Novus Ordo Seclorum

Babilónia, cidade construída nas margens do Rio Eufrates, no sudoeste da atual Bagdá no Iraque.  Suas ruínas são imensas: elas cobrem cerca de 10 km2. Durante seu auge, a Babilónia é um símbolo de beleza e seus jardins suspensos fazem parte das maravilhas do mundo. 

Pictured here is a scene still from the 1916 film “Intolerance.” Restored by Nick & jane for Dr. Macro’s High Quality Movie Scans Website: http:www.doctormacro.com.

Havia monumentos importantes como o zigurate do Ésagil, o templo de Marduk, que culminava a 90 metros e dominava a cidade. Com estes sete andares, foi designado como o “portão de Deus”. Este zigurate vai inspirar a famosa Torre de Babel do livro de Génesis (11.1-9). Esta narrativa que termina no caos linguístico fez de Babel o símbolo da confusão. Cada um pode igualmente compreender esta história como uma crítica da civilização urbana e do excesso da grandeza em construções humanas.

 

Sob a liderança de Hammurabi (1718-1676), a Babilónia tornou-se o centro de um império que cobria toda a Mesopotâmia. O Marduk é o seu Deus nacional. Sua expansão vem perturbar o povo da Bíblia. Jerusalém, seu templo e seu palácio serão destruídos pelo exército dos babilónios liderados por Nabuchaudonosaur. Este momento vai marcar Israel para sempre. De repente, os israelitas perderam a independência do seu reino, o seu rei, o seu templo e a elite da população é deportada para a Babilónia no exílio. Este exílio terminará quando em 539 Cyrus da Pérsia tomará Babilónia. A queda da Babilónia permitirá que os judeus regressem a Jerusalém e reconstruam o templo.

Visto pelos autores na Mesopotâmia

Mapa-múndi babilónico do século VII a.C., onde Babilónia figura no centro.
“  Os Anunnaki cavaram o chão com as suas enxadas, E, durante um ano, moldaram tijolos; Depois, a partir do segundo ano, Do Esagila, réplica do Apsu, eles ergueram o cume. Construíram a alta Torre de andares deste novo Apsu Ali instalaram um Habitáculo para Anu, Enlil e Ea. Então, em majestade (Marduque) ali foi tomar lugar na frente deles O Senhor (Marduque), no Lugar-muito-augusto que eles tinha edificado para Habitáculo, Para o seu banquete convidou os deuses, seus pais.

“Eis Babilónia, o vosso habitáculo e residência: Inclinai-vos! Enchei-vos com o seu júbilo!”

— “A construção de Babilónia pelos grandes deuses para Marduque”, na “Epopeia da Criação” (Enūma eliš).

Visto pelos autores greco-romanos

O mercado de casamentos babilónicos

Os autores gregos e latinos foram testemunhas da decadência de Babilónia mas preservaram a recordação da sua grandeza, dando uma imagem amplamente mitificada que sem dúvida refletia mal a realidade com que foram confrontados aqueles que realmente visitaram a cidade. O primeiro desses autores a deixar uma descrição foi Heródoto, na primeira metade do século V a.C., seguido por Ctésias no fim do mesmo século. Ambos descrevem uma cidade gigantesca, sem dúvida a maior do mundo que eles conheciam no seu tempo, e evocam grandes monumentos, nomeadamente as muralhas. Ctésias menciona ainda a sua outra maravilha, os Jardins Suspensos, e atribui a fundação a Semíramis. Esse topos de Babilónia como megalopolis encontra-se também, com os seus monumentos e soberanos lendários, por vezes com confusões com a história da vizinha Assíria, nos autores dos séculos da viragem da nossa era como Estrabão, Flávio Josefo e Plínio, o Velho, todos relatando o seu passado prestigioso e o facto da cidade ter caído em ruínas. Progressivamente, a recordação de Babilónia foi-se deformando, não obstante alguns autores que escreveram em grego ou latim terem registado informações relativamente fiáveis sobre a sua história e a sua cultura, baseando-se nos escritos do sacerdote babilónico Beroso ou em fontes locais, como foi o caso do filósofo Damáscio (séculos V e VI d.C.).

Visto pela Bíblia hebraica e no Novo Testamento cristão

Entrada de Alexandre em Babilónia ou o triunfo de Alexander Artista, Charles Le Brun (1619–1690).

Na Bíblia hebraica e a sua versão cristã (o Antigo Testamento) há várias passagens nas quais Babilónia ocupa um papel importante. A primeira é a descrição da Torre de Babel, relatada no Génesis, onde Babel remete a Babilónia, sendo a torre uma manifesta derivação do zigurate da cidade cujas primeiras testemunhas podem ter sido os exilados judeus na Babilónia. Este relato conta como os habitantes da cidade de Babel do país de Shinear, fundada pelo primeiro rei Nimrod, erigiram uma torre com o objetivo de atingir o Céu, mas o “o Eterno” impediu-os de o fazer, lançando a confusão entre eles fazendo-os falar várias línguas, de forma a que eles deixassem de se compreender uns aos outros.

Um plano da cidade da Babilónia, gravura de uma nova história da Bíblia Sagrada Vol. 1 (1795 edição) por Thomas Stackhouse.

