, a auto-cura (programam a cura da humanidade). Ativam o lado direito do cérebro que normalmente não é muito usado (despertam faculdades mentais; evolução interior do ser humano). Ativam energias adormecidas contidas em algumas células cerebrais que não estão em atividade. São muito evoluídos espiritualmente. Trabalham a cura, principalmente as pessoas que estão em estado de coma. São seres de 3a dimensão, físicos como os seres humanos. Têm entre 2,5 à 3 metros de altura. São muito amorosos e possuem 4 dedos;

12. CEF são uma civilização responsável pela alimentação dos planetas que visitam . Trouxeram para a Terra a abelha, o arroz, o milho, etc.

13. Chavi são responsáveis pelas ondas sonoras universais, principalmente através de construções escalonadas. Obs.: A forma escalonada da Pirâmide de kukulkan em Chichén-Itzá conduzia as ondas sonoras por um sistema de ressonância;

14. Conet são responsáveis pela topografia geral dos mundos físicos, inclusive têm como obrigação deixar inscrições com mensagens sobre a vida e tecnologia, etc., gravadas em pedras ou em artefatos em vários pontos do mundo. Construíram muralhas e templos, entre outras construções. Deixaram mapas com coordenadas de pontos que possam ser vistos do céu;

15. Etéria têm a missão de criar organizações para resgatar aqueles que tiverem chance de serem conscientizados. Orientam, dando condições para que as raças inferiores consigam evoluir, atingir a transmutação e brilhar no caminho de luz. (Planeta de origem de Ashtar Sheran);

16. Fénix; 17. Fit;

18. Ganímedes são determinados, alcançando objetivos quando querem;

19. Gémus fazem a união de planetas da 3ª dimensão com outros universos. Com eles acontece o ponto de retorno após a evolução das raças. Traçaram a malha magnética da Terra, identificando os portais, ou seja, os pontos ou vórtices de energia para voltar de onde vieram ou para visitar outros mundos. São seres de 3a dimensão que interagem na 4a (como Vénus), possuem uma tecnologia espantosa, já estão quase transmutando, já não morrem mais de doenças e não envelhecem. A única diferença física deles em relação aos seres humanos são as pupilas de seus olhos na vertical. Já dominam a energia vibracional e possuem unhas esbranquiçadas. Sua frequência mental é de 27 à 42 ciclos/segundos. Estes seres têm ligação com a Lemúria. A intenção deles é estar no meio dos seres humanos para que estes possam usufruir dos seus benefícios. A “Nave de Gémus” está surgindo cada vez mais próxima. Eles estão desde abril de 2005 presentes na Terra.

1 – Observação: A “Nave de Gémus” emite um brilho duas vezes maior que Siriús, que é a estrela mais brilhante no céu. Ela aparece no céu movimentando rapidamente e vai aumentando o seu volume de luz e ficando imensa, para depois ir diminuindo, diminuindo até sumir. Ela também altera o DNA o dimensional (a sua genética) trabalhando com frequências de luz, independente de ele estar vendo-a ou não, entretanto os planetários não têm este benefício. Ela pode ser vista em qualquer parte do planeta e também à luz do dia. Ela fica a uma distância de pelo menos 20 mil metros de altura.

2 – Observação: A “Nave de Gémus” (diferentemente da “Nave do GNA”, que pisca, joga flashes e está inteiramente relacionada ao GNA) veio para ajudar o ser humano interagir com os universos paralelos. Ela “joga” para a pessoa a holografia de várias situações da sua vida, projetando-a em uma árvore, quando também os elementais ajudam. Estes seres interagem ainda na memória cósmica da pessoa, para que ela veja aquilo que mais teme projetada para ela, no intuito de trabalhá-la. Projetam imagens do seu passado/presente/futuro – tudo que ela quiser ver ou estiver compatível para ver;

20. Humos possuem personalidade muito autoritária e são muito inteligentes;

21. Kakim estão sempre presentes nas expedições realizadas pelo homem em busca do seu passado;

22. Kimias são responsáveis pelo “o semear” de vidas e têm missão de promover e garantir aos recém nascidos (especiais) ou durante a gestação, a ativação e o direcionamento de suas habilidades extrassensoriais;

23. Kitãs são responsáveis por veículos voadores. Muitos nativos baseando-se em suas aeronaves as desenharam em cavernas e até fizeram artefatos com a sua forma. Este sistema será conhecido no futuro como MSG15385/9;

24. Leão; 25. Lira;

26. Manú estão sempre presentes nas expedições realizadas pelo homem em busca do seu passado;

27. Nebal;

28. Nitaa passam a mensagem sobre acontecimentos futuros geográficos, naturais, hecatombes;

29. Om; 30. Omega;

31. Órfus são bons para ativar implantes, promover cura, desenvolver GNA e reciclar a energia. Têm de 2,5 m a 3 m de altura;

32. Órion são cientistas do espaço. Programam contato, preparando o campo vibracional das pessoas para um contato futuro. São ótimos para cura, telepatia, responsáveis pela ativação dos contatos extrafísicos, pelas experiências de saída do corpo e pela ativação de implantes através da GNA (implantes físicos, energéticos e extra-físicos. Possuem 6 dedos e têm 1,5 m;

33. Otuno possuem a missão de estudar e controlar os infinitos feixes de luz emitidos por qualquer astro em benefício de civilizações;

34. Pégasus são a segunda inteligência do Universo. Trabalham a cura. São ótimos telepatas e fazem previsões sobre o planeta. São ótimos também em tecnologia de aparelhos para doenças, até mesmo para meios de locomoção para ajudar a humanidade. São ainda peritos em informar, projetar e fazer contatos e implantes extrafísicos. Foram umas das 5 primeiras raças a chegar na Terra. Deu origem a raça negra. Ajudam os mundos em dificuldades, mas escolhem as raças que serão auxiliadas.

1 – Observação: Em Pégasus onde existe uma tecnologia bastante avançada, estes seres vivenciam de um modo muito aberto, mas são muito tímidos e ao mesmo tempo amorosos. Por eles serem uma raça muito pacífica (são pacificadores) foram explorados por outras raças mais belicosas, foram escravizados (o mesmo que “por ressonância” ocorreu com os seus descendentes na Terra). Tem de 2,5 m a 3 m de altura.

2 – Observação: Os seres intraterrenos, são originados de um planeta que não existe mais, de uma Constelação vizinha a Pégasus pelos parâmetros cósmicos. O Planeta de origem deles explodiu, fazendo-os então, que antes abrigassem no Sistema de Pégasus. Como este Sistema é gigantesco, não foi difícil ali se instalarem e sobreviverem.

3 – Observação: Quando se menciona que os intraterrenos são originados de Pegasus . é para uma melhor identificação, mas de fato eles se originam de um ponto (constelação) próximo deste gigantesco Sistema.

35. Perseu;

36. Piasis possuem profundo conhecimento sobre as águas. Trabalham em parceria com os reptilianos de Pégasus na construção de bases subaquáticas da Terra e de outros planetas. Seu trabalho inicial aconteceu onde hoje é a Amazónia;

37. Plêiades possuem criatividade (habilidade) para tecnologia, mensagens telepáticas, estabilizar as pessoas e dar origem uma nova raça. Já conseguem entrar na frequência mental dos seres humanos (conseguem influenciá-los mentalmente). Possuem 3 dedos;

38. Salon;

39. Siriús passaram para os maias, incas e egípcios métodos de dar à cabeça da criança o formato semelhante ao do ovo, para que tivesse mais espaço para a sua pituitária e a sua pineal desenvolverem, proporcionando-a possibilidade de desenvolver melhor as suas habilidades extrassensoriais (mediunidade, intuição e 3a visão, etc.);

40. Sistema Solar são “de espírito novo” e o seu ponto de origem é a Terra;

41. Tailo são responsáveis pelas comunicações, códigos e senhas de todos os Universos;

42. Taus são disseminadores e treinadores, professores daqueles que controlam o átomo (energia atómica, nuclear, etc);

43. Tilo serão futuramente descobertos pela NASA como Nebulosa MC 14-172730;

44. Tinus são responsáveis pela inseminação através da projeção do gameta masculino por um feixe de luz, que utiliza processos técnico-químicos. Neste processo totalmente protegido a micro ovulação acontece somente em casais com missão específica (que tenham alguma deficiência física, tanto no homem quanto na mulher), para que a criança a ser gerada tenha habilidades especiais. Obs.: Foi por esse processo que Sara e outras mulheres que constam na bíblia passaram;

45. Tnobi são responsáveis pela magia do homem através de seu controle e evolução mentais e também do desenvolvimento de suas faculdades extrassensoriais;

46. Tótimus são responsáveis pelos corpos celestes siderais (cometa, meteoros, bolas de plasma, etc) e até mesmo por fenómenos atmosféricos (fazem proteção contra nossas experiências nucleares);

47. Unicórnio;

48. Utir são criadores dos seres humanos e de outras tipologias: “Façamos o homem à nossa imagem, com à nossa semelhança”… `Génesis 1,26”;

49. Vénus são da 4a dimensão. Ajudam ao ser humano desenvolver as suas habilidades paranormais de efeitos físicos e de interação na 4a dimensão.

Estas Raças pertencentes a um Conselho Galáctico foram enviadas à Terra. Conselho que foi criado pela necessidade auxiliar na sobrevivência de civilizações que não conseguem manter foco na paz e na convivência pacifica. O processo evolutivo esteve e continua sendo uma constante em todas as formas de vida. Na atualidade existem milhões de mundos que estão ainda em um estado mais imaturo de evolução. Neste momento a humanidade já está um pouco mais apta conhecer sobre sua herança genética e seus verdadeiros ancestrais, tidos ainda como deuses de um passado mitológico. As raças humanoides que visitam o Sistema Solar são mais de 127, mas só 49 raças é que estão unidas no propósito de auxiliar a humanidade no caminho de sua evolução, com cada uma delas despenhando neste sentido uma função específica.

Os Seres da Confederação Intergalatica

Começando pelas raças de seres extraterrestres.

Felinos

Eles são seres altos, com cabelos vermelho-dourado e, normalmente, olhos castanhos ou verde-dourado. Os Felinos são seres poderosos, altamente evoluídos, amorosos, gentis e de natureza benevolente. Eles nunca tomam partido em qualquer guerra, pois já completaram as lições de integração das polaridades e Amor Incondicional. Eles também cuidam das almas que sofreram severos danos emocionais nas encarnações e que são enviadas aos Felinos para serem tratadas depois da morte. Os Felinos vivem na 6ª dimensão para executar o trabalho deles, embora sejam seres de dimensões mais elevadas. A 6ª dimensão é a dimensão da criação, onde a energia torna-se física. Os Felinos trabalham muito unidos com as Hierarquias Espirituais dos diferentes planetas e galáxias em nosso universo. Quando é decidido que uma alma-grupo precisa de um planeta e um veículo físico para encarnação, são os Felinos que são nomeados para a tarefa de preparar o planeta e criar os corpos. Houve tempos em que eles também criavam planetas. As esfinges encontradas ao redor do mundo são uma lembrança da existência e do envolvimento deles. Você alguma vez se perguntou por que o leão é o rei da selva, embora ele não seja o maior? Os Felinos deixaram os leões e todos os gatos para serem os transmissores de informação para Sírius A. Os leões em particular, foram transformados em reis da selva para que eles não fossem dizimados e pudessem, então, continuar sendo transmissores de informação ao longo dos muitos milhares de anos que a Terra e os seres humanos precisariam para completar o Plano Divino deles. Os Gatos são o vínculo de informação entre a 3a. e a 6a. dimensão. Muitos de vocês sabem que frequentemente os reis e rainhas tinham um gato de algum tipo como companheiro constante. Antigamente os Faraós do Egito eram guiados pelos Felinos através dos seus gatos. Se você vê alguém que tem o que vocês chamam de “olhos de gato”, isto provavelmente é porque eles são parcialmente de origem Felina. Os Felinos são aqueles que muitos de vocês chamam de seres-leão. Eles são de um universo que já se completou. Chegaram em nossa galáxia quando ela estava sendo construída. Foram convidados pelos Construtores e pela Hierarquia Espiritual Universal para serem os mestres geneticistas do nosso universo. Eles residem em uma estrela na constelação de Sírius conhecida como Sírius A e não devem ser confundidos com os Humanos que colonizaram Sírius B. Eles viviam em Sírius A muito tempo antes dos Humanos de Lyra chegarem. Há três estrelas no Sistema Estelar de Sírius: Sírius A, Sírius B, e Sírius C. Sírius B foi a primeira estrela e, quando implodiu, criou Sírius A e C. Quando os primeiros humanos chegaram em Sírius B, vindos de sua residência temporária nas colónias humanas do Sistema Veganiano da constelação de Lyra, receberam muita ajuda dos Felinos. Sírius C é atualmente usado para armazenar materiais e suprimentos. Tiamat (antiga Terra) também foi criado da implosão de Sírius B, assim como Nibiru. Quando se decidiu criar uma Força Estelar, este gigantesco pedaço de rocha que flutuava no espaço perto das Plêiades foi localizado por nossos antepassados e foi transformado em uma Força Estelar/planeta. Os Felinos são os mestres geneticistas de nosso universo, como eram também deles mesmos. Eles criaram todas as formas de vida nos planetas e estrelas em nosso universo. Isto inclui vegetação, animais, e os veículos físicos que as almas usam para sua encarnação.

