Mapas antigos e modernos
Um mapa (do termo latino mappa) é uma representação visual de uma região. São, geralmente, representações bidimensionais de um espaço tridimensional. A ciência da concepção e fabricação de mapas designa-se cartografia. Por vezes, a cartografia debruça-se sobre a projeção de superfícies curvas sobre superfícies planas, no processo chamado planificação. Os mapas são uma expressão da necessidade humana de conhecer e representar o seu espaço.

Resumo
- 0.1 Os primeiros mapas
- 0.2 Por volta de 500 a.C.
- 0.3 O Mapa-Múndi
- 0.4 O leste e o nascer do sol
- 0.5 Século XVIII
- 0.6 Mapas
- 0.7 Planta de Lisboa
- 0.8 Costa oeste de Portugal
- 0.9 Mapa da Península Ibérica
- 0.10 Mapa da Europa
- 0.11 Carta de Portugal continental
- 0.12 Mapa do Norte da Europa
- 0.13 Carta de Portugal continental
- 0.14 Carta de Portugal
- 0.15 Carta topographica da cidade de Lisboa
- 0.16 Exposition universelle de 1900
- 0.17 Portugalliae que olim Lusitania
- 0.18 A new map of Portugal
- 0.19 Portugalliae que olim Lusitania, novissima
- 0.20 Portvgallia et Algarbia
- 0.21 L’hydrographie françoise
- 0.22 A complete atlas
- 0.23 Nouvel atlas de géographie
- 0.24 Mappa geographico do reino de Portugal
- 0.25 Mapa da costa de Portugal
- 0.26 Compendio de observações
- 0.27 Atlas Mayor o Geographia Blaviana
- 0.28 Parte del Atlas Mayor
- 0.29 Nuevo atlas
- 0.30 L’Atlas curieux
- 0.31 Arquipélago das ilhas gregas
- 0.32 Atlas sive
- 0.33 Atlas nuevo de la extrema Asia
- 0.34 Atlas / F. de Wit
- 0.35 Atlas / Frederick de Wit.
- 0.36 Description de l’univers
- 0.37 L’Atlas Ou Méditations Cosmographiques
- 0.38 Geographicae Enarrationis
- 0.39 Atlas universel
- 0.40 A cartografia medieval
- 0.41 A cartografia da Idade Moderna
- 0.42 Portugaliae Monumenta Cartographica
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Os primeiros mapas
O primeiro mapa de que se tem notícia foi feito numa tábua redonda de argila por volta de 2300 a.C. na região da Mesopotâmia (atual Iraque). Era apenas uma representação de um rio, provavelmente o rio Eufrates, circundando montanhas. Outros registros, datando de 1000 a.C., foram encontrados no Egito em tumbas, onde os desenhos representavam paisagens locais, trilhas e rios.Mas foi na Grécia que surgiram as primeiras tentativas de se estabelecer métodos para a confecção destes mapas.

Por volta de 500 a.C.
Hecateu de Mileto produziu um livro onde representava a terra como um disco com a Grécia no centro que foi considerada o primeiro livro de geografia da história.

Claudius Ptolomeu, que viveu entre 90 e 168 d.C., publicou um tratado sobre geografia composto por oito volumes e que entraria para história por conter uma nova representação do mundo com regras para representá-lo na forma esférica, bem mais próximo dos utilizados atualmente.

O Mapa-Múndi
A história do Mapa-Múndi cobre as representações do mundo desde a antiguidade clássica até à era dos descobrimentos e à emergência da geografia moderna, ou seja do século VI a.C. ao século XVI.