Babilónia aparece também nos livros da Bíblia mais próximos da realidade histórica, nomeadamente o Segundo Livro dos Reis, que relata as vitórias de Nabucodonosor II sobre o Reino de Judá, e o Livro de Jeremias, que fala sobre os mesmos acontecimentos, evocando o princípio da deportação para a Babilónia. Nestes textos transparece uma imagem ambígua de Babilónia. Por um lado, ela é a cidade odiada, capital do reino dominador e orgulhoso que deportou os judeus e os forçou ao exílio doloroso e à melancolia do país de origem “nas margens dos rios da Babilónia” (Salmo 137), mas por outro lado por vezes Babilónia e Nabucodonosor são também apresentados como instrumentos da vontade divina. A imagem negativa da cidade é retomada no Novo Testamento dos cristãos, nomeadamente por ser assimilada a Roma, a nova potência dominadora e perseguidora. No Apocalipse de São João, a “Grande Prostituta” tem o nome de Babilónia e a cidade é citada várias vezes como símbolo do mal e do engano.

A amarga lembrança de seu exílio, no tempo de Nabucodonosor, manterá nos Hebreus a detestar a Babilónia. A cidade, muito depois de seu desaparecimento, será erguida como um símbolo universal de toda a depravação humana na Bíblia hebraica, mas nos escritos cristãos.

Torre de Babilónia na província de Babel

A revelação de São João, o último texto do novo testamento, evoca-o nestes termos: Então Deus se lembrou da Babilónia, a grande, Para lhe dar a taça onde o vinho borbulha fora de sua ira. (…) Venha, eu vou te mostrar o julgamento da grande prostituta que reside na borda dos oceanos (…) Babilónia o grande, mãe de prostitutas e abominações da terra (…) Ela caiu, ela caiu, Babilónia a grande, (…) Ó grande cidade, Babilónia cidade poderosa, foi o suficiente uma hora para ser julgada! A grande cidade cuja opulência enriqueceu todos aqueles que têm navios no mar, Foi o suficiente uma hora para que ele seja devastada! Alegra-te em sua ruína, céu!… (Tradução Ecuménica da Bíblia).

O símbolo da Babilónia será recuperado pelos pregadores da reforma, começando com Luther, para designar Roma, assento do papado desprezado.

Animais entrando na arca de Noé, Artista: Giovanni Benedetto Castiglione

A arca repousou num monte chamado Ararat, que pertence hoje à Turquia. É uma área muito montanhosa e difícil de viver. Uma parte dos descendentes de Noé influenciados por Satanás decidiu afastar-se daqueles que queriam ser fiéis a Deus, e foram para o vale de Sinar, ou Mesopotâmia (que significa entre dois rios), Tigre e Eufrates, onde foi construída a cidade de Babilónia  situada hoje no Iraque e onde na altura todos falavam o mesmo idioma.

Em Génesis 3:15 Deus prometeu que enviaria o Messias que esmagaria a cabeça da serpente. Satanás então começa a trabalhar com os descendentes de Noé para que essa promessa não se cumprisse:

Passado tempos no seio dos descendentes de Noé, aumentava a discórdia. Aqueles que desejavam esquecer-se do seu Criador, e não seguir as restrições de Sua lei, sentiam um incómodo constante pelo ensino e exemplos de seus companheiros tementes a Deus então resolveram separar-se dos adoradores de Deus. Viajaram para a planície de Sinear, nas margens do rio Eufrates. Foram atraídos pela beleza do local e a fertilidade do solo, e nessa planície decidiram a fazer sua morada. Edificaram uma cidade, e nela uma torre de altura tão estupenda que foi considerada uma das 7 maravilhas do mundo Antigo. (Patriarcas e Profetas, p.118)

A Bíblia diz que Ninrode “foi o primeiro a ser poderoso na terra”. Gên.10:8. O nome Ninrode significa em hebreu: REBELIÃO. As pessoas adoravam Ninrode como o deus SOL. Foi ele quem fundou a cidade e a torre no vale de Sinar. Ninrode é descendente de Cã filho de Noé, e as piores nações vieram deles, ex.: Os egípcios, a Assíria, os Cananeus, os filisteus que procuraram destruir os filhos de Deus. A Assíria era chamada de terra do Deus Assur.

Ninrode o Deus Sol. Ninrode casou com a sua própria “mãe”, Semiramis, essa, por estar casada com o chamado Deus Sol, considerou-se a Deusa Lua. Após a morte de Ninrode, Semírames deu à luz a Tamuz, que nasceu no dia 25 de Dezembro, dizendo ser a encarnação de Ninrode, gerado de forma não natural, ela possuía conhecimento do texto de Gênesis. 3:15, onde Deus disse que traria um descendente da mulher. Com a morte de Ninrode, Semírames ocupou seu lugar como deusa mãe, a “Rainha dos Céus”.

Conta-se que após sua morte ela subiu ao céu transformada numa pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz. A Rainha dos Céus se tornou a padroeira das religiões pagãs dos assírios, fenícios e vários povos.

Os gregos a chamavam de Afrodite ou Ceres.

Os romanos a chamavam de Vénus.

Os judeus a reconheciam como Rainha dos Céus e Astarot.

Os Efésios de Diana.

Os Egípcios a chamavam Isis, a Rainha dos Céus, de “ a grande MÃE” e a “MÃE de Deus”. A adoração a Isis espalhou-se por todo o Império Romano. Essa deusa era retratada com sua “divina criança Horus” em seus braços e largamente aclamada como “A Rainha dos Céus” e “A Mãe de Deus”.

Com a mistura de cristianismo e paganismo e para favorecer os interesses do imperador Constantino, a família profana de Semiramis, Ninrode e Tamuz, agora passa a chamar-se Maria, José e Jesus.