Sirianos

Grupo que trabalha desde o plano da 3ª a 6ª dimensão de consciência, representado por mais de 20 grupos distintos provenientes da constelação do Cão Menor, onde está localizado Sírius. Também fazem a sua participação de bloqueio orbital do Sistema Solar, frente aos grupos opositores do atual processo de julgamento e análise das questões cármicas extraplanetárias, que está sendo instaurado pelo Conselho Cármico, junto com outros conselhos externos de Orvotón. Os grupos de Sírius são compostos não apenas por humanos, mas também por outras formas de vida que não têm correlação com as encontradas na Terra e outras ligadas à energia dos cetáceos, onde fazem um Resgate direto das formas de vida animal e vegetal do planeta. Possuem grandes centros de bonatina e fazem a correlação dos registos quânticos dessas formas de vida a serem também inseridas no Resgate atual, e no Resgate temporal das espécies extintas na Terra. Alguns dos grupos de Sírius fazem contato via canalização com humanos na tentativa de ajudar no despertar de consciência. Este grupo possui grandes naves para a operação Resgate, tanto para as acomodações das pessoas físicas que serão colocadas a bordo, como para aquelas no plano astral.

Centaurus

A Grande União Estelar de Centaurus.

Aceite na Federação Galáctica há: 1,1 milhões de anos atrás.
Localização: A Constelação de Centaurus está localizada entre as constelações de Lupus e Vela. É mais conhecido por sua estrela mais brilhante, o sistema estelar triplo de Alpha Centauri (também conhecido como Rigel Kentaurus). Uma de suas estrelas triplas, a Proximi Ceuntauri, é a mais próxima conhecida da Terra.
Distância da Terra: 4,3 anos luz.
Tipo de Forma de Vida: Uma espécie humanoide e outra reptoide.
Aspecto Físico: O Centauriano humanoide se assemelha muito aos humanos que se encontram hoje na Terra. O macho é muito musculoso e bem proporcionado, com cabelo loiro, castanho, negro ou vermelho. Os olhos são de forma ligeiramente asiática e de cor castanho, negro, azul, verde ou cor amendoa. Na altura os machos variam desde 1.8 a2.4 metros. A cor de sua pele pode variar entre o castanho escuro a uma cor branca ligeiramente bronzeada. A fêmea também é bem proporcionada, mas menos musculosa, e chega a uma altura de 1.65 a2.1 metros. O Centauriano reptoide tem um corpo muito musculoso, escamoso, similar ao lagarto. A cor de sua pele encontra-se entre o verde e azul, ou vermelho e verde. As mãos são mais estreitas que as de um humano e contêm seis dedos que terminam em uma garra curvada afiada como navalha. Os olhos são arredondados e protuberantes, com a ranhura vertical e de uma cor vermelha brilhante ou dourada. Não há cauda, mas os pés têm cinco dedos largos terminando na mesma garra curvada. A fêmea, de menos de 2,4 metros, é ligeiramente mais alta.
Traços Especiais e Habilidades: Os Centaurianos são conhecidos por suas habilidades de grandes estrategistas e Conselheiros de Relações da Federação. Eles se destacam por reunir grupos de diversos seres sencientes e por atingir suas metas de uma maneira muito pacífica e harmoniosa.
Horas de sono: 2 a 4 horas.
Linguagem: A linguagem humanoide é bastante gutural como o alemão, mas de tonalidade parecida ao chinês. A linguagem reptoide é extremamente gutural e cheias de sons que são difíceis de reproduzir pela maioria dos humanos.
Nave-Mãe e Outras Naves: Os Centaurianos têm dois tipos de naves visíveis nos céus da Terra. A primeira nave é uma nave-exploradora para muitos fins. Tem a forma de sino, com uma grande asa circular em sua parte inferior. Tem 14 metros de diâmetro e perto de 9,1 metros de altura. A segunda é uma nave-comando, em forma de charuto, com uma pequena protuberância em seu meio, com um comprimento de mais de 60 metros.

Taucetianos

Nação Estelar de TAU CETI
Membro da Federação Galáctica.
Nome do membro: Nação Estelar de Tau Ceti.
Aceite na Federação Galáctica: Há quase 2.5 milhões de anos. Os habitantes originais são mamíferos similares aos ursos e permitiram que uma colônia humana da Constelação de Hércules se estabelecesse no quarto planeta de seu sistema, há 2.4 milhões de anos atrás.
Localização: Estrela mais próxima à Terra na Constelação da Baleia.
Distância da Terra: Aproximadamente 11.8 anos luz.
Tipo de Forma de Vida: Os habitantes sencientes são humanoides galácticos semelhantes a um urso.
Aspecto Físico: Esses humanoides galácticos se parecem muito aos humanos da Constelação de Hércules. Três cores de pele predominantes: marrom (incluindo um tom acobreado), vermelho e verde (claro e escuro). Os humanos de pele castanha têm um cabelo castanho claro a acobreado, ou cabelo negro a vermelho-alaranjado. Os olhos ficam entre verdes e azuis e castanhos ou cinzas. Os machos são muito bem proporcionados e de 2.13 a 2.59 metros de altura. As mulheres chegam a uma altura de 1.98 a 2.40 metros. Os humanos de pele verde têm cabelo verde claro a loiro ou cabelo castanho com verde, olhos avelã ou azul resistente, e têm a mesma altura relativa que os humanos de pele castanha. Os humanos de pele-vermelha têm cabelo vermelho, laranja ou loiro com vermelho, olhos castanho ou azul escuro, e também são da mesma altura que os outros dois tipos descritos. Em todos os casos as mulheres são bastante gordinhas.

Bellatricianos

Nação Estelar de BELLATRIX

Nome: Nação Estelar Bellatrix. Membro anterior da Liga de Orion e das Centrais deste setor da antiga Aliança.
Aceito na Federação Galáctica: Há mais de 3 anos.
Localização: Uma das estrelas mais brilhantes na Constelação de Orion; é a estrela brilhante justo à direita e acima do Cinturão de Orion.
Distância da Terra: 112.5 Anos Luz.
Formas de vida: A espécie principal é um híbrido Dinoide-Reptoide. Imigraram da Constelação de Sagitário há 25 milhões de anos atrás.
Aspeto Físico: Muito escamoso e ossudo. A parte superior da cabeça está rodeada por uma grande crista ossuda. Grandes olhos vermelhos e amarelo opaco (que se assemelham aos dos répteis da Terra) que estão localizados acima de um nariz muito pequeno. A boca tem lábios finos que vão de um lado da cabeça ao outro. Os ouvidos não existem: o único sinal deles é um pequeno círculo de cada lado da cabeça e justo detrás dos olhos. A pele é escamosa como a de um crocodilo, e é de cor verde, amarela, castanho e vermelho. Uma pequena crista ossuda corre pelo meio das costas e se conecta com a crista mais larga sobre a cabeça. Este ser é bípede. Mãos largas com seis dedos largos em forma de garras. Os pés têm cinco dedos terminando em pequenas garras muito afiadas. Uma pequena cauda, como a de um crocodilo que chega até os pés. O macho é mais baixo que a fêmea. O macho chega a 2.44 a3 metros e as fêmeas a 2.6 a 3.12 de altura.
Características Especiais e Habilidades: São notáveis por suas grandes habilidades diplomáticas e de liderança. Nos últimos seis milhões de anos estão a cargo de todas as antigas forças da Aliança neste setor da Galáxia da Via Láctea.
Sono: 5 a 8 horas.
Linguagem: Muito rouco e gutural; cheio de profundos sons de grunhido e sibilos.
Naves-mães e outras Naves: Naves exploradoras com a forma de gotas e escaravelhos, que variam entre 30,5 a122 metros de comprimento. As naves-mãe alcançam de 1.6 a6.40 quilómetros de comprimento e se parecem com grandes batráquios.

Mintakanos

Nação Estelar MINTAKA (anteriormente ela fazia parte da Liga de Orion).
Aceite na Federação Galáctica: Há 4 anos
Localização: Uma das três famosas estrelas brilhantes no famoso Cinturão de Orion (As outras duas são AlNitak e AlNilam)
Distância da Terra: 233 Anos Luz.
Tipo de Forma de Vida: Predomina a espécie Anfíbia; há uns poucos Reptóides e híbridos Dinóides que vivem entre eles.
Aspecto Físico: Em muitas formas os Mintakanos se parecem com as rãs e os sapos da Terra. Entretanto há algumas diferenças maiores. São de estatura bípede. Sua pele é suave e sem cabelos, sendo notáveis por suas cores iridescentes, que variam do vermelho brilhante, laranja e verde, ao amarelo e castanho. Ao contrário dos anfíbios da Terra, seus olhos não são protuberantes, e sim, bastante grandes, ‘envolventes’ e de um vermelho brilhante, laranja ou de cor verde amarelada. O nariz consiste de duas pequenas ranhuras sobre um par de lábios muito finos. A boca, quando está aberta, é muito grande e bastante similar à do sapo. Os ouvidos são dois pequenos círculos redondos de cada lado da cabeça. A cabeça é grande e aparentemente desproporcional ao resto do corpo, enquanto que a nuca parece ser inexistente. O corpo, braços e pernas são muito musculosos. Os dedos do pé e das mãos são largos, magros, e em um número de quatro: os dedos do pé têm pequenas garras. Os machos, levemente menores que as fêmeas, medem entre 2,13 a 2,44 metros de altura. As fêmeas ligeiramente maiores, atingem de 2,29 a 2,59 metros de altura. Os Mintakanos também são notáveis por uma série de três pequenas protuberâncias, magras e interconectadas que correm por suas costas e terminam na ponta de suas cabeças. Características Especiais e Habilidades: São notáveis por sua grande perícia em psicologia, como também em métodos de manipulação da mente. Têm um grande conhecimento científico e vastas livrarias de sabedoria interna que datam de mais de 15 milhões de anos.

Pleidianos

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Hipotética reconstrução de Semjase, a extraterrestre «nórdica» mencionada por Billy Meier (n. 1937).

Na ufologia, pleidianos, ou alienígenas nórdicos, são extraterrestres humanoides que supostamente vêm das Plêiades e que se assemelham aos nórdicos-escandinavos. Professos contatados os descrevem tendo cerca de dois metros, com longos cabelos loiros, olhos azuis, e pele clara. O ufologista George Adamski é considerado um dos primeiros a alegar contato com alienígenas nórdicos em meados da década de 1950, e estudiosos observam que a mitologia da visitação extraterrestre de seres com características descritas como arianas frequentemente inclui alegações de telepatia, benevolência e beleza física. Faz parte do arcabouço terminológico dos ufólogos.

O historiador cultural David J. Skal escreveu que as primeiras histórias de alienígenas do tipo nórdico podem ter sido parcialmente inspiradas no filme de 1951 O Dia em que a Terra Parou, no qual um extraterrestre chega à Terra para alertar a humanidade sobre os perigos das armas atómicas. A professora do Bates College, Stephanie Kelley-Romano, descreveu as crenças de abdução por alienígenas como “um mito vivo”, e observa que, entre os crentes, os alienígenas nórdicos “são frequentemente associados ao crescimento espiritual e ao amor e agem como protetores para os experimentadores.” Na literatura de contatados e de ufologia, os alienígenas nórdicos são frequentemente descritos como seres benevolentes ou mesmo “mágicos” que desejam observar e se comunicar com os humanos e estão preocupados com o meio ambiente da Terra ou com as perspectivas de paz mundial. Os crentes também atribuem poderes telepáticos aos alienígenas nórdicos, e os descrevem como “paternos, vigilantes, sorridentes, afetuosos e juvenis”. Durante a década de 1950, muitos contatados, especialmente aqueles na Europa, alegaram ter encontrado seres que se encaixam nessa descrição. Tais afirmações se tornaram relativamente menos comuns nas décadas subsequentes, conforme o alienígena cinza suplantou o nórdico na maioria dos relatos de encontros extraterrestres. Com o tempo, a ideia dos pleiadianos se popularizou até se misturar com as crenças Nova Era formando uma religião ufológica. É geralmente aceite por crentes nestas histórias que os pleiadianos são parte da suposta organização galáctica, inimigos dos reptilianos, e seguidores de uma doutrina religiosa panteísta, vegetariana e com matrizes Nova Era.

Irmãos estelares da Constelação das Pleiades, que está acerca de 45 anos-luz da Terra. Esse grupo de pessoas vive em geral na 5ª dimensão de consciência e é representado por diversos grupos distintos, todos aparentados com a nossa forma humana, sendo em geral caucasianos, muito belos e amorosos, amantes da arte, em todas as suas formas, principalmente a música. Esses irmãos estão direcionando o Portal 12:12, que estabelece um mínimo de 63% de energia cármica transmutada em luz, para que as pessoas possam acessá-lo. Esse grupo das Pleiades está subdividido em 3 grupos iniciais e 13 grupos raciais internos que ajudam no Resgate, através de distintas tarefas, que vão desde proteção orbital, limpeza magnética, desativação dos armamentos orbitais da Terra, sustentação do Portal 12:12 e dos pontos de ancoragem da energia conhecida como cinturão de Fótons, que é uma outra extensão da atual projeção dos 22 Raios de Alfa & Ómega, que estão chegando à Terra. Esse cinturão de fótons tem relação com outras tarefas desse grupo no que diz respeito à alteração orbital do Sistema Solar. Donos de uma elevada tecnologia, são seres ligados à hierarquia do Comandante Jeová. Sua participação em alguns casos pode ser feita no plano físico através de comandos avançados que, por diversas vezes, já estiveram na Terra recentemente. Outros são efetuados através da canalização e trabalhos de cura junto com outros grupos estelares. O trabalho desses grupos também está direcionado para ajuda psíquica e estudos das distintas atuações dos corpos subtis da humanidade nos diversos campos em que cada um atua, para com isso desenvolver um programa ativo do Resgate nos pontos mais externos da órbita de cada corpo humano dentro das manifestações da 4ª dimensão em que cada humano trabalha. Este trabalho está diretamente ligado a muitos outros grupos, através de uma rede neural de computadores onde se registam todas as informações referentes aos pontos estratégicos do Resgate, a ser efetuado quando o momento crítico chegar.