Os mapas mais antigos que se conhecem foram encontrados na antiga cidade de Çattal Huyulk, na Turquia, e datam de cerca de 6204 a.C., estando desenhados numa parede. Existem, também, mapas em outras culturas ancestrais, como, por exemplo, a azteca, a esquimó, a mesopotâmica etc. Com a invenção do papel, passaram os mapas a ser desenhados em folhas (talvez daí subsista, quase como sinónimo, a palavra carta), mais concretamente do termo grego que designava as folhas de papiro usadas na execução dos mapas, e que era karte. O termo carta é, normalmente, usado para referir mapas antigos. Onde quer que você esteja no planeta, você pode ver o sol nascendo no leste e se pondo no oeste. A estrela polar lhe dirá onde está o norte, enquanto que, dependendo da época ou do ponto do mundo onde você se encontra, o sul pode ser localizado por meio da constelação de Sírius ou verificando no céu qual é a inclinação máxima do sol em relação ao horizonte (zénite). Embora tenha dado origem a um dos conceitos mais poderosos e intangíveis. O Ocidente ou o mundo ocidental, as sociedades antigas recusavam-se a privilegiar o Ocidente como lugar onde o sol se punha. O pôr do sol personificava o fim da jornada da vida, antecipando a escuridão e o reino da morte, de modo que quase nenhuma cultura o escolheu como orientação sagrada para a oração, e menos ainda o colocou no topo de seus mapas. Ele era colocado na área inferior dos mapas, como no mapa-múndi de Hereford, um dos grandes mapas medievais, no qual ao olhar para baixo você chega ao oeste, onde o julgamento final espera por você. Mas se o oeste estiver na parte de baixo dos mapas, o leste estará na parte de cima. O norte também é único entre os quatro pontos cardeais, devido ao polo físico do campo magnético da Terra. As correntes de convecção combinam a eletricidade com o núcleo planetário de ferro e níquel, criando um campo geomagnético que gira em torno do planeta e se espalha pelo espaço. Então, ele acabou por padrão no topo do mapa-múndi é uma questão que ainda divide os historiadores. Sabemo os chineses o tinham ali, embora as primeiras bússolas chinesas apontassem para o sul, o que era considerado mais desejável do que o norte escuro. O imperador vivia no norte do país e sempre tinha que aparecer no topo do mapa, olhando seus súditos de cima para baixo. Como já foi apontado anteriormente, não há razão para colocar os pontos cardeais nas direções convencionais e, portanto, a representação tradicional é tão correta quanto a invertida. A convenção do norte para cima (e do leste para a direita) da maioria dos mapas modernos foi estabelecida pelo astrônomo Ptolomeu e foi amplamente adotada por outros cartógrafos como Mercator e Waldseemüller. Existem muitos mapas que têm outra orientação e onde o norte não está no topo. É o caso, por exemplo, dos mapas medievais ou de alguns mapas feitos por outras culturas. São muitos os exemplos que encontramos na cartografia histórica que mudam a perspectiva a que estamos acostumados. Mas existem mapas atuais que viram o norte e o sul de cabeça para baixo: estes são os mapas invertidos.

Este mapa-múndi não segue a orientação dos mapas convencionais, mas ilustra a ideia de que o leste poderia ser o norte. Ele foi feito em couro de bezerro por volta de 1300, e retrata a criação bíblica da humanidade e é uma enciclopédia visual do conhecimento cristão. Ao invés de mostrar um caminho físico, ele traça um caminho espiritual. A morada está relacionada com identidade, que é uma declaração espiritual e teológica, não geográfica. A maioria dos mapas tem o norte na parte superor. O zénite do sol identifica o sul. A estrela polar indica o norte. As explicações para a posição do norte na parte superior dos mapas passam por questões religiosas, espirituais e política. Na Idade Média, os mapas em uso na Europa eram frequentemente centrados em Jerusalém, e com o Oriente para cima. Um dos grandes passos na evolução dos mapas é dado na época dos Descobrimentos, quando as áreas representadas passaram a ser bem maiores que anteriormente e surgiu a necessidade de se obter bons níveis de precisão para se conseguir navegar com relativa segurança.
O leste e o nascer do sol
Na história dos pontos cardeais, tudo começa no leste com o nascer do sol. O oriente tem sido desde tempos imemoriais um símbolo de nascimento, do início da jornada da vida. Oriente vem do latim oriens, aparecer, nascer. É a raiz do termo “orientação”, a principal forma de nos localizarmos no espaço. O leste foi definido em oposição ao oeste ao longo do eixo horizontal que precedia o norte-sul. No cristianismo primitivo, o leste é a localização do paraíso, uma razão poderosa pela qual ele é posicionado