“Porventura não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém? Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira. Jeremias 7:17,18“

Então responderam a Jeremias todos os homens que sabiam que suas mulheres queimavam incenso a deuses estranhos, e todas as mulheres que estavam presentes em grande multidão, como também todo o povo que habitava na terra do Egito, em Patros, dizendo: Quanto à palavra que nos anunciaste em nome do Senhor, não obedeceremos a ti; Mas certamente cumpriremos toda a palavra que saiu da nossa boca, queimando incenso à rainha dos céus, e oferecendo-lhe libações, como nós e nossos pais, nossos reis e nossos príncipes, temos feito, nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém; e então tínhamos fartura de pão, e andávamos alegres, e não víamos mal algum. Mas desde que cessamos de queimar incenso à rainha dos céus, e de lhe oferecer libações, tivemos falta de tudo, e fomos consumidos pela espada e pela fome. E quando nós queimávamos incenso à rainha dos céus, e lhe oferecíamos libações, acaso lhe fizemos bolos, para a adorar, e oferecemos-lhe libações sem nossos maridos? Jeremias 44:15-19

BABYLON, Iraque um dos palácios de Saddam Hussein está em cima de uma encosta com vista para o rio Eufrates e as ruínas da cidade antiga. Enquanto as forças americanas rotineiramente alvejaram muitos dos palácios que Saddam construiu durante o seu mandato, este foi deixado em grande parte intocado. Foto de PFC. James Matise/exército dos EUA

O livro de Atos dos Apóstolos nos fala da existência dessa deusa dos Éfesos, Diana, também conhecida por Artemis a mesma Semiramis, a Rainha dos Céus tamtam conhecida como Ishtar , Anat, Asherah, Isis, Juno, Minerva, Afrodite, Vénus.

E não somente há o perigo de que a nossa profissão caia em descrédito, mas também de que o próprio templo da grande deusa Diana seja estimado em nada, vindo a ser destruída a majestade daquela que toda a Ásia e o mundo veneram. E, ouvindo-o, encheram-se de ira, e clamaram, dizendo: Grande é a Diana dos efésios. Atos 19:27,28

Os romanos adoravam uma deusa que eles associavam a Semiramis da Babilónia,  Vénus Columba. Ainda hoje vários símbolos fazem alusão a Diana:

Alguns dizem que cidade de Columbia nos EUA, faz alusão à Deusa, historicamente mas é mais provável que seja uma homenagem a Cristóvão Colombo.

A Columbia Pictures? a personagem está vestida como a Deusa, O estúdio foi fundado originalmente em 1918 como “Cohn-Brandt-Cohn Film Sales” pelos irmãos Jack e Harry Cohn e pelo melhor amigo de Jack, Joe Brandt. Em 1924, foi adotado o nome Columbia Pictures, um nome derivado de Colúmbia a personificação nacional dos Estados Unidos, que é usado como o logótipo do estúdio.

A Columbia Broadcasting System (CBS) CBS Broadcasting, Inc. “CBS” é referida as vezes como “Eye Network” (Rede do Olho), em referência ao icónico logótipo da empresa, em uso desde 1951.

 

“E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queiqueimemos bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal. E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra”. (Gênesis 11:3-4) UM POVO EGOÍSTA, UMA CIDADE EGOÍSTA, ORGULHOSA (Gênesis 6:2,4)

Estes empreendimentos destinavam-se a impedir que o povo se espalhasse ao longe, em colónias. Deus determinara que os homens se dispersassem pela Terra toda, para povoá-la e subjugá-la, mas estes construtores de Babel resolveram conservar unida a sua comunidade, em um corpo, e fundar uma monarquia que finalmente abrangesse a Terra inteira. Assim, a sua cidade tornar-se-ia a metrópole de um império universal, sua glória imporia a admiração e homenagem do mundo, e tornaria ilustres os fundadores. A magnificente torre, atingindo os céus, tinha por fim permanecer como um monumento do poder e sabedoria de seus construtores, perpetuando a sua fama até as últimas gerações. (Patriarcas e Profetas, p.119). UNIR A TODOS EM UM SÓ CORPO, PARA ESTABELECER UMA MONARQUIA, UM IMPÉRIO UNIVERSAL, COM UM GOVERNO CENTRAL, UMA SÓ RELIGIÃO AO DEUS SOL PARA QUE TODO O MUNDO SE REBELASSE CONTRA DEUS E ASSIM O MESSIAS NÃO PODERIA VIR.

“Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;” (Génesis 11:5). Quando os crimes não recebem rapidamente os devidos julgamentos e punições, os corações dos demais filhos dos homens se enchem de disposição para fazer o mal. … (Eclesiastes) 8:11

E o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer”. (Génesis 11:6). Preciso acabar com isso, senão vai desmoralizar toda a raça humana. Todo o mundo vai ser governado por Satanás. Depois de investigar Deus agora dá o veredito: portanto, vinde! Desçamos! Confundamos a linguagem dos seres humanos, a fim de que não mais se entendam uns com os outros!” E foi dessa maneira que o SENHOR os espalhou dali por toda a terra, e pararam de erguer a cidade.… (Génesis 11:7).

E foi dessa maneira que o SENHOR os espalhou dali por toda a terra, e pararam de erguer a cidade. Por isso ficou conhecida como Babel, porquanto ali o SENHOR confundiu a língua de todo o mundo. E, assim, desde a Babilónia, o SENHOR dispersou a humanidade sobre a face da terra.. (Génesis 11:8,9). Para Deus é muito mais fácil gerir as confusões dos homens falando falando estes várias línguas (dividir para melhor reinar)?