Alegações

  • George Adamski afirmou que foi contatado por alienígenas nórdicos em seus livros Flying Saucers Have Landed e Inside the Space Ships.
  • Howard Menger [en] afirmou ter contato com alienígenas nórdicos em seus livros, como From Outer Space to You
  • Travis Walton afirmou ter contato com alienígenas nórdicos em seu livro The Walton Experience.
  • Billy Meier afirmou ter sido contatado por pleiadianos.

Reptilianos

Female_clay_figurine_-_Ubaid_period_-_Ur_-_ME_122872 Tipologia extraterrestre
Estatueta reptiliana do período Obeid, Ur (Mesopotâmia), atual Iraque.

Também chamados de reptoids, povo lagarto, reptiloids, saurians e Draconians, são supostos humanoides reptilianos que desempenham um papel proeminente na fantasia, ficção científica, ufologia e teorias da conspiração. A ideia dos reptilianos foi popularizada por David Icke, um teórico da conspiração que afirma que alienígenas reptilianos que alteram de forma controlam a Terra assumindo a forma humana e ganhando poder político para manipular as sociedades humanas. Icke afirmou em várias ocasiões que muitos dos líderes mundiais são ou estão possuídos pelos chamados reptilianos. Um experimento mental lançado em 1982 pelo paleontólogo Dale Russell, baseado em sua descoberta do primeiro crânio de stenonychosaurus2, evoca répteis humanóides, também chamados de “dinossauros”. De acordo com essa ideia, a espécie dominante no planeta Terra teria sido uma evolução dos dinossauros, e não humanos (mamíferos), se os dinossauros não-aviários (entre outros) não tivessem morrido durante a crise do K-T3. Entre estatuetas de terracota que datam de 4.500 a 5.500 aC., pertencentes à cultura de Obeïd e encontrados em Ur (Iraque) entre 1919 e 1922 durante as escavações arqueológicas realizadas por Henry Hall, alguns são representados com uma “cabeça de lagarto”. Alguns autores como David Icke partidários da teoria da conspiração ou adeptos da teoria dos Antigos Astronautas (Anunnaki) confiam, entre outras coisas, na existência dessas figuras para credenciar a dos reptilianos.  R. A. Boulay publicou em 1990 um livro sobre o que ele imagina ser o “passado réptil da Humanidade”. O ufólogo Max Spiers (1976-2016) apoia a tese de que draconianos reptilianos, do planeta Alpha Draconis, pilotam uma governança mundial secreta do tipo nazista através de elites, instituições e sistema financeiro; segundo ele, outros extraterrestres também formariam um estado vampiro praticando sacrifício de crianças.

Andromedanos

Andromedien-281x300 Tipologia extraterrestreO ufólogo estadounidense Alex Collier tem afirmado em seus livros que existe outro tipo de extraterrestres nórdicos que provem/provêm da galaxia de Andrómeda, e que ele chamou «andromedanos». Collier afirma que foi forçado a se esconder e publicar seus livros mais vendidos devido às ameaças de “três homens bem vestidos” que faziam parte de um “programa”. Como o resto dos ufólogos, Collier não tem podido corroborar nenhuma de suas declarações. Inclusive outros ufólogos―como Jared C. H.― acusaram-no de ter perpetrado uma fraude.

Mesmo assim o que consta é que, a galáxia de Andrómeda – M 31 e NGC 224, localizada a uma distância de 2,54 milhões de anos-luz da nossa galáxia, a Via Láctea. Andrómeda também tem bilhões e bilhões de sistemas solares como a Via Láctea. Andromedanos de 501 planetas na galáxia de Andrómeda estão atualmente no campo de energia da Terra. Há também os Andromedanos que vêm da constelação de Andrómeda que é um conjunto de estrelas da Via Láctea – Existem os Andromedanos da Galáxia de Andrómeda e os Andromedanos da Via Láctea. Na maioria das vezes, os vídeos postados sobre Andromedanos referem-se a aos da Constelação de Andrómeda da Via Láctea, não a seres da Galáxia de Andrómeda. O mesmo nome foi dado a criaturas muito diferentes umas das outras e de locais muito diferentes… Existem trilhões de estrelas e tipos de Vida na Galáxia de Andrómeda. Aqui estão as mensagens dos Andromedanos da Galáxia de Andrómeda, há 400 anos na Terra para ajudá-la em sua evolução. Eles estão conectados à nave-mãe SHAN localizada nos anéis de Saturno. Eles vêm do futuro e retornarão ao futuro assim que sua missão for cumprida.

A situação tridimensional atual

Dinosauroid-242x300 Tipologia extraterrestre
Dinossauroide e troodon, sem plumagens.

Fala-se muito sobre a Ascensão do planeta Terra, enquanto outros falam sobre o Apocalipse no planeta Terra ou mesmo uma invasão alienígena. De fato, o que acontece é que toda consciência que se coloca no campo energético da Terra estará em um lugar compatível com suas vibrações energéticas. Consciências de polaridades negativas irão para lugares mais densos ou mesmo para um planeta de evolução inferior. Aqueles que não decidiram mudar seu modo de vibração permanecerão na terceira dimensão. Aqueles que ascenderem irão para civilizações mais avançadas na própria Terra ou em 16 planetas mais subtis, que são padrões de vibração cósmica. Um planeta cósmico, por exemplo, é terraformado ou construído para receber uma nova civilização. Seus habitantes, em sua constituição física, receberão genes de mais de 102 espécies da galáxia Via Láctea e da galáxia Andrómeda ao mesmo tempo. Essas pessoas terão que se parecer um pouco com elfos que são seres elementais. A chamada cósmica já foi feita: há aqueles que por sua energia defeituosa (ou negativa) irão para planetas ou planos astrais inferiores da Terra, muitos que continuarão na terceira dimensão sem nenhuma mudança e continuarão a viver aqui por milhões de anos, há aqueles que vão para dimensões superiores do próprio planeta e há quem vá para planetas mais evoluídos.
É bom não deixar o trem passar, pois o próximo trem vai demorar muito para voltar.

« O livre arbítrio de todos será respeitado »

Greys ou cinzentos

Alienigena-133x300 Tipologia extraterrestreO termo Little Gray refere-se a uma espécie hipotética de extraterrestres humanoides que trabalham nos casos de abdução alienígena relacionados a obras contemporâneas de ficção científica. Os pequenos cinzas são representados como seres em forma humana, pequenos em tamanho e de cor cinza. A cabeça, porém, seria maior em proporção ao resto do corpo e desprovida de pelos. Eles só têm quatro dedos. H. G. Wells, em The First Men in the Moon (1901), descreveu seus habitantes como seres baixos, de pele cinzenta, testa grande, sem nariz, olhos esbugalhados e um andar estranho. Até a década de 1960, os Greys pertenciam a obras de ficção popular. Um caso clássico é o encontro Kelly-Hopkinsville. Em 21 de agosto de 1955, dois homens da zona rural de Kentucky descreveram um suposto encontro com um extraterrestre de 3 a 4 pés (1 metro) de altura e de cor cinza-prata metálico. Mas em 1965, o Boston Traveler publicou a história de Betty e Barney Hill, um casal que alegou ter sido sequestrado. Os Hills descreveram seus captores como Cinzas. Em 1977, Steven Spielberg escolheu a aparência do Gray para os extraterrestres em seu filme Contatos Imediatos do Terceiro Grau. Desde então, os pequenos Cinzas se tornaram um dos arquétipos do extraterrestre para o público em geral. No início da década de 1980, os Cinzentos foram associados ao Incidente de Roswell, onde os corpos foram recuperados depois que um disco voador caiu no chão no Novo México. Na França, a partir do final dos anos 1980 (e depois durante os anos 1990), o escritor Jimmy Guieu fez várias aparições nos meios de comunicação de massa e falou sobre petit-gris (Litle Greys) por lá. Ele dedicou seu “romance de verdade” (como ele o chamava) E.B.E. a esse tema em particular. Alerta vermelho. Durante a década de 1990, a cultura popular começou a associar os Greys a teorias da conspiração. A série de televisão X Files é um exemplo. Em 1995, Ray Santilli afirmou estar na posse de um filme descrevendo a autópsia de um Cinzento após o incidente de Roswell. Em 2006, Santilli afirmou que o filme não era a autópsia original, mas uma reencenação do que aconteceu em 1947. No entanto, ele afirmou que parte do filme original foi incluída em sua reconstituição. Em 1997, a série Stargate SG-1 inclui desde sua primeira temporada um povo extraterrestre chamado Asgard, cuja aparência lembra a dos Cinzas. Eles variam em altura de 1,06 a 1,37m. Eles têm uma pele cinza elástica como um réptil. Eles têm uma abertura subdesenvolvida para a boca, pequenos orifícios para os ouvidos e nariz, se é que os têm. Eles têm de quatro a seis dedos e pés palmípedes. Eles não têm órgãos internos como nós, sem sistema digestivo ou respiratório. Eles aparentemente têm um sistema circulatório com uma substância cinza que quando sai, cheira a ozónio, com um grande órgão bombeador conectado. Eles não têm cabelos, órgãos sexuais ou ânus. Seus grandes oblíquos e escuros olhos aparecem solidamente negros, pois possuem um filamento preto como um filtro sobre os olhos. Sua cabeça é desproporcionalmente grande para sua estrutura fina. O tamanho extremo de sua cabeça é assim, pois engloba dois cérebros. Com isso, são supostamente muito mais inteligentes que os humanos. Eles se comunicam apenas por meios telepáticos, e têm a habilidade de “congelar ou suspender” uma pessoa deixando-a imóvel durante uma experiência de abdução. Talvez essa habilidade seja conseguida da mesma maneira feita por um golfinho ao pegar um peixe emitindo um raio sônico. Supostamente eles se reproduzem por clonagem ou transferindo sua consciência dentro de um novo corpo, como se estivessem colocando uma roupa nova. Eles têm poucos fluidos corporais e necessitam de sangue humano ou bovino (gado) e fluidos glandulares para sobreviver. Recentemente tem se descoberto que sangue bovino pode ser usado como plasma para humanos em casos de emergência. Eles os ingerem através de sua pele sugando-os através de cubas. Eles expelem os dejetos pela pele, o que resulta em um cheiro sulfuroso. Quando estão subnutridos, eles têm a pele esverdeada. Esses “Grays” também têm variações, pois apresentam líderes de forma insectoide. Atualmente é dito que eles têm uma consciência coletiva como uma “colmeia” e estrutura organizacional similar a uma colónia de insetos. Eles afirmam ser de Zeta Rectili, um sistema estelar localizado no cinturão de Orion. Eles dizem ter criado a humanidade, através de melhoramentos e reestruturação do DNA de primatas existentes e têm interagido connosco durante nossa história. A afirmação mais perturbadora é a de que eles criaram as religiões do mundo e uma em particular, Jesus Cristo para ensinar a paz ao mundo. Eles acreditam em uma energia consciente universal num ideal oriental ou Teosófico de que Deus não é uma pessoa, mas ao invés disso, uma força para ser utilizada. Afirmam que o mundo de onde vieram sofreu algumas mudanças cataclísmicas as quais serão sofridas pela Terra em breve. Afirmam também que sua hibridização com a raça humana é uma necessidade mútua para a sobrevivência de ambas as raças. Existe a necessidade de a humanidade ser “melhorada” a um patamar melhor para sobreviver às mudanças da terra. Nisso eles justificam as ações de abdução. Eles alertam aos abduzidos de que nós devemos repensar nossa visão mundial e dessa maneira “harmonizarmo-nos” com essas mudanças vindouras. Os “Grays” também são o primeiro grupo responsável pelas abduções e mutilações de gado. Muitas versões dessa história aconteceram pouco depois do incidente de Roswell e o resgate do OVINI em 1947 e também em Abril de 1964 em Holloman AFB, onde fora assinado um tratado entre o Governo dos Estados Unidos e os Grays. Incluído no tratado estava uma troca. Os EUA receberiam tecnologia alienígena em troca da permissão de serem construídas bases subterrâneas e a tolerância sobre abduções “controladas” de nossos cidadãos para a extração do material genético necessário para seus experimentos. Homens e mulheres afirmam terem tido seus espermas e óvulos removidos e até mesmo fetos. Outro tema comum é o de que esses Greys têm implantado nos abduzidos um processo de “aprendizado” de certas tarefas para alguns propósitos inespecíficos ou eventos em um futuro próximo. Muitos acreditam ser uma evacuação em massa de uma porção da população antes dos ditos eventos cataclísmicos acontecerem. Algumas notícias recentes dizem que esses Grays não têm mantido seu acordo com o governo. Essas notícias alegam que eles têm abduzido mais pessoas do que o acordado e matando o gado. Um desses “incidentes” aconteceu havendo até troca de tiros, tendo como resultado a morte de três seguranças militares humanos no complexo subterrâneo de Deluce. Desde esse evento uma coexistência tensa é mantida com o desgosto de nosso governo admitir que não são páreos para fazer com que os Grays parem de fazer o que eles quiserem. O quanto disso atualmente tem acontecido ou está acontecendo eu não sei. Alguém, no entanto, quer que acreditemos nisso e tem fornecido documentação o bastante para tal.