Na Torre de Babel Satanás queria corromper toda a raça humana e depois tentou corromper Terá. Mas Deus preservou uma linhagem que preservaria a verdade, começando com Set e depois Abraão do qual viria o Messias. • Em João 8:56 nos diz. Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se.

Satanás tentou impedir a vinda do Messias, por todos os meios, mas Deus sempre preservou a linhagem. Ver as genealogias na Bíblia. A genealogia de Génesis 5 dos filhos de Deus de Adão a Noé. Em Génesis 11  de Sem a Abraão. E em Mateus 1 de Abraão a Cristo.

O livro do Apocalipse nos diz que no final o diabo vai unir o mundo inteiro em rebelião contra Deus. O que aconteceu em Babel, o estabelecimento da religião falsa , será repetido em todo mundo em nosso tempo. Apocalipse 17:5 fala do ressurgimento de Babilónia como um poder que vai dominar o mundo no final da história. Babilónia, no final da história vai unir três poderes ou três grupos: o dragão, a besta e o falso profeta (Apoc. 16:13). A besta  vai governar sobre todas as nações, o objetivo desta nova Babilónia é estabelecer um império em rebelião contra Deus. E em Apocalipse 18:1-3 diz que essa Babilónia vai dar o seu vinho a todas as nações. O vinho da ira da sua prostituição.

Todas as religiões pagãs vieram de Babilónia. Isso significa que muitos dos costumes originais como a adoração do sol, a imortalidade da alma, o uso do rosário, o uso de água benta, entre outras coisas, a ideia de um inferno ardente para sempre, todas essas doutrinas começaram em Babel e se espalharam pelo mundo. É dito no Apocalipse, e que os reis da terra, as religiões da terra, os mercadores da terra, todas as nações da terra irão participar num grande sistema global em rebelião contra Deus.

No Apocalipse está escrito que este sistema irá derramar o sangue dos santos. Ou seja, o diabo vai querer remover do planeta Terra os fiéis a Deus por não seguir essas falsas ideias religiosas de Babilónia. É por isso que Deus levantou um povo em Apocalipse 14, anunciando três mensagens. A primeira mensagem diz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque a hora do seu juízo é vindo e adorai o Criador do céu e da terra, o mar e as fontes das águas. A segunda mensagem diz: Caiu, caiu Babilónia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua fornicação. Apocalipse 14:8.. A terceira mensagem diz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão. Apocalipse 14:9.. Hoje podemos ver este sistema formatando-se diante dos nossos olhos.

OS NINRODE DE HOJE Os Illuminati

Esta Ordem Secreta foi fundada no dia 1º de maio de 1776 na Bavária, Alemanha; seu fundador foi Adam Weishaupt (1748 – 1830). Seu objetivo era destruir o cristianismo e todos os governos terrestres e uni-los sob um só governo mundial. Adam recebeu o apoio financeiro da House of Rothschild. Os Rothschild são uma família de banqueiros que por mais de 200 anos tem exercido uma grande influência na história política e económica da Europa.

Na na parte oculta da nota de um dólar pode ler, Novus Ordo Seclorum. Que significa: “Nova Ordem dos Secular ou Nova Ordem Mundial” . Esse era o revolucionário slogan dos Illuminati. Ao pé da pirâmide está a data MDCCLXXVI (1776) que corresponde a data da criação do “grande selo” dos Estados Unidos, É o ano da fundação da seita Illuminati, 1º de maio e da declaração da independência dos Estados Unidos no dia 4 de julho.

Há pelo menos três alvos básicos: Uma nova ordem económica internacional (Apoc.13:15-17); Uma nova ordem política (Apoc.13:15-17); Uma nova ordem religiosa mundial (Apoc.13:12-17).

A pirâmide com o olho de Lúcifer (visto assim para muitos) (prefiro lembrar-me do olho que vê tudo que é um símbolo cristão) mas como digo sempre cada um vê as coisas a sua maneira, portanto o olho que vê tudo, na nota de 1 dólar foi introduzido pelo presidente Roosevelt e seu vice, ambos maçons. A águia, também símbolo de Lúcifer na antiguidade, conhecida por Fénix (o Fénix renasce das suas próprias cinzas), é agora o símbolo da sala presidencial dos Estados Unidos aqui faço alusão a:  E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. Apocalipse 13:11

Seguimento desta reflexão em breve.

Referências

 

  • Rainer Sousa. «Bíblia». Mundo educação. Consultado em 31 de março de 2011. Em seu significado original, o termo bíblia vem da palavra grega “biblos” que significa “papel, livro, papiro” e pode ser utilizado para todo e qualquer conjunto de textos sagrados que contém os ensinamentos fundamentais de qualquer tipo de religião. Entretanto, o uso desse termo acabou sendo também utilizado para se nomear o principal livro adotado pela religião cristã. Contendo sessenta e seis livros, a Bíblia é tida como uma das publicações mais vendidas ao redor do mundo.
  • «Bíblia». Infoescola. 26 de fevereiro de 2008. Consultado em 15 de abril de 2011. A Bíblia é um dos livros sagrados da Humanidade, a interpretação religiosa da jornada humana pela Terra, do ponto de vista do povo judeu, narrada pelo próprio Homem, mas segundo a Igreja inspirada diretamente por Deus. […] Ela deriva do grego Bíblos ou bíblion, significando ‘rolo’ ou ‘livro’. […] A palavra ‘Bíblia’ foi adotada pelo cristianismo a partir do ano 200 d.C. […] A Igreja Católica Apostólica Romana determinou como oficiais 73 livros bíblicos, 46 integrantes do Antigo Testamento e 27 do Novo. A Bíblia Católica tem sete livros a mais no Velho Testamento do que as versões adotadas por outras religiões cristãs e pelo Judaísmo […] Originalmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. Os capítulos foram criados pelo Professor Stephen Langton, em 1227 d.C […]. Em 1551 Robert Stephanus percebeu que era fundamental implementar subdivisões nesta obra, e assim elaborou os versículos. […] Somente em 1748 d.C. surgiu uma edição bíblica na língua portuguesa, a partir da Vulgata Latina.
  • «Bible». Online Etymology Dictionary. Consultado em 06 de setembro de 2016. early 14c., from Anglo-Latin biblia, Old French bible (13c.) “the Bible,” also any large book generally, from Medieval and Late Latin biblia “the Bible” (neuter plural interpreted as feminine singular), from phrase biblia sacra “holy books,” a translation of Greek ta biblia to hagia “the holy books.” The Latin word is from Greek biblion “paper, scroll,” the ordinary word for “book,” originally a diminutive of byblos “Egyptian papyrus.” The Greek word perhaps is from Byblos, the name of the Phoenician port from which Egyptian papyrus was exported to Greece (modern Jebeil, in Lebanon; compare parchment). Or the place name might be from the Greek word, which then would be probably of Egyptian origin. The Christian scripture was referred to in Greek as Ta Biblia as early as c. 223. Bible replaced Old English biblioðece (see bibliothek) as the ordinary word for “the Scriptures.” Figurative sense of “any authoritative book” is from 1804. Bible-thumper “strict Christian” is from 1870. Bible belt in reference to the swath of the U.S. South then dominated by fundamentalist Christians is from 1926; likely coined by H.L. Mencken in the “American Mercury.”
  • «Bíblia». Origem da Palavra – Site de Etimologia. Consultado em 06 de setembro de 2016. É o Latim medieval BIBLIA, retirado da expressão BIBLIA SACRA, “livros sagrados” (BIBLIA é um plural em Latim) , uma tradução do Grego TA BIBLIA TO HAGIA, “os livros sagrados”, de BIBLION, “papel, rolo, livro”. Originalmente BIBLION era diminutivo de BYBLOS, “papiro egípcio”, provavelmente do nome da cidade (hoje JEBEIL, no Líbano), de onde esse material era exportado para a Grécia
  • Rainer Sousa. «Hebreus». Brasil Escola. Consultado em 30 de março de 2011. Uma das maiores fontes de estudo da trajetória do povo hebreu se encontra na Bíblia, principalmente na parte do conhecido Velho Testamento. Nesse livro, hoje de valor sagrado para o Cristianismo, podemos ver alguns traços da história e da cultura desse povo.
  •  
  • Tiago Dantas. «Cristianismo». Brasil escola. Consultado em 31 de março de 2011. O livro sagrado dos cristãos é a Bíblia Sagrada, composta pelo Antigo e pelo Novo Testamento. A primeira parte conta a história da criação do mundo, das leis, tradições judaicas, etc. Já o Novo Testamento conta a vida de Jesus, como os cristãos primitivos viviam, etc.
  • Mundo educação. «Dia Mundial da Religião». Consultado em 31 de março de 2011. Com o cristianismo, a igreja se dividiu em três vertentes[…]. Seu livro sagrado é a bíblia, e traz como forma de vida os ensinamentos do filho do Messias, Jesus Cristo.
  • Lorna Daniels Nichols (2009). Big Picture of the Bible — New Testament. [S.l.]: Winepress Publishing. ISBN 978‐1‐433‐67181‐4
  • John J. McDermott (2002). Reading the Pentateuch: a historical introduction. [S.l.]: Paulist Press. ISBN 978‐0‐8091‐4082‐4
  • Bruce M. Metzger; Michael David Coogan (1993). The Oxford Companion to the Bible. [S.l.]: Oxford University Press. ISBN 978‐0‐19‐504645‐8
  • Ehrman, Bart D (2014). Quem escreveu a Bíblia?: Por que os autores da Bíblia não são quem pensamos que são. Rio de Janeiro: Agir Editora. ISBN 9788522030033
  • Gênesis 2:7 7. Do pó da terra formou Deus Jeová ao homem, e soprou-lhes nas narinas o fôlego de vida; e o homem tornou-se um ser vivente.
  • Rainer Souza. «Criacionismo». Brasil Escola. Consultado em 31 de março de 2011. O cristianismo adota a Bíblia como fonte explicativa sobre a criação do homem. Segundo a narrativa bíblica, o homem foi concebido depois que Deus criou céus e terra. Também feito a partir do pó, o homem teria ganhado vida quando Deus assoprou o fôlego da vida em suas narinas.
  • «James Hutton, avô da seleção natural». Ciência Hoje. 13 de novembro de 2003. Consultado em 21 de maio de 2011. Segundo ele, a composição das rochas do planeta é uma das muitas provas de que ele foi formado bem antes do que relata a Bíblia (somente 8 mil anos).
  • «Evolução e religião». Ciência Hoje. 8 de outubro de 2009. Consultado em 29 de maio de 2011. Apenas algumas denominações protestantes fundamentalistas fazem uma interpretação literal estrita, criacionista, do livro do Gênesis na Bíblia que os leva a rejeitar em princípio a evolução biológica. Para eles a Terra tem menos de 10 mil anos e Deus criou o homem diretamente. No seu livro Os anais do velho testamento, publicado em 1650, o bispo inglês James Ussher calculou que Deus criou o universo na véspera do dia 23 de outubro de 4004 a.C. Até o final dos anos 1970 todas as Bíblias colocadas em quartos de hotel nos Estados Unidos pela Gideon Society continham essa estimativa, que também fez parte da arguição a que Clarence Darrow submeteu William Jennings Bryan no famoso julgamento de Scopes, no Tennessee, em 1926.
  • «Ler ou não ler?». Ciência Hoje. 1 de fevereiro de 2006. Consultado em 18 de maio de 2011. Uma pesquisa sobre os livros mais vendidos de todos os tempos revela unanimidade apenas nos dois primeiros lugares. Na cabeça da lista vem a Bíblia […].
  • Editores da Publications International Ltd (2007). «21 livros mais vendidos de todos os tempos». Como tudo funciona. Consultado em 29 de março de 2011