Carians

Os Carians são um grupo de seres altos com características de pássaros. Eles vieram do mesmo universo dos Felinos – viveram em Sírius A junto com os Felinos. O propósito dos Carians é atuar como uma raça protetora para a evolução dos veículos físicos em um determinado planeta ou estrela. Foram os Carians que protegeram a evolução dos humanos Lyrianos primitivos dos Répteis que desejavam destruí-los. Os Carians também são responsáveis pela criação do sistema de malha energética de sustentação, portões estelares e portais. Eles são os engenheiros magnéticos enquanto os Felinos são os engenheiros genéticos. Os Carians também deixaram uma marca registada do envolvimento deles connosco na forma da Fénix e da Águia, como também do Corvo e do Falcão. Estes pássaros eram (e ainda são) sagrados para muitos povos. Os Carians trabalham de mãos dadas com os Felinos. Eles provêm proteção para planetas e estrelas que ainda estão desenvolvendo uma raça guardiã de seres, como os Humanos. A tarefa deles está completa quando os guardiões daquele reino evoluem a ponto de eles mesmos protegerem o planeta. Os Carians assumiram a responsabilidade de proteger as colónias Humanas em nossa galáxia, antes de Nibiru ser criado. Os Carians não usam armas militares para proteção. Em vez disso, eles usam energia para criar bloqueios nos portais de entrada e saída de um planeta, portões estelares e dimensões.

Seres Intraterrenos

São seres da 3ª dimensão que interagem com a 4ª dimensão. Todos os elementais da natureza fazem parte deste grupo (fadas, gnomos, duendes). Têm como missão, trabalhar o interior da terra, além de ajudar-nos ajustando nossa energia. São os guardiões dos nossos Arquivos Cósmicos. Em Corguinho, na fazenda do Projeto Portal, já houve interações com Intraterrenos do grupo dos Laquins, Betamix e Tots.

Formalhaultes

Nação Estelar DE FORMALHAULT

A Confederação de Formalhaut foi aceite na Federação Galáctica há uns três anos atrás, sendo uma nação estelar neutra.
Localização: A estrelas mais brilhante na constelação de Piscus Austrinues (o peixe austral). Piscus Austrinus se encontra entre as constelações de Aquário e Grus.
Distância da Terra: cerca de 23 anos luz da Terra.
Tipo da Forma de Vida: Dois tipos de seres. Primeiro, um grupo de humanos rebeldes das Plêiades foram os que colonizaram Formalhaut há 250.000 anos atrás, e se encontram agora no terceiro e quarto planeta deste sistema estelar. Segundo, um grupo menor, dinóide-reptóide de Bellatrix, Orión, que colonizou o segundo planeta deste sistema solar há uns duzentos mil anos atrás. Os dois partidos criaram esta Confederação depois de uma série de guerras muito destrutivas que finalizaram há 20,000 anos atrás.
Aspecto Físico: O primeiro tipo de humanos de Formalhaut se parece muito ao tipo “nórdico” de ET’s, e geralmente são loiros com olhos muito azuis, cor avelã ou cinza escuro. Os homens são musculosos e medem cerca de 1,85 metros. As mulheres são gordinhas, com uma altura de 1.68 a 1.83 . O segundo tipo é de pele escura que quase parece bronzeada, com cabelo escuro e olhos marrons, cinzas ou negros. A mesma relação de altura e aparência que o primeiro tipo similar ao chamado “nórdico”.
Os habitantes Dinóides-Reptóides da Confederação são um híbrido original da estrela Bellatrix, de Orion. Muito escamosos e ossudos. A parte superior da cabeça está rodeada por uma grande crista ossuda. Seus olhos vermelhos ou amarelo opaco (similares aos dos répteis terrestres) são grandes e se localizam justamente por cima e a cada lado de um nariz muito pequeno. Bocas de finos lábios que se estendem de um lado da cabeça ao outro. As orelhas são inexistentes: o único sinal deles é um círculo extra suave de cada lado da cabeça e justo detrás dos olhos. A pele é escamosa como a de um crocodilo e de uma cor verde, amarelo, marrom ou vermelho. Uma pequena crista de um material ossudo corre pelo meio das costas e se conecta com a crista maior na parte superior da cabeça.
O ser é bípede. Mãos magras com seis dedos largos e em forma de garra. Os pés têm cinco dedos terminando em pequenas garras muito afiadas. Cauda muito pequena, grossa como a de um crocodilo, que se estende somente até os pés. O macho é mais baixo que a fêmea. Os machos Bellatricianos de Formalhaut tem uma altura de 2.44 a 3 metros: as fêmeas são de uma altura de 2.6 a3.12 metros.
Traços Especiais e Habilidades: Reconhecidos por suas façanhas em todos os trabalhos de natureza cientifica. Eles agora compõem uma grande parte do pessoal da primeira Equipe principal de Ciência e Exploração enviado a Andrômeda (a uns dois milhões de anos luz desde nossa galáxia).
Sono Requerido: 2 a 6 horas diárias.
Linguagem: A linguagem humana é lírica, mas gutural. A linguagem Dinóide-Reptóide é muito mais gutural.
Nave-Mãe e Outras Naves: As naves de exploração desses humanos são ovóides. Alcançam de 28.3 a26 metros de diâmetro. As naves-mãe têm o aspecto como de enormes charutos de múltiplas camadas e alcançam um diâmetro de 3.2 a1,920 quilômetros.
As naves de exploração Dinóides-Reptóides têm uma forma de enormes escaravelhos, aproximadamente de um diâmetro de 30,5 metros. Suas naves-mãe têm a forma de uma ameba e têm um diâmetro de 13 a14,400 quilómetros).

Seres Energéticos

São 100% energia. São bolas de energia, luzes, que podem se transformar numa imagem holográfica. Essas luzes às vezes circulam em volta do nosso corpo e, quando tocam nas pessoas, a cura é instantânea. Aparecem facilmente em fotos e filmagens. Podem ter o tamanho de uma bolinha de gude, até 20 metros de diâmetro. São também chamados de seres angelicais, anjos, elementais. Quando há a presença deles, é um indicativo de que a vibração está boa. Estes Seres de Pura Energia podem acompanhar os indivíduos, deixando no ar um cheiro semelhante ao do ozónio. As “Bolas de Luz” que procedem desta maneira e que são vistas em momentos especiais, constituem energias pensantes, que estão sempre com os dimensionais. Contatos nesta frequência vibratória se dão ao nível telepático ou intuitivo. Os entiais são os guardiões da natureza. Se você mexe numa caverna, deprava a natureza, eles vêm em forma de luz ou de “fantasma” tentando assustar a pessoa para que não faça nada de prejudicial. Geralmente se materializam em algo que você mais tem medo, por exemplo: cobra ou morcego, ou tomam formas que intimidam as pessoas, protegem a entrada de seres estranhos nas cavernas ou em outro local onde não é permitido chegar. Ao vê-lo você não deve prosseguir.

Tau Ceti

Os mamíferos com forma de urso de Tau Ceti são seres enormes, lanosos, com pequenas caudas lanosas e corpos cobertos por uma pele castanha, negra ou clara. As cabeças na forma dos ursos, mas com um focinho menor. Os dentes se assemelham aos de um humano galáctico em lugar dos do urso terrestre. Os olhos estão situados na frente do rosto e como os dos humanos, são castanhos, azuis ou negros. As orelhas, dos flancos da cabeça, justo por cima dos olhos, assemelham-se aos dos ursos terrestres. São seres altamente sencientes que caminham sobre duas pernas, e por conseguinte têm um centro de gravidade mais acentuado que o dos ursos na Terra. Dois braços musculosos com mãos cujos dedos terminam em garras. Pernas igualmente muito musculosas que terminam em pés muito curtos com cinco dedos muito gordinhos. Alcançam uma altura de 2.74 a 3.66 metros.
Características Especiais e Habilidades: Reconhecidos por suas habilidades para desenhar algumas das naves mais avançadas do grupo da Frota Exploradora da Federação Galáctica. Também são considerados como os melhores pilotos e navegantes na galáxia.
Hábitos de sono: Ambas as espécies precisam somente de 1 a 2 horas por dia.
Linguagem: A linguagem é muito gutural, como o alemão ou árabe. A linguagem dos que se parecem com ursos é similar, mas mais profunda e mais gutural.
Nave-Mãe e Outras Naves: As naves exploradoras são naves de plasma, enormes e em forma de diamante, de um comprimento entre 61 a 76.2 metros. As naves-mãe são geralmente as naves de comando. Elas têm a aparência de uma série de células sanguíneas em camadas múltiplas, e possuem cerca de 6 a 7 quilómetros de diâmetro.

Teoria da conspiração

O complotista britânico David Icke afirma que “reptilianos” ou Annunakis, que mudam de forma, descendem de uma linha híbrida de répteis humanos com origens na antiga Babilónia e na civilização Suméria, governam nosso planeta ocultamente. O autor popularizou o tema do “réptil humanoide”. Além disso, essa espécie teria a fama de se alimentar de humanos e de sua energia negativa criada pelo medo e pelo ódio, dos quais tiraria sua força e sua eternidade. A trama seria, portanto, uma espécie de invasão, uma dominação, com o objetivo de aperfeiçoar uma nova espécie manipulando a primeira. O autor John Rhodes pensa que os reptilianos vêm do sistema de cavernas e galerias subterrâneas presentes sob a terra onde os reptilianos teriam se refugiado após um grande desastre. Vários autores, incluindo Fritz Springmeier e Don Bradley, os comparam aos Nephilim mencionados no Livro de Enoque e na Bíblia. As mitologias ufológica e da Nova Era (New Age) prontamente se referem à misteriosa sueca Ole K. apresentada como autora, em 8 de janeiro de 2000, de uma longa entrevista com um reptiliano subterrâneo, chamado Lacerta, proclamando-se a representante dos primeiros povos indígenas inteligentes da Terra. De acordo com essas teorias, figuras mundiais eminentes e poderosas como Elizabeth II e a Casa de Windsor, George W. Bush e Barack Obama, os Rockefellers e os Rothschilds… seriam de fato reptilianos. Estes seriam reconhecíveis por atributos físicos sutis e verificáveis, incluindo a mudança no tamanho de suas pupilas. Em uma pesquisa de 2013 nos Estados Unidos, parece que 4% dos entrevistados acreditavam que os reptilianos “controlam nossas sociedades”.

Paradoxo de Fermi

Enrico_Fermi_1943-49 Tipologia extraterrestre
Enrico Fermi na década de 1940.

O Paradoxo de Fermi é o nome dado a uma série de perguntas que o físico italiano Enrico Fermi se fez em 1950, enquanto debatia com amigos a possibilidade de vida extraterrestre e visitação de extraterrestres. Fermi, Prémio Nobel em 1938 e envolvido no Projeto Manhattan em Los Alamos, nos Estados Unidos, almoçou com vários de seus amigos e colegas (Emil Konopinski, Edward Teller e Herbert York). Durante a refeição, ele vem perguntar onde estão os extraterrestres e apresenta o princípio do paradoxo que leva seu nome. Isso consiste em perguntar por que a Humanidade, até agora, não encontrou vestígios de civilizações extraterrestres, enquanto o Sol é mais jovem do que muitas estrelas localizadas em nossa galáxia. Segundo Fermi, civilizações mais avançadas deveriam ter aparecido entre sistemas planetários mais antigos e deixado vestígios visíveis da Terra, como ondas de rádio. O paradoxo de Fermi pode ser enunciado na forma de uma pergunta:

“Se existissem civilizações extraterrestres, seus representantes já deveriam estar connosco. Onde estão eles? »

A questão de Fermi – levantada antes dele por Constantin Tsiolkovsky – foi redescoberta por Carl Sagan em 1966, depois foi explicitamente formulada pelo engenheiro David Viewing em 1975. No mesmo ano, Michael H. Hart formulou várias hipóteses destinadas a resolver o paradoxo, classificadas em quatro categorias:

  • Pode ser que a probabilidade de uma civilização tecnologicamente avançada aparecer seja muito baixa, então é necessário um universo do tamanho do nosso para que tenha chance de ocorrer uma vez (mas muito menos provável duas vezes);
  • Pode ser que existam extraterrestres, mas por alguma razão a comunicação interestelar e as viagens são impossíveis ou não consideradas desejáveis;
  • A vida pode existir em outros lugares, mas em lugares que dificultam a deteção – por exemplo, em oceanos protegidos por uma camada de gelo, organizada em torno de fontes hidrotermais;
  • Pode ser que finalmente os extraterrestres existam e nos visitem, mas de forma indetetável com os meios técnicos atuais.

Para alguns autores, o paradoxo não é um; para outros é um dilema ou um problema de lógica; para outros, finalmente, se baseia em um antropocentrismo, ou seja, um raciocínio que apreende a realidade através da única perspetiva humana, a estreiteza desse raciocínio impediria que a questão da vida extraterrestre fosse resolvida. A literatura especializada, mas também a ficção científica, a filosofia e o pensamento religioso, experimentaram desde então uma profusão de ensaios explorando possíveis soluções para o paradoxo. A maneira de abordá-lo evoluiu assim; ferramentas estatísticas (como a equação de Drake) tentaram colocá-lo em uma forma científica. Outras abordagens (como a teoria da evolução, ecologia ou simulação computacional) ampliaram as bases de reflexão, mas ainda não há consenso sobre a solução do problema.

O paradoxo antes de Fermi

Evolução da questão da vida extraterrestre

Carl Sagan fornece uma visão geral dos autores que pensaram sobre a possibilidade de vida extraterrestre em Cosmic Connection (1975): Lucien de Samosate, Cyrano de Bergerac, Fontenelle, Swedenborg, Kant ou o astrónomo Kepler imaginaram que os planetas eram habitados (é a questão da “pluralidade dos mundos”). No século 1 aC. Lucrèce, em De rerum natura (v. -75/-76), menciona a possível existência de extraterrestres: “Se a mesma força, a mesma natureza permanecem para poder reunir em todos os lugares esses elementos em na mesma ordem em que foram reunidos em nosso mundo, você deve admitir que existem em outras regiões do espaço outras terras além da nossa, e diferentes raças de homens e outras espécies primitivas. Em 1584, em O Banquete das Cinzas, Giordano Bruno menciona também a possibilidade de habitantes de outros mundos: “esses mundos são tantos animais dotados de inteligência; que eles abrigam uma multidão inumerável de indivíduos simples e compostos, dotados de uma vida ou entendimento vegetativo, exatamente como aqueles que vemos vivendo e se desenvolvendo nas costas de nosso próprio mundo”. Posteriormente, as observações de Marte e seus canais, por Giovanni Schiaparelli, então Percival Lowell, marcaram o início de um entusiasmo popular pela vida extraterrestre. No entanto, após o fim da Segunda Guerra Mundial, sendo os meios técnicos suficientemente poderosos, a busca por inteligências extraterrestres tornou-se um problema científico que deu origem, na década de 1970, à exobiologia. Sagan explica que a vida extraterrestre é então “uma noção cujo tempo chegou”

As quatro descobertas do paradoxo de Fermi

Segundo Stephen Webb, o paradoxo de Fermi foi descoberto quatro vezes: por Tsiolkovsky, Fermi, Viewing e Hart. Mas outros autores também colocaram a questão: “Onde estão eles?” “Charles Fort evoca desde 1919 no Livro dos Malditos “um grande mistério”: “por que é que eles não estão aqui? “. Segundo ele, a humanidade seria sua propriedade. A Terra teria sido antes um planeta sem homens, palco de conflitos entre civilizações extraterrestres. Um acordo teria tornado a Terra uma zona neutra, a atual posse de uma potência galáctica37. Isaac Asimov, seguindo o artigo de Sagan, menciona isso em seu ensaio de novembro de 1958 Our Lonely Planet publicado em Astounding.

Como observado por Michael Michaud, o russo Constantin Tsiolkovsky, pai e teórico da astronáutica moderna, colocou diante de Fermi a questão da presença de extraterrestres e da ausência de prova de sua existência. Ele sugeriu em 1934, em seu ensaio There Are Also Planets Around Other Stars, que civilizações extraterrestres certamente mais sábias e mais antigas que a nossa certamente existem, mas se recusam a interferir em nossa história para não nos empurrar para a destruição. Um encontro poderia então acontecer quando a humanidade estiver mais avançada tecnologicamente e espiritualmente38. O astrônomo John A. Ball, em The Zoo Hypothesis (1973), retomando a tese de Tsiolkovsky, levanta a hipótese de que a Terra poderia ser uma espécie de reserva natural protegida por poderes extraterrestres que se recusam a entrar nela.

Fermi então formulou seu paradoxo, embora sua declaração nunca tenha sido escrita. Então, em 1975, o engenheiro inglês David Viewing formulou explicitamente o dilema: “Este, então, é o paradoxo: toda a nossa lógica, todo o nosso anti-isocentrismo, nos assegura que não somos únicos – que eles devem estar lá. E, no entanto, não os vemos. Segundo Webb, ele é o primeiro a se referir ao paradoxo de Fermi. No mesmo ano, Michael Hart publicou um artigo, no qual estudou quatro categorias de possíveis soluções para o paradoxo de Fermi, e concluiu que a humanidade é a única civilização inteligente da galáxia.

Um problema a especificar

Segundo alguns autores, isso é mais um problema do que um paradoxo. Segundo os astrónomos russos Igor Bezsudnov e Andrei Snarskii, o problema se baseia no princípio de que todas as civilizações se desenvolvem segundo uma lógica idêntica e constante, princípio que foi deduzido do desenvolvimento da humanidade na Terra. O paradoxo é, portanto, semelhante a um silogismo. Iván Almár e Jill Tarter apontam a fraqueza lógica da primeira premissa: o paradoxo coloca que os extraterrestres não são visíveis, mas a humanidade não tem meios de realmente afirmá-lo. Extraterrestres podem estar presentes no Sistema Solar sem nenhum meio técnico atual para detectá-los. Da mesma forma, o coordenador do projeto SETI, Thomas McDonough, lembra que antes da descoberta do microscópio por Antoine van Leeuwenhoek, a humanidade, que não deduziu dele uma formulação paradoxal, não suspeitava da existência de vida, invisível a olho nu. Stephen Webb conclui que não há paradoxo de Fermi enquanto os meios de investigação não estiverem orientados primeiro para a busca de uma presença extraterrestre no Sistema Solar. Os astrónomos russos Lev M. Gindilis e Georgij M. Rudnitskii também concluem que o paradoxo é obsoleto e que é mais uma ferramenta “astrosociológica” destinada a estimular o debate e a pesquisa. Eles renomeiam o paradoxo de Fermi de “Paradoxo Astrossociológico” (ASP). De acordo com o engenheiro Krafft Ehricke, o problema é principalmente sobre dados científicos, e a pergunta de Fermi deve ser reformulada como: “Onde estão as estrelas tardias do tipo F e onde estão as primeiras estrelas do tipo G?” ». Segundo Pierre Lagrange, o problema do paradoxo de Fermi, “é que as soluções imaginadas partem do princípio de que se os extraterrestres estivessem próximos, deveríamos vê-los automaticamente. É como levar a sério as histórias dos filmes B dos anos 1950, como O dia em que a Terra parou, como modelos de contato e esquecer duas boas razões para pensar o contrário. A primeira diz respeito à dificuldade de “ver” os factos na ciência, a segunda à nossa capacidade de compreender uma forma de inteligência profundamente alheia à nossa. No entanto, esse “argumento de visibilidade imediata de possíveis extraterrestres próximos” é tendencioso, pois “se resume a reduzir a questão da busca de uma manifestação dotada de inteligência à observação de um fenómeno previsível”. Segundo Lagrange, o comportamento inteligente é difícil de prever, como demonstrou a história da antropologia ou da ciência. Para Stephen Webb, um método inspirado no crivo de Eratóstenes combinado com a navalha de Ockham resolveria o paradoxo. Trata-se de avaliar a probabilidade de cada solução retida (oito segundo Webb). O resultado leva a anunciar que a humanidade provavelmente está sozinha na galáxia, e certamente dentro do aglomerado galáctico local.

Negação do paradoxo

Robert A. Freitas, do Xenology Research Institute, considera que o paradoxo não é um só e fala da “invalidade formal do paradoxo de Fermi, que não pode ser expresso numa forma silogística que pareça aceitável”. Se A equivale à existência de extraterrestres, B à sua presença ao redor da Terra e C ao fato de serem visíveis, a formulação é: “Se A, então provavelmente B; se B, então provavelmente C; mas C não é, portanto B e A também não são”. Esta formulação é semanticamente e sintaticamente inválida porque “provavelmente” é um operador lógico imperfeito e não mensurável. Segundo Freitas, deveria ser reformulado da seguinte forma: “Se A, então provavelmente B; se provavelmente B, então provavelmente C; mas provavelmente C não é, portanto provavelmente B não é, consequentemente A não é”. A formulação é então semanticamente válida se e somente se for possível afirmar que “provavelmente C não é” é verdade. Mas o valor de “provavelmente C não é” é indeterminado pela experiência, então esta segunda formulação é semanticamente inválida. Segue-se que o paradoxo de Fermi não tem valor probatório formal. Segundo Freitas, o paradoxo de Fermi está apenas no nome; ele caricatura sua lógica inventando o “paradoxo dos lémingues”: se a Terra estivesse vazia de todas as espécies, exceto os lémingues, então os lémingues deveriam estar em toda parte. No entanto, a Terra está repleta de outras espécies que competem com ela e limitam seu desenvolvimento. Se, portanto, não observamos Lémingues, é porque a Terra abriga uma abundância de espécies que lutam pelo controle dos recursos.

Efeito de espelho

A história da humanidade forma o modelo para todas as soluções para o paradoxo de Fermi. De fato, as hipóteses e cenários previstos mostram evidências de antropomorfismo. Michael Michaud mostra que os extraterrestres são representados como humanóides, possuindo uma anatomia e uma fisionomia semelhantes à do homem, além de uma inteligência próxima. Segundo ele, no entanto, a probabilidade de encontrar extraterrestres em forma humanóide é muito baixa. Da mesma forma, as intenções atribuídas a eles (benevolentes ou malévolos) caracterizam um “efeito espelho sistemático” (“imagem espelhada sistemática”). Os princípios de não interferência e isolacionismo retidos em determinados cenários55 revelam um mecanismo pelo qual a humanidade projeta seus próprios mitos. Os cenários são, portanto, condicionados por representações humanas. Como mostra o sociólogo Pierre Lagrange, a gênese do programa SETI, na década de 1960 (seguindo o artigo fundador de Cocconi e Morrison), reproduziu a ideia de que: “a história das civilizações se situa em uma escala graduada das civilizações menos evoluídas à nossa , como se qualquer civilização avançada inevitavelmente acabasse (ou passasse) na nossa. Isso é desconsiderar a noção de diversidade cultural e de inovação”. Outras hipóteses usam dados científicos sobre a humanidade como axiomas. Michael D. Papagiannis aponta o fato de que as sociedades humanas se dividem em dois grupos: as que exploram e as que, ao contrário, não têm ambição de expansão espacial. Segundo ele, poderia ser o mesmo em relação às civilizações extraterrestres, sendo a hipótese do segundo grupo pouco considerada entre as soluções do paradoxo de Fermi. Michael Huang acredita que para cada solução considerada para o paradoxo de Fermi, os autores imaginam simultaneamente a evolução semelhante da humanidade. A analogia com o homem (“Human Analogy”) é postulada pelos autores a partir de sua reflexão sobre os princípios do desenvolvimento biológico e civilizacional. A partir desse argumento, Peter Schenkel mostrou que a hipótese de autoextinção é implausível.

Cruzamento com a equação de Drake

Freeman_dyson Tipologia extraterrestre
O físico e matemático Freeman Dyson em 2007.

A equação teorizada pelo astrónomo Frank Drake em 1961 é sistematicamente associada, na literatura especializada, ao paradoxo de Fermi. Stephen Webb considera que este paradoxo, combinado com a equação de Drake, leva à conclusão de que a civilização humana é provavelmente a única na galáxia. No entanto, ele observa que essa conclusão decorre dos baixos valores atribuídos a determinadas variáveis ​​na equação. De acordo com Igor Bezsudnov e Andrei Snarskii, a equação de Drake não produz probabilidades, mas sim “improváveis”. Esses autores consideram que, se contém muitos fatores, esquece outros que ainda precisam ser estabelecidos com mais precisão. O modelo BS que eles propuseram em 2010 deve adicionar fatores inicialmente ignorados por Drake. Muitos artigos científicos especificaram o cálculo iniciado por Drake, e isso antes do estudo de Bezsudnov e Snarskii. Freeman Dyson foi o primeiro (em Interstellar Transport, 1968), por exemplo, a adicionar um fator estimando o custo e o tempo necessário para uma viagem espacial (que ele estimou em 200 anos para cruzar quatro anos-luz). David Brin especifica o fator que avalia o número de locais onde a vida extraterrestre pode aparecer espontaneamente. Martyn J. Fogg considera que uma civilização que surgiu no início da história do universo já teria realizado sua expansão na galáxia antes do surgimento, na Terra, da vida nos oceanos; portanto, especifica o fator fl64. Richard K. Obousy e Gerald Cleaver (The Fermi Paradox, Galactic Mass Extinctions and the Drake Equation, 2007) adicionam um fator à equação de Drake: se considerarmos que a colonização requer 106 anos de desenvolvimento contínuo, então há uma alta probabilidade de que um evento cósmico destrutivo, como uma explosão de raios gama ou uma hipernova, ocorrerá dentro de tal período de tempo. Tal evento de fato ocorre, estatisticamente, a cada 200 milhões de anos. Segundo esses autores, todas as civilizações estão condenadas a serem aniquiladas por tais catástrofes cósmicas, antes que tenham a oportunidade de enxamear.

Contribuição ecológica: a solução sustentável

Kalahari_PICT0036 Tipologia extraterrestre
Como sobre Terra, pode haver regiões no espaço escondidas da vista.

O astrobiólogo Jacob D. Haqq-Misra e o geógrafo Seth D. Baum mostram que o paradoxo de Fermi é baseado na observação da expansão humana, mas existem culturas não expansivas (como a Kung San do deserto de Kalahari). Segundo eles, a solução sustentável pode ser aplicada ao paradoxo de Fermi, seguindo a ideia de que a ausência de observações extraterrestres pode ser explicada pela possibilidade de que o crescimento exponencial de uma civilização não seja um modelo de desenvolvimento sustentável (sustentável). A exploração espacial está de fato ligada ao crescimento populacional, seu impacto ambiental e ao esgotamento dos recursos. O crescimento insustentável não leva necessariamente ao desaparecimento de uma espécie. Jacob D. Haqq-Misra e Seth D. Baum lembram que a história da Ilha de Páscoa ilustra de fato que a destruição do meio ambiente pode frear o desenvolvimento de uma cultura, mas sem fazê-la desaparecer (é o síndrome da Ilha de Páscoa ). Eles adotam o postulado de Sagan: dada a longevidade do universo, deve haver civilizações extraterrestres que se espalharam pelo espaço. No entanto, seu crescimento insustentável certamente limitou sua expansão, o que explica por que não há vestígios deles. Os mundos extraterrestres estariam, portanto, limitados a regiões isoladas que permanecem ocultas (chamam essa solução de “hipótese da persistência”), da mesma forma que na Terra ainda haveria áreas inexploradas onde as tribos poderiam viver. Eles concluem que civilizações extraterrestres em expansão exponencial não podem existir.