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  • «Good Book» (em inglês). Slate. 3 de março de 2009. Consultado em 7 de junho de 2011. A century ago, most well-educated Americans knew the Bible deeply. Today, biblical illiteracy is practically universal among nonreligious people. […] Even among the faithful, Bible reading is erratic. The Catholic Church, for example, includes only a teeny fraction of the Old Testament in its official readings. Jews study the first five books of the Bible pretty well but shortchange the rest of it. Orthodox Jews generally spend more time on the Talmud and other commentary than on the Bible itself. Of the major Jewish and Christian groups, only evangelical Protestants read the whole Bible obsessively. […] Maybe it doesn’t make sense for most of us to read the whole Bible. After all, there are so many difficult, repellent, confusing, and boring passages.
  • «Biblically Speaking» (em inglês). Slate. 4 de março de 2009. Consultado em 7 de julho de 2011. My book is by no means a substitute for the Bible. It’s an effort to bring a new […] perspective to a book that has been made inaccessible and difficult by clergy and academics. […] James Kugel’s recently published How To Read the Bible? […] I read Kugel’s book […]. […] Kugel demolishes, chapter by chapter, the idea that the Bible is historically true (No exodus from Egypt, no conquest of the Promised Land, God is an offshoot of Baal, etc). […] Here we have a book written 3,000 years ago, with bizarre stories, peculiar laws, erratic deity […] Martin Luther was one of the first theologians to suggest that people read AND interpret the Bible for themselves. […] Clergy have mostly discouraged us from reading the Bible, insisting that we should only do it under their tutelage.
  • Rainer Sousa. «Onde Judas perdeu as botas». Brasil Escola. Consultado em 30 de março de 2011. Entre a Antiguidade e a Idade Média, por exemplo, a inacessibilidade aos textos bíblicos foi responsável pela criação de várias narrativas envolvendo os personagens cristãos. Os feitos e destinos de certos nomes presentes na Bíblia ganhavam acréscimos e certas distorções que salientavam a forte presença do cristianismo no imaginário dessa época. Levando em conta que boa parte da população era iletrada, ficava difícil de impor um rigor de verdade entre as várias histórias de cunho bíblico.
  • «Lutero». [HistoriaNet]]. 22 de abril de 2005. Consultado em 7 de junho de 2011. Martin Lutero alegava ainda, que somente o amor de Cristo era capaz de providenciar paz de espírito, o alcance deste amor era oferecido por meio da Bíblia, gratuitamente. […] A Igreja Católica centralizava seu poder sobre os fieis privando-os de possuírem um exemplar da bíblia, sob alegação que jamais poderiam entendê-la, devido a sua complexidade. Diziam ainda que o papel de ensinar as orientações de Deus era uma responsabilidade exclusiva da Igreja Católica, “comandada” pelo Papa.
  • «É possível a convivência pacífica entre ciência e religião?». Ciência Hoje. 10 de janeiro de 2003. Consultado em 18 de maio de 2011. A interpretação literal da Bíblia também ajudou a criar os conflitos entre ciência e religião. A crença de que um deus criou a Terra para nos abrigar e todas as outras espécies para nos servir pode ser muito alentadora, embora contrarie consensos científicos que poucos ousam desafiar. Mas a Bíblia, inspirada em tantas fontes diferentes, não pode ser entendida como um relato preciso da história humana ou uma descrição perfeita da natureza, apesar de estar repleta de verdades morais valiosas e incontestáveis.
  • «Com os pés na terra e os olhos no céu». Ciência Hoje. 27 de outubro de 2009. Consultado em 18 de maio de 2011. Para o astrônomo e filósofo, as escrituras deveriam ser interpretadas a partir do estudo da natureza.
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  • «O DNA do racismo». Ciência Hoje. 11 de julho de 2008. Consultado em 18 de maio de 201. Mas a conciliação do inconciliável precisava ser racionalizada com argumentos da própria religião. Isso envolveu duas vertentes principais. A primeira consistiu em substituir a ênfase da unidade da humanidade a partir da Adão e Eva por uma divisão tricotômica baseada nos filhos de Noé: Cam, Sem e Jafé. Segundo o livro do Gênese na Bíblia, Cam viu Noé nu e bêbado e contou para seus irmãos, zombando do pai. Ao saber disso, Noé amaldiçoou Cam e o condenou, assim como toda a sua descendência, à servidão. Os escravocratas avidamente adotaram uma identificação dos africanos com os descendentes de Cam, uma cômoda justificativa religiosa para a escravidão, embora na própria Bíblia não haja nenhuma referência à cor de Cam ou qualquer descrição de seus descendentes.
  • «Chatting the Bible» (em inglês). Slate. 13 de abril de 2007. Consultado em 8 de julho de 2011. the Bible, at least the Hebrew Bible, does not offer clear guidance about how we are supposed to behave. […] Most people encounter the Bible through someone else—as their rabbi or pastor or professor or priest interprets it for them. […] here you have a book that is thousands of years old, written by a small primitive tribe […]. […] “The Bible,” according to Mark Twain, “reveals the character of its God with minute exactness. It is a portrait of a man, if one can imagine a man with evil impulses far beyond the human limit. In the Old Testament He is pictured as unjust, ungenerous, pitiless, and revengeful, punishing innocent children for the misdeeds of their parents; punishing unoffending people for the sins of their rulers, even descending to bloody vengeance upon harmless calves and sheep as punishment for puny trespasses committed by their proprietors. It is the most damnatory biography that ever found its way into print.”
  • Patrícia Lopes. «Testemunhas de Jeová». Brasil escola. Consultado em 31 de março de 2011. As Testemunhas de Jeová acreditam que a Bíblia é a palavra de Deus, tendo-a como base para suas crenças. O Novo Testamento é chamado de Escrituras Gregas Cristãs e o Velho Testamento, de Escrituras Hebraicas. Consideram os 66 livros que compõem a Bíblia, interpretando-a de forma literal, salvo quando as expressões ou o contexto revelam que o sentido é figurado ou simbólico.
  • Rainer Sousa. «Espiritismo». Brasil Escola. Consultado em 5 de abril de 2011. Abrindo portas para a doutrina cristã, o espiritismo tem um elo relativo com o texto bíblico e os evangelhos. Sem ocupar a posição fundamental da obra de Kardec, a Bíblia é utilizada como uma das várias referências de compreensão do mundo espiritual. Concomitantemente, a vida de Jesus Cristo é considerada um modelo de evolução espiritual também obtido na história de vida de outros indivíduos iluminados.
  • Orthodox Christian Info: Old Testament
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  • Bíblia On Line (http://www.bibliaon.com/)
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  • «Estudo: O Senhor deu a Palavra». www.biblias.com.br. Consultado em 18 de fevereiro de 2016