A equação de Drake

onde:

N é o número de civilizações extraterrestres em nossa galáxia com as quais poderíamos entrar em contato,
R* é o número de estrelas em formação por ano em nossa galáxia,
fp é a fração dessas estrelas com planetas,
ne é o número médio de planetas por estrela potencialmente adequados para a vida,
fl é a fração desses planetas em que a vida realmente aparece,
fi é a fração desses planetas em que a vida inteligente aparece,
fc é a fração desses planetas capazes e dispostos a se comunicar,
L é o tempo médio de vida de uma civilização, em anos.

Contribuição estatística: o princípio do enriquecimento de dados.

A equação de Drake, cruzada com as hipóteses do paradoxo de Fermi, foi alvo de modificações estatísticas para refinar sua precisão. Claudio Maccone procurou fazer da equação de Drake uma poderosa ferramenta estatística para estudar possíveis soluções para o paradoxo de Fermi. Ele primeiro observa que a equação esquece muitas variáveis ​​(como a probabilidade de um planeta viável ser atingido por um viável). Ele sugere, portanto, aumentar o número de variáveis ​​para refinar o cálculo, operação que ele chama de Princípio do Enriquecimento de Dados. Recalculando a equação, ele chega a um número de cerca de 4.590 civilizações potenciais na galáxia (contra 3.500 calculadas por Drake). Essa ferramenta também permite estimar a distância média entre a Terra e uma civilização extraterrestre, que segundo seus cálculos está entre 1.309 e 3.979 anos-luz.

Maccone então cruza sua ferramenta com a equação de Stephen H. Dole (1964), que permite calcular o número provável de planetas habitáveis ​​por humanos na galáxia, estimado por este último em cerca de 35 milhões. Em vez disso, Maccone acaba com 300 milhões de planetas habitáveis. Sua ferramenta finalmente lhe permite estimar o tempo necessário para a humanidade colonizar a galáxia. Com base no Modelo Coral de Colonização Galáctica desenvolvido por Jeffrey O. Bennett e G. Seth Shostak em 2007, ele estima que leva dois milhões de anos para a humanidade se espalhar pela galáxia, supondo que uma jornada ocorra a 1% da velocidade de luz e levando em conta um tempo de apropriação de cada planeta viável estimado em 1.000 anos (assumindo que os planetas habitáveis ​​estão localizados a uma distância média de 84 anos-luz). Dada a longevidade do universo, Maccone conclui que o paradoxo de Fermi é resolvido por seu modelo estatístico.

Principais suposições

Voyager_probes_with_the_outer_worlds Tipologia extraterrestre
A exploração do Sistema Solar por meio de sondas até agora não permitiu descobrir vestígios de vida.

Existem várias hipóteses para resolver o paradoxo de Fermi. Como nos lembra Geoffrey Landis, as soluções vão desde as mais pessimistas (parafraseadas pela resposta: “não há civilizações extraterrestres”) às mais otimistas, incluindo a formulada por Carl Sagan em 1962 e segundo a qual os extraterrestres já estão no universo solar. sistema. Essas próprias hipóteses favoráveis ​​à vida extraterrestre fornecem uma série de explicações, em particular: desaparecimento por declínio tecnológico (colapso tecnológico) por esgotamento de recursos, escolha de não colonizar o espaço, escolha de não entrar em contato com a humanidade. O principal fator continua sendo o tempo: o paradoxo de Fermi tem mais chance de ser resolvido se a expectativa de vida de uma civilização média for longa. De acordo com a fórmula de Freeman Dyson, “as distâncias interestelares não são uma barreira para espécies que têm milhões de anos de evolução”. Segundo Seth D. Baum, Jacob D. Haqq-Misra e Shawn D. Domagal-Goldman, também se pode classificar as possíveis soluções do paradoxo prejulgando o comportamento que as civilizações extraterrestres podem adotar em relação à humanidade. Haveria três comportamentos possíveis: pacífico, neutro ou beligerante81. David Brin lista 24 soluções em seu artigo de 1985. Em 1986, ele refina sua classificação com base em cada fator da equação de Drake para listar as soluções possíveis enquanto Milan M. Ćirković distingue três categorias de soluções: hipóteses de terras raras, hipóteses catastróficas e hipóteses solipsísticas. Stephen Webb lista 50 soluções possíveis em seu livro Where Is Everybody? (2002), classificados em três categorias convenientes:

“Eles estão aqui” (They Are Here);
“Existem, mas ainda não se comunicaram” (They Exist But Have Not Yet Communicated);
“Eles não existem” (They Do Not Exist).

Ele observa que a primeira categoria é a mais debatida e também a mais popular.

Hipótese 1 – Civilizações extraterrestres não existem

Stephen Webb lista 19 explicações para esta possível resposta ao paradoxo de Fermi. Ele argumenta que as buscas por sinais extraterrestres dos anos 1960 a 2010, tanto os que apontam para o espaço profundo quanto os que escutam o Sistema Solar, não detectaram nada, e esse fato por si só prova que outros mundos não existem. Esta classe de soluções, composta por cinco grupos de hipóteses, não imagina que culturas extraterrestres possam ter existido e depois desaparecido, mas postula que a vida inteligente apareceu apenas na Terra; Esta é a “Hipótese da Terra Rara”

A Terra é única

A civilização na Terra pode ser o resultado de uma conjunção de fenómenos únicos ou muito raros em toda a galáxia. Os sistemas planetários seriam, por exemplo, raros porque não há evidências (entre as observações) de que os discos protoplanetários sejam disseminados e que dêem origem a planetas habitáveis. A humanidade é talvez a primeira civilização a aparecer na história do universo porque seu sistema planetário é o primeiro a forjar os elementos essenciais da vida. Se os planetas telúricos são raros, então é possível resolver o paradoxo de Fermi. Questões científicas não resolvidas, como a formação de côndrulos de asteróides, representam um problema para as teorias atuais. Segundo os astrónomos Brian McBreen e Lorraine Hanlon, os raios gama participam da existência dos côndrulos, mas essas radiações só dizem respeito a uma estrela sobre 1.000. Por outro lado, a Terra é talvez o único planeta a ter tal taxa de metal em seu solo. Uma civilização sem acesso a ela não poderia desenvolver a tecnologia necessária para se comunicar e enxamear na galáxia. Também é possível que as zonas continuamente habitáveis ​​(CHZ) dentro de um sistema planetário sejam raras e/ou de curta duração. John Hart estabeleceu um modelo mostrando que o CHZ do Sistema Solar se estende por uma distância entre 0,958 e 1,004 UA unidade astronómica. Tal valor promoveria, em média, o surgimento da vida ao longo de um bilhão de anos segundo ele. Outros cientistas, como James Kastings, revisaram esses números; este último estabelece que o tempo de vida do CHZ do nosso Sistema Solar pode ser avaliado em 4-6 bilhões de anos, e que sua extensão está entre 0,95 e 1,15 AU92,93. Além disso, a zona habitável galáctica (GHZ), que contém apenas 20% das estrelas da Via Láctea (galáxia composta de 200 a 400 bilhões de estrelas), é outra condição essencial que limita o surgimento da vida. Finalmente, a Lua talvez explique a singularidade da Terra. Ao estabilizar sua obliquidade (ângulo de inclinação do eixo de rotação em relação ao Sol, atualmente 23,5°), favoreceu o aparecimento de vida “evoluída” no planeta azul.

O ambiente da Terra é único

Desde a descoberta de exoplanetas em 1995, parece que estrelas massivas como Júpiter desempenham um papel importante na formação de planetas menores que provavelmente abrigam vida. No entanto, é possível que gigantes gasosos como Júpiter sejam raros na galáxia, um parâmetro que reduziria, ou mesmo cancelaria, a probabilidade de que a vida inteligente tenha surgido em outro lugar que não a Terra. O papel do gigante gasoso seria duplo: por um lado, absorveria os NEOs (Objectos Próximos da Terra) nocivos à Terra, servindo assim de escudo gravitacional, e por outro, teria possibilitado estimular a vida microbiana no início do surgimento da vida terrena. De acordo com o físico John G. Cramer, a presença de Júpiter em contato com o cinturão de asteróides faz com que certos elementos que o compõem ressoem, que então têm grande probabilidade de atingir a Terra. Embora os NEOs possam causar extinções (como a que provavelmente causou a extinção dos dinossauros), eles também têm um papel estimulante na evolução das espécies. Segundo Cramer, esse mecanismo impulsionado por Júpiter é semelhante a uma “bomba de evolução. Sua frequência (20 a 30 milhões de anos em média) explicaria as grandes extinções, após as quais a biosfera, a cada vez, se renovava e se diversificava. No entanto, o paradoxo de Fermi pode ser resolvido pelo fato de que a galáxia é um lugar perigoso: os objetos prejudiciais à vida são numerosos e seus efeitos são importantes. Buracos negros, estrelas de nêutrons ou até blazares podem explicar por que civilizações extraterrestres não podem aparecer em outros lugares da Via Láctea. As supernovas são uma solução frequentemente citada na literatura científica, pois uma explosão estelar Tipo I ou Tipo II dentro de 30 anos-luz destrói toda a vida na superfície de um planeta habitável. No entanto, de acordo com John Cramer, seu papel não é apenas prejudicial: as supernovas também podem desempenhar o papel de “bomba evolutiva”. No entanto, todos os modelos atuais mostram que a frequência média das supernovas (a cada 100 milhões de anos, em um raio de 30 anos-luz) é uma explicação satisfatória para o “Grande Silêncio”. Para James Annis, as explosões de raios gama foram mais numerosas no passado do Universo; tais fenómenos poderiam ter exterminado civilizações então em pleno desenvolvimento.

A aparição da vida é rara

Gamma_ray_burst Tipologia extraterrestre
Explosões de raios gama do espaço profundo podem desempenhar um papel fundamental no surgimento da vida (visão do artista).

Segundo o biólogo evolucionista Ernst Mayr, a vida deve seguir cerca de dez etapas antes de aparecer e colonizar o meio ambiente. Mayr conclui que o número de fatores (oito em número), mas também o tempo médio necessário para o aparecimento da vida, é muito alto para pensar que a inteligência é um fenômeno galáctico generalizado. É possível que a vida inteligente tenha surgido apenas recentemente, principalmente porque sua aparência está ligada à sequência principal de sua estrela. Segundo Mario Livio, a estrela tem um papel importante em seu surgimento; de fato, condiciona o nível de oxigênio pela fotodissociação do vapor de água, bem como os níveis de oxigênio e ozônio na atmosfera. Livio percebe que o tempo necessário para o desenvolvimento da camada de ozónio (que permite que a vida floresça protegendo-a dos raios ultravioleta) é o mesmo necessário para o surgimento da vida. Esse tempo incompressível, assim como o da produção cósmica de carbono, explica por que não podem existir civilizações mais antigas que a nossa. A hipótese da “terra bola de neve”, que sustenta que quase toda a superfície da Terra estava coberta de gelo durante a glaciação de Varanger, desenvolvida pelo geólogo Paul F. Hoffman, sugere que a vida precisava dessas condições extremas. De fato, a explosão cambriana e o aparecimento de células eucarióticas seguem esse período. Parece que as placas tectónicas também são um fator facilitador. Além de gerar o campo magnético da Terra, a tectónica promove a biodiversidade. Um planeta sem atividade tectónica não poderia, portanto, dar origem à vida. Várias outras hipóteses biológicas sugerem que a vida é um fenômeno raro. Algumas hipóteses afirmam que a gênese do DNA não pode ser resultado do acaso. No entanto, a definição de vida apresenta um problema. A vida terrestre é um processo que envolve células, que têm um metabolismo, capaz de se reproduzir e, finalmente, que evoluem; mas outras características podem existir no universo. Até que a vida seja melhor definida, e até que “LUCA” (o último ancestral comum universal) seja identificado, não é possível determinar se é um fenômeno raro. Mais especificamente, “se for comprovado que o passo que permite a passagem da química inorgânica ao DNA é um fenómeno raro, então resolvemos o paradoxo de Fermi”. A passagem entre procariontes e eucariontes representa a questão mais crucial do problema. Acima de tudo, carece de um tertium comparationis, outra forma de vida que não pertence à biosfera terrestre. É por isso que a exploração do Sistema Solar em busca de vestígios biológicos é tão importante: descobrir outras formas de vida, mesmo microbianas, fecharia o debate.

O princípio antrópico

 

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O sinal Wow!, possível messagem de uma civilização extraterrestre.

O físico Brandon Carter pensa que a humanidade poderia ser única no universo, articulando o “princípio antrópico fraco”, ideia que pode ser resumida da seguinte forma: as leis da física que observamos são aquelas que permitiram a existência de observadores (portanto, leis de montagem da matéria, durações de existência compatíveis com a chegada da vida, etc.). Por outro lado, o princípio da parcimónia não nos autoriza a acreditar que viveríamos em um universo vasto o suficiente para ter hospedado o fenómeno duas vezes – mesmo que ele exista – porque então teríamos muito mais chances de ter aparecido em um universo menor e, portanto, menos exigente em energia e, portanto, mais provável. O filósofo William Lane Craig especifica que o princípio antrópico forte é apenas um argumento teleológico que não prova nada, mas este não está em questão aqui.

 

Lembretes sobre os dois “princípios antrópicos”

Desde Carter, várias variantes de sua teoria foram formuladas, mas muitas vezes resultam de uma confusão entre as duas variantes do princípio antrópico.