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  • «Textus Receptus». www.1611kingjamesbible.com. Consultado em 18 de fevereiro de 2016
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  • Um dos livros que Martinho Lutero tinha intenção de remover era a Epístola de Tiago.
  • Pedro Apolinário (1985). História do Texto Bíblico. [S.l.: s.n.]
  • Louis Berkhof. Teologia Sistemática. [S.l.: s.n.] ISBN 9788576222590
  • «A Igreja na Idade Média». Historianet. Consultado em 30 de março de 2011. Eusébio Jerônimo, dálmata, conhecido como São Jerônimo que traduziu a Bíblia diretamente do hebraico, aramaico e grego para o latim. Esta versão é a célebre Vulgata, cuja autenticidade foi declara pelo Concílio de Trento.
  • «A Igreja na Idade Média». HistoriaNet. Consultado em 4 de junho de 2011. Os principais Padres do Ocidente são: […] Eusébio Jerônimo, dálmata, conhecido como São Jerônimo que traduziu a Bíblia diretamente do hebraico, aramaico e grego para o latim. Esta versão é a célebre Vulgata, cuja autenticidade foi declara pelo Concílio de Trento.
  • «Reforma Protestante – Contra-reforma». Brasil escola. Consultado em 31 de março de 2011. Em 1542, o Concílio de Trento, uma reunião dos principais líderes da Igreja organizada pelo papa Paulo III, […] . No Concílio de Trento estabeleceu-se […] . Além disso, a Vulgata foi estabelecida como versão oficial da Bíblia Sagrada, […].
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  • «Reforma Protestante – Anglicanismo». Brasil escola. Consultado em 31 de março de 2011. Desde meados do século XIV, o teólogo John Wyclif realizou duras críticas ao poder material da Igreja e fez a tradução da Bíblia para o inglês.
  • «Protestantismo». Brasil escola. Consultado em 31 de março de 2011. Por esse motivo, a partir da Reforma Protestante, a Bíblia foi traduzida para diversas línguas e distribuída sem restrições para as pessoas.
  • «Reforma Religiosa». HistoriaNet. Consultado em 5 de junho de 2011. Lutero foi excomungado em 1520. Ele queima publicamente a carta do papa (Bula papal), traduz a Bíblia para o Alemão, […].
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  • «É possível acreditar em Deus usando a razão». Consultado em 24 de julho de 2012. Os textos da Bíblia passaram por diversas revisões ao longo do tempo. Como podemos ter certeza de que as informações às quais temos acesso hoje são as mesmas escritas há 2.000 anos? Além disso, como lidar com o fato de que informações podem ser perdidas durante a tradução? Você tem razão quanto a variedade de revisões e traduções. Por isso, é imperativo voltar às línguas originais nas quais esses textos foram escritos. Hoje, os críticos textuais comparam diferentes manuscritos antigos de modo a reconstruir o que os originais diziam. O Novo Testamento é o livro mais atestado da história antiga, seja em termos de manuscritos encontrados ou em termos de quão próximos eles estão da data original de escrita. Os textos já foram reconstruídos com 99% de precisão em relação aos originais. As incertezas que restam são trivialidades. Por exemplo, na Primeira Epístola de João, ele diz: “Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra”. Mas alguns manuscritos dizem: “Estas coisas vos escrevemos, para que o nosso gozo se cumpra”. Não temos certeza se o texto original diz ‘vosso’ ou ‘nosso’. Isso ilustra como esse 1% de incerteza é trivial. Alguém que realmente queira entender os textos deverá aprender grego, a língua original em que o Novo Testamento foi escrito. Contudo, as pessoas também podem comprar diferentes traduções e compará-las para perceber como o texto se comporta em diferentes versões.
  • «A cruz de Cristo». O Nortão. 4 de novembro de 2011. Consultado em 11 de novembro de 2011. Outro erro refere-se à cruz. Afirma-se que a cruz é um símbolo pagão e que Jesus teria sido pregado em uma estaca e com as mãos transpassadas por um só prego, por isto escolhendo traduzir σταυρός como “estaca”. Originalmente, “staurós” significava poste, conforme se pode ver em Homero, Hesíquio de Alexandria e outros. Porém, passou a significar duas traves (uma vertical e outra horizontal) atravessada uma na outra. E tanto os escritores pagãos como os cristãos nos apresentam a cruz no tempo de Cristo usada para punir os criminosos: havia uma trave vertical chamada “stipes” ou “staticulum”, e uma outra dita “patibulum”, que era fixada à anterior em sentido horizontal. O réu era preso à trave horizontal com os braços abertos e depois fixo ao poste vertical.
  • Diálogo com Trifão, 40: That lamb which was commanded to be wholly roasted was a symbol of the suffering of the cross which Christ would undergo. For the lamb, which is roasted, is roasted and dressed up in the form of the cross. For one spit is transfixed right through from the lower parts up to the head, and one across the back, to which are attached the legs of the lamb.
  • Contra as Heresias 2:14:4: The very form of the cross, too, has five extremities, two in length, two in breadth, and one in the middle, on which [last] the person rests who is fixed by the nails.
  • Ad Damasum, 18
  • Gabriela Cabral. «Homofobia». Brasil Escola. Consultado em 5 de abril de 2011. Há uma grande polêmica entre homossexualidade e religião, pois a Bíblia (livro utilizado pelo cristianismo e, na versão chamada Tanakh, pelo judaísmo) condena o ato homossexual, declarando-o como sendo um pecado, e isso gera grande revolta nos homossexuais.
  • «O Perdão entre os Cristãos» (PDF). O perdão que Deus dá é completo. O homem perdoado por Deus é trazido à condição de não ter nenhuma condenação mais (Rom 8:1), ele é libertado da lei do pecado e da morte (Rom 8:2). Judicialmente o homem é justificado diante de Deus, não tendo nada pesando contra ele mais (Rom 5:1). Posicionalmente o homem perdoado é feito um filho de Deus e co-herdeiro com Cristo (Rom 8:17) e, agora, com todas as bênçãos espirituais (amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança – Gal 5:22) nos lugares celestiais (nos céus onde o Pai e o Salvador estão) em Cristo (Efés 1:3). Deus perdoa todas as iniqüidades e sara as enfermidades do homem graças ao Seu muito amor para com esse (Sal 103:3). Assim como está longe o oriente do ocidente (Sal 103:12), os pecados que antes faziam separação entre Deus e o homem agora estão longe do onipresente Deus, o que se deve ao perdão dado pelo Deus onipotente. Os pecados dos homens perdoados são agora lançados atrás das costas do Senhor (Isa 38:17) e, o onisciente Deus jamais lembrará de seus pecados e das suas iniqüidades (Heb 10:17).
  • «A Bíblia como obra literária. Hermenêutica literária dos textos bíblicos em diálogo com a teologia» (PDF)
  • «Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis»
  • «A Bíblia como Literatura – Lendo as narrativas bíblicas»
  • «Estudos Literários Aplicados à Bíblia» (PDF)

«É possível acreditar em Deus usando a razão». Consultado em 24 de julho de 2012. Temos boas bases históricas. A palavra ‘prova’ pode ser enganosa porque muitos a associam com matemática. Certamente, não temos prova matemática de qualquer coisa que tenha acontecido na história do homem. Não temos provas, nesse sentido, de que Júlio César foi assassinado no senado romano, por exemplo, mas temos boas bases históricas para isso. Meu argumento é que se você considera os documentos do Novo Testamento como fontes da história antiga, — como os historiadores gregos Tácito, Heródoto ou Tucídides — o evangelho aparece como uma fonte histórica muito confiável para a vida de Jesus de Nazaré. A maioria dos historiadores do Novo Testamento concorda com os fatos fundamentais que balizam a inferência sobre a ressurreição de Cristo. Coisas como a sua execução sob autoridade romana, a descoberta das tumbas vazias por um grupo de mulheres no domingo depois da crucificação e o relato de vários indivíduos e grupos sobre os aparecimentos de Jesus vivo após sua execução. Com isso, nos resta a seguinte pergunta: qual é a melhor explicação para essa sequência de acontecimentos? Penso que a melhor explicação é aquela que os discípulos originais deram — Deus fez Jesus renascer dos mortos. Não podemos falar de uma prova, mas podemos levantar boas bases históricas para dizer que a ressurreição é a melhor explicação para os fatos. E como temos boas razões para acreditar que Cristo era quem dizia ser, portanto temos boas razões para acreditar que seus ensinamentos eram verdade. Sendo assim, podemos ver que a Bíblia não foi criação contingente de um tempo, de um lugar e de certas pessoas, mas é a palavra de Deus para a humanidade.

 

Bibliografia

Obras generalistas sobre a civilização mesopotâmica

Estudos especializados sobre Babilónia

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