O chamado princípio antrópico fraco (PAM) afirma que a posição da Terra no universo é necessariamente privilegiada no sentido de que deve ser compatível com a existência de uma forma de vida evoluída, pois estamos aqui para observá-la. Em outras palavras, se o universo fosse menor ou se suas constantes físicas fossem diferentes, a vida como a conhecemos não teria a possibilidade de aparecer ali. É uma forma de truísmo, de tautologia. O chamado princípio antrópico forte (Strong anthropic Principle, SAP) afirma que o universo foi regulado com uma combinação precisa de leis e parâmetros fundamentais para que seres evoluídos (humanos) possam aparecer ali em determinado momento. Embora possa constituir uma explicação do paradoxo de Fermi, esta hipótese, com conotações religiosas ou pelo menos metafísicas, implica a existência de uma vontade ou necessidade na origem da evolução do universo, e sugere assim um desenho cósmico na origem do aparecimento da humanidade. Uma terceira variante é o chamada princípio antrópico final (FAP), formulado pelo cosmólogo John Barrow e pelo astrofísico Frank J. Tipler, que postula que a vida inteligente deve ocorrer e que esta, uma vez que existe, sobrevive para sempre, agregando sempre mais conhecimento, até que reformule o próprio universo. Para o matemático Martin Gardner, a FAP é uma aberração lógica, tanto que ele ironicamente a rebatizou de Princípio Antrópico Completamente Ridículo (CRAP).

A inteligência é rara

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Um par de cilindros O’Neill em um ponto de Lagrange (impressão de artista para a NASA, 1970).

Se a vida pode existir, não há razão para dizer que ela pode atingir um estágio de desenvolvimento suficiente para ser qualificada como inteligente; este é o cenário da “hipótese da mente rara” (“hipótese da inteligência rara”). Na verdade, o único exemplo conhecido na Terra é o Homo sapiens. Portanto, espécies que usam ferramentas podem ser raras no universo. A ferramenta depende do meio ambiente, mas um planeta sem metal (ou muito pouco) não permitiria que os seres desenvolvessem técnicas e práticas em alto nível de complexidade. A evolução tecnológica pode não ser inevitável: não há evidências de que o progresso científico seja uma lei social universal. A galáxia poderia abrigar civilizações que pararam seus desenvolvimentos no estágio do tamanho da pedra ou do metal, que seria indetectável com os meios humanos atuais. Também é possível que a inteligência em nível humano seja rara. Tudo depende da definição de inteligência e sua evolução. Finalmente, a linguagem também pode ser uma aquisição muito rara, até mesmo exclusiva da humanidade. A pesquisa de Noam Chomsky mostra que a faculdade linguística é adquirida e genética, resultado de uma longa evolução, ela própria dependente de condições ambientais que todos os planetas não poderiam ter. Um estudo de 2018 sugere que a probabilidade de não haver outra vida inteligente no universo observável é substancial, então não é surpresa que não estejamos detectando nenhum sinal disso.

Hipótese 2 – Civilizações extraterrestres existem, mas ainda não se comunicaram

Stephen Webb lista 22 explicações para essa possível resposta ao paradoxo de Fermi, que pode ser classificada em quatro grupos. Como este último aponta, esta classe de soluções baseia-se no “Princípio da Mediocridade” que assume que a Terra é um planeta comum na galáxia e que, portanto, não é único. A fragilidade dessas soluções, principalmente as de viés sociológico, no entanto, reside no fato de pressuporem que todas as civilizações extraterrestres adotam o mesmo comportamento. Esses cenários pertencem à categoria de soluções neocatastrofistas.

As viagens interestelares são difíceis

Principais modelos de colonização da galáxia
Autor Caraterísticas Tempo estimado
John Hart A colonização é feita por meio de uma nave interestelar indo a 10% da velocidade da luz. 1 millão de anos.
Eric M. Jones A colonização depende do aumento demográfico do planeta de origem, depois de suas colônias. 60 millões de anos.
Carl Sagan e William Newman A colonização ocorre como um processo de difusão matemática. 13 millares de anos.
Ian Crawford A colonização depende do tempo que leva para se estabelecer em um planeta e, a partir daí, construir uma nave. Entre 3,75 millões de anos et 500 millões de anos (em função dos valores atribuídos).
Frank Tipler A colonização é habilitada por sondas autorreplicantes. 4 millões de anos.

Os meios de deixar a órbita da Terra, embora numerosos na realidade (foguete químico, ramjet, vela solar, motor iónico) ou hipotéticos (sistema antigravitacional, motor táquions ou transporte no hiperespaço), não permitiriam explorar outras estrelas segundo Stephen Webb. Arcas espaciais (uma ideia apresentada pela primeira vez por John Desmond Bernal em 1929 com a nave geraçional), cilindros de O’Neill e habitats espaciais são limitados pelas grandes distâncias entre planetas viáveis. Se a viagem interestelar é praticamente impossível, então, de acordo com Stephen Webb, o paradoxo de Fermi está resolvido. Duas soluções técnicas se destacam se considerarmos as possibilidades hipotéticas e especulativas: deslocamento a uma velocidade maior que a da luz (Mais rápido que a luz, FTL, métrica de Alcubierre) e deslocamento via singularidades espaciais (tubo de Krasnikov, bolha de tempo de Chris Van Den Broeck ou vácuo extração de energia). Também é possível que civilizações extraterrestres ainda não tenham tido o tempo necessário para chegar à Terra (fisicamente ou por sinais eletromagnéticos) – esta solução é chamada por John Hart de “explicação temporal do paradoxo de Fermi” (explicação temporal do paradoxo de Fermi). Neste ponto, existem vários modelos de colonização da galáxia, cada um baseado em variáveis ​​e fatores específicos. Um modelo recente, o de Geoffrey Landis publicado em 2002, é baseado na teoria da percolação. Baseia-se em três variáveis: a distância máxima para estabelecer uma colônia (Landis considera que apenas viagens de longa distância são possíveis), o fato de que cada colônia, após um certo tempo, desenvolve sua própria cultura (e, portanto, sua própria onda de colonização ), e finalmente o fato de que uma colônia não pode ser estabelecida em um planeta já colonizado. O modelo de percolação permite que Landis calcule para cada cenário as probabilidades dos caminhos percorridos na galáxia. As civilizações são então distribuídas de acordo com áreas de ocupação que também revelam áreas desocupadas. Segundo ele, a Terra não encontrou civilizações extraterrestres porque está localizada em um desses vazios. O modelo de Landis tem fraquezas, no entanto, e mais notavelmente, não explica por que a Terra não recebeu nenhuma evidência de rádio que fosse inconfundivelmente de outra civilização. Uma possibilidade, frequentemente citada na literatura especializada ou de ficção científica, é aquela imaginada pelo engenheiro australiano Ronald Bracewell, baseada nos autômatos auto-replicantes do físico John von Neumann. São sondas que percorrem a galáxia e são capazes de se autoduplicar, acelerando exponencialmente a colonização, de forma rápida e com baixo custo. Para Bracewell, essas sondas seriam muito mais eficazes do que um sinal de rádio. O astrofísico Frank Tipler aperfeiçoou essa solução, conhecida como “Bracewell – von Neumann”, e assim reduziu o tempo de colonização da galáxia, estimando-o em 4 milhões de anos. Ele a considera a solução mais plausível, tanto que a vê como a única forma de colonizar a galáxia (segundo ele, o contato entre civilizações é impossível). Há também um cenário chamado “cenário de sondas mortais” ou “Berserkers”, que postula que essas sondas destruíram as civilizações que alcançaram.

Problemas de detecção e interpretação

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Projetos de telescópios espaciais possibilitarão a observação óptica de mundos distantes.

Existem muitos cenários relacionados a problemas de comunicação. A estratégia de busca de sinal atualmente implementada pode ser inadequada. Atualmente existem dois tipos de pesquisa: ou para atingir uma estrela (como o projeto Phoenix), ou para capturar sinais vindos de todo o céu (como os programas SETI, SERENDIP e BETA). Um estudo de Nathan Cohen e Robert Hohfeld mostra que a melhor solução é ouvir o maior número possível de estrelas. No entanto, o problema também está na busca, entre os sinais coletados, por mensagens inteligentes. O projeto SETI@home de David Gedye representa a tentativa de maior sucesso. Também é possível que um sinal inteligente já esteja nos bancos de dados. O projeto META, desde 1985, visa detectar pistas de mensagens inteligentes, entre 60 trilhões de sinais. Os astrónomos Benjamin Michael Zuckerman e Patrick Edward Palmer, cujo programa ouve cerca de 700 estrelas próximas, detectaram dez sinais que podem ser artificiais. Também é possível que os meios humanos de detecção não tenham escutado o céu o suficiente, ou que cada civilização escute, mas ninguém transmita (o projeto espacial Darwin da ESA era acabar com o problema observando opticamente os mundos distantes , mas foi cancelado em 2007). Para Christopher Rose e Gregory Wright, o envio de mensagens inscritas em determinados materiais (como a placa Pioneer) é uma solução mais eficaz de comunicação do que por ondas eletromagnéticas, enquanto para Freeman Dyson, as observações devem ser concentradas em fontes infravermelhas. Para Sebastian von Hoerner (em 1961) civilizações extraterrestres podem existir, mas as transmissões interplanetárias não permitem uma troca por períodos razoáveis. Cada um pode estar falando e ouvindo, mas a comunicação é impraticável devido aos atrasos. Também é possível que civilizações extraterrestres tenham desenvolvido matemáticas diferentes, seus ambientes lhes permitiram inventar outros conceitos. Uma mensagem poderia, assim, ser codificada em uma linguagem matemática além de nossa compreensão. O matemático Hans Freudenthal tentou, inventando a linguagem Lincos, para comunicar com extraterrestres. A radiação do corpo negro pode ser uma tentativa de comunicação.

Recusa ou incapacidade de comunicar

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Hans Freudenthal

Várias soluções mencionadas por Stephen Webb dizem respeito à impossibilidade técnica ou à recusa sistemática de comunicação com outras civilizações. Um mundo extraterrestre tecnologicamente avançado poderia assim se recusar a deixar seu sistema planetário. Dyson pensa que uma civilização do Tipo II não teria necessidade de deixar sua estrela natal. Graças a uma esfera que envolve seu sol, ele pode capturar toda a energia necessária, sem ter que explorar a galáxia. Os extraterrestres poderiam ficar em casa por razões filosóficas, ou porque desenvolveram um poderoso ambiente virtual no qual vivem totalmente. Eles podem de fato não ter desejo de se comunicar, seja porque cautela e isolacionismo são os traços de civilizações avançadas (há exemplos na Terra: o Sakoku japonês e o esplêndido isolamento britânico), ou porque nosso nível de inteligência não permitiria entender seus sinais. Os extraterrestres poderiam, por exemplo, ter resolvido a questão da necessidade e, assim, eliminado toda a pesquisa intelectual. As razões são muitas, mas, segundo Stephen Webb, nenhuma resolve o paradoxo de Fermi. Mundos extraterrestres cobertos de nuvens, ou banhados em luz total devido à presença de vários sóis e, portanto, não vivenciando a noite (como no conto de Isaac Asimov, When Darkness Will Come, de 1941), também seriam incapazes de comunicar por meio de transmissões interestelares. As estações espaciais em órbita contornariam tais obstáculos. Por fim, outra hipótese: a Terra pertence ao horizonte das partículas (limite cosmológico além do qual a luz ainda não chegou até nós) e os outros mundos permanecem inobserváveis. Dificuldades técnicas intransponíveis também podem explicar o paradoxo. Há muitas explicações sobre este ponto. Os extraterrestres podem já ter enviado um sinal interestelar, mas pode assumir muitas formas (eletromagnética, gravitacional, partícula ou táquion), algumas das quais ainda são desconhecidas pela humanidade. O problema da frequência de emissão também é crucial: pode ser que um sinal tenha sido emitido de outro mundo, mas os cientistas humanos não saibam onde procurá-lo. Philipp Morrison e Giuseppe Cocconi estudaram a questão no final da década de 1950. Eles compararam todas as possibilidades, passando pelo espectro eletromagnético, das ondas de rádio aos raios gama, e concluíram que a comunicação interestelar por meio de raios gama é a que teria melhor chance de ser utilizado por uma civilização extraterrestre, acreditando que a faixa de emissão mais adequada é entre 1 GHz e 10 GHz, mais precisamente entre 1,42 GHz e 1,64 GHz (região chamada “trou d’eau”, waterhole em inglês), que corresponde ao espectro do hidrogénio. Frank Drake tentou ouvir esta fita de transmissão; este é o projeto Ozma. De acordo com Webb, não há evidências de que sinais incomuns captados por radiotelescópios (como o sinal Wow!) sejam mensagens extraterrestres genuínas. As emissões de pulsos de laser seriam outra possível solução de comunicação de acordo com Stuart Kingsley (projeto COSETI).

Desastres ou Transcendência

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Equipamento de nanotecnologia de uma simulação da NASA.

O facto de que nenhum sinal ou vestígio extraterrestre foi detectado talvez prove que as civilizações tendem a desaparecer antes de atingir a maturidade suficiente. Muitas hipóteses os tornam vítimas de uma guerra depois de um inverno nuclear, ou de uma guerra bacteriológica/química em grande escala. Mundos extraterrestres também podem ter desaparecido devido à superpopulação e aos desastres ecológicos que se seguiram. Após a invenção da nanotecnologia, Eric Drexler, em seu livro (Engins de création), evoca a possível existência do “grey goo”: (Geleia Cinzenta) nanorrobôs programados para se auto-reproduzirem escapariam rapidamente do controle de seu criador para, em poucos dias, cobrir todo o planeta (hipótese da ecofagia global). O físico Robert Freitas estimou que este é um dos prováveis ​​fatores na extinção de civilizações extraterrestres. A destruição também pode resultar de experimentos científicos, como os que envolvem aceleração de partículas. Muitas soluções também exploram a longevidade das civilizações extraterrestres. Eles explicam o paradoxo de Fermi pelo fato de que há um tempo de vida específico para cada civilização e que esta última não lhes permite fervilhar na galáxia ou se comunicar com outros mundos. As civilizações extraterrestres, pelo menos as inteligentes, tenderiam assim a existir apenas de maneira efêmera, ou então a se autodestruir. Segundo Lipunov, cada civilização tem uma vida útil limitada por fatores específicos a ela. Uma solução para o paradoxo é aquela proposta em 1969 pelo astrofísico John Richard Gott, e chamada de “argumento do juízo final”. Segundo Gott, cada civilização, dependendo de suas características, tem uma probabilidade de vida e morte, que pode ser avaliada por meio de uma ferramenta estatística, o “delta t”. Usando o princípio copernicano, ele estima que há uma probabilidade de 95% de que a espécie humana dure entre 5,1 e 7,8 milhões de anos. Combinado com a equação de Drake, o modelo de Gott estabelece que há menos civilizações na galáxia capazes de transmissão de rádio. Segundo Igor Bezsudnov e Andrei Snarskii, o contato então a reunião dentro de um conglomerado de civilizações galácticas (Galactic Club), é o único fator que permitiria a uma civilização prolongar sua própria existência, e isso por causa do estímulo intelectual que tal troca poderia causar. Um mundo que não encontrou outras civilizações tenderia assim a desaparecer. O impacto com um NEO pode explicar o fim de uma civilização extraterrestre. Segundo o matemático e escritor de ficção científica Vernor Vinge, a evolução tecnológica trará uma mudança radical na civilização da história humana, que ele chama de “singularidade”. Retomando a ideia de Vinge, Stanislaw Ulam e Irvin John Good postulam que os extraterrestres, portanto, não se comunicariam porque teriam alcançado um nível transcendente de existência. De acordo com Stephen Webb, no entanto, a hipótese de Vinge não resolve o paradoxo de Fermi porque não explica por que nenhum sinal extraterrestre foi captado. Além disso, a noção de singularidade exacerba ainda mais o paradoxo, pois postula que as civilizações podem atingir um alto nível tecnológico.

Hipótese 3 — Existem civilizações extraterrestres e nos visitam

Stephen Webb lista sete explicações para essa possível resposta ao Paradoxo de Fermi (mais uma bem-humorada). Esses cenários pertencem à categoria de soluções solipsísticas.

O fenómeno OVNI

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O impacto com um NEO pode explicar o fim de uma civilização extraterrestre.

Desde 1947 e o testemunho de Kenneth Arnold, o fenômeno UFO representa a explicação mais popular para a hipótese de que civilizações extraterrestres existem e nos visitam – se discos voadores são considerados reais, então o paradoxo de Fermi é imediatamente resolvido. De acordo com Webb, esta solução é, no entanto, incompleta porque nada nos permite afirmar que os OVNIs são máquinas extraterrestres. Para Pierre Lagrange, há um sub-paradoxo ao de Fermi, uma consequência direta do primeiro, o “paradoxo dos OVNIs”: os OVNIs podem não ter nada a ver com extraterrestres, mas “se fôssemos confrontados com extraterrestres, tudo aconteceria como na controvérsia dos OVNIs.” O fenómeno UFO é pouco citado nas soluções científicas propostas. Robert Freitas o exclui dos debates sobre o paradoxo de Fermi. No entanto, James Deardorff, Bernard Haisch, Bruce Maccabee e Harold E. Puthoff admitem que alguns casos de avistamentos de OVNIs fornecem pistas que podem sugerir que entidades extraterrestres estão visitando a Terra. Beatriz Gato-Rivera está estudando o cenário em que a Terra está na zona de influência de uma hipercivilização galáctica.

Marcas de passagem extraterrestre

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Um suposto OVNI fotografado em Passoria, Nova Jersey, nos Estados Unidos, em 1952.

Webb identifica outra classe de explicações que tendem a mostrar que os extraterrestres estão presentes perto da Terra e que deixaram evidências de sua passagem. A misteriosa explosão em Tunguska em 1908, estruturas que sugerem trabalhos tecnológicos na Lua, ou crenças de que seu lado oculto pode ter abrigado bases extraterrestres pertencem a esta classe, assim como a teoria dos antigos astronautas popularizada por Erich von Däniken na década de 1970. Segundo para este último, extraterrestres visitaram a Terra no passado da humanidade, deixando vestígios, como as pirâmides maias ou as linhas de Nazca. Outro cenário especula sobre o fato de que sondas extraterrestres estariam presentes em órbita, em um dos cinco pontos de Lagrange, em sua periferia (“Hipótese do Artefato”). Ecos de rádio locais (LDE) seriam assim emitidos por essas sondas, que acompanhariam o desenvolvimento da humanidade; esta é a Hipótese Sentinela. No entanto, essas comparações não são rigorosas. Carl Sagan e J.-S. Shklovsky, em 1966, examinando uma lendária tradição suméria que conta como seres superiores teriam ensinado as grandes disciplinas do conhecimento aos homens, mostraram que é impossível demonstrar a realidade de um contacto extraterrestre a partir de tais histórias . Na ausência de evidências claras (por exemplo, um artefato extraterrestre ou tecnologia avançada desenhada em detalhes), estabelecer traços de passagem extraterrestre na história (astroarqueologia) é um empreendimento duvidoso. O planeta Marte há muito cristalizou as hipóteses sobre a existência de civilizações extraterrestres próximas a nós. A crença na presença de canais em sua superfície, desde as observações astronómicas de Giovanni Schiaparelli em 1877, até o comportamento enigmático de seu satélite Fobos, fizeram de Marte o local privilegiado para projeções humanas sobre a existência de extraterrestres

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Os satélites naturais de Marte, Fobos (esquerda) e Deimos (direita).

Iosif S. Shklovsky, por exemplo, sugeriu que Fobos era artificial, enquanto, segundo Frank Salisbury, Fobos teria sido colocado em órbita entre 1862 e 1877 (o astrónomo Heinrich Arrest de facto não percebeu isso em 1862). Outros lugares, no entanto, cristalizaram a imaginação humana: de acordo com Michael Papagiannis, os asteróides do cinturão além de Marte poderiam abrigar colónias extraterrestres, enquanto para David Stephenson a órbita excêntrica de Plutão é o sinal de um projeto de astroengenharia. Os outros planetas anões transnetunianos também são candidatos à hipótese de base extraterrestre.

Teoria da panspermia

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De acordo com a teoria da “panspermia dirigida”, a vida poderia ter sido trazida à Terra por cometas.

Webb aborda uma classe de explicações que levantam a hipótese de que os humanos são eles próprios de origem extraterrestre. Desde Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe, que imaginaram que micróbios poderiam ter sido transportados por cometas para a Terra, explicando assim as grandes extinções de sua história, a teoria da panspermia forma o coração desse cenário. Em 1973, Francis Crick – co-descobridor da estrutura do DNA – e Leslie Orgel foram ainda mais longe ao propor a ideia de uma “panspermia dirigida”, ou seja, uma intenção inteligente e deliberada de semear vida na Terra. Os objetivos seriam múltiplos: preparar o planeta para uma futura colonização, adaptar sua química, realizar um teste gigante ou até mesmo salvar o código genético de uma civilização inteira em agonia. A hipótese de que o DNA de espécies vivas na Terra seja uma mensagem ou uma herança de extraterrestres por meio da panspermia, teoria que data da década de 1970, está fortemente ancorada no imaginário.

Hipótese do zoológico

Teorizada em 1973 pelo astrónomo John A. Ball, a hipótese do zoológico postula que os extraterrestres existem e estão interessados ​​em nossa espécie. Eles poderiam fazê-lo da mesma forma que nos interessamos por animais em reservas naturais, por curiosidade científica e procurando interagir o menos possível com eles, observando-nos à distância, do cinturão de asteróides ou dos confins do Sistema. solar . Essa hipótese visa diretamente, segundo Ball, resolver o paradoxo de Fermi. Ele retoma a ideia de que, dada a longevidade do universo, as civilizações extraterrestres devem ter sido numerosas e devem ter se espalhado por toda a galáxia. No entanto, a ausência de contato é, segundo ele, o argumento mais forte a favor da hipótese do zoológico, da qual existem, dependendo dos fatores levados em consideração, diversas variantes. O chamado cenário “laboratorial” propõe que a Terra seja objeto de um experimento, enquanto James Deardorff propõe o cenário de um embargo vazado: alguns extraterrestres não respeitariam a situação “intocável” da Terra e a visitariam furtivamente. Deardorff, assim, consegue integrar avistamentos de OVNIs em seu roteiro, algo que Ball não poderia fazer. Um desenvolvimento adicional dessa hipótese é o da “quarentena galáctica”: uma civilização extraterrestre – ou várias formando uma guilda – esperaria até que a humanidade atingisse um certo nível tecnológico, ou evitasse a autodestruição, antes de entrar em contato com ela. De acordo com Webb, esse cenário e seus desenvolvimentos alternativos sofrem de várias falhas: não são testáveis, não explicam por que a Terra não foi colonizada muito antes do surgimento da vida e, finalmente, não explicam por que telescópios ou outros instrumentos não detectam sinais de vida inteligente na galáxia.

Hipótese do apartheid cósmico

De acordo com Webb, a hipótese do “apartheid cósmico” é um desenvolvimento da hipótese do zoológico que, no entanto, é por si só uma solução autónoma para o paradoxo de Fermi. Em 1987, Martyn J. Fogg explica que a Terra e suas espécies vivas se tornaram intocáveis ​​(ou invioláveis) por civilizações extraterrestres, devido a um tratado galáctico. Esta “Hipótese de Interdição” baseia-se na ideia de que, muito provavelmente, a galáxia já deveria ter sido colonizada, e isso muito antes da formação do Sistema Solar. Desde então, a galáxia teria entrado em uma era de equilíbrio de poder, o que explicaria por que não há rastreamento de contatos. A Terra estaria, assim, localizada dentro da área de influência de uma dessas potências galácticas, membro de um Galactic Club, ideia que Fogg empresta de Sagan e Newman, que também falam de um código de conduta comum, o Codex Galactica . Sendo a Terra um domínio reservado para este poder, nenhum contacto seria possível até que a humanidade tivesse adquirido tecnologia suficiente para se juntar a este clube galáctico. Webb vê uma fraqueza nessa suposição, no entanto: a homogeneidade cultural é um mito, dada a relatividade da viagem interestelar, que é um obstáculo para a construção de vastas civilizações. Este tema da provolução é popular na literatura e no cinema, desenvolvido em particular no Ciclo da Elevação (1980) de David Brin.

Hipótese do planetário

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O scritor de ficção científica e físico Stephen Baxter, autor da hipótese do planetário.

Para Stephen Baxter, o paradoxo de Fermi pode ser resolvido por meio de uma hipótese próxima à do zoológico: a hipótese do “planetário” (Planetarium Hypothesis). A Terra seria apanhada em uma poderosa simulação de realidade virtual que mascararia os sinais e evidências da presença extraterrestre dela. Os sinais eletromagnéticos ocultariam a assinatura de sua presença gerando o equivalente a um planetário, na escala de todo o Sistema Solar. A ideia foi retomada no conto de Robert Heinlein, Universe, mas também no cinema em Matrix ou (em menor escala) The Truman Show. Para Stephen Webb, esta hipótese, que tende a ser um solipsismo moderno, e que vai contra a navalha de Ockham, é irreal, a menos que se admita a existência de uma civilização muito poderosa (do tipo III em Kardachev). Tais dispositivos requerem domínio da astro-engenharia. Anders Sandberg imagina os “cérebros de Júpiter”: cérebros artificiais, do tamanho de Júpiter, com poder computacional fenomenal. Esses projetos de astroengenharia seriam capazes de consumir a energia de uma estrela para operar.

Os extraterrestres são Deuses

A última classe de explicações para a hipótese de que os extraterrestres existem e nos visitam, mas permanecem invisíveis aos nossos olhos, é que eles são tão tecnologicamente avançados que correm o risco de serem considerados deuses (alguns autores de ficção-científica também reinterpretaram textos religiosos tradicionais dessa maneira , sendo o exemplo mais famoso a sequência de romances de Doris Lessing, Canopus in Argo e, em particular, Shikasta). Há uma variante ainda mais especulativa desse tipo de cenário: todo o nosso universo é uma criação de Deus, que é um extraterrestre. Lee Smolin e Edward Harrison avançaram a ideia de que os buracos negros são gerados por poderes demiúrgicos para criar universos. Esta hipótese baseia-se em particular na exo-teologia em The Physics of Immortality: Modern Cosmology, God and the Resurrection of the Dead, Frank J. Tipler usou o princípio antrópico para postular a existência de uma civilização extraterrestre tão avançada que poderia, depois de o Big Crunch (se o Big Crunch existe), gera um número infinito de cálculos para poder reformar o universo atual dentro de uma simulação virtual. Essa civilização poderia, em particular, criar multiversos nos quais o forte princípio antrópico seria efetivo; poderia também assegurar que em cada universo a espécie inteligente fosse a única. Soluções espirituais também são consideradas: a ausência de extraterrestres seria explicada pelo fato de o universo ter sido criado especificamente para a alma humana. Ficaria vazio para permitir o advento da parusia anunciada.

Triple-star_sunset Tipologia extraterrestre
Impressão artística das três estrelas do exoplaneta HD 188753 Ab, a partir de um satélite hipotético deste último.

José Caleiro para MMH

Não existe caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho
Mahatma Gandhi

Este artigo foi inicialmente traduzido, total ou parcialmente, do artigo da Wikipédia em inglês, e francês cujo título é «Nordic aliens», paradoxos de fermi e outros.

 

 

 

Monografias

Adaptado de Diferente que incomóda

  • « Why haven’t we had alien contact? Blame icy ocean worlds », de Adam Mann, Science News,‎ ( [archive]).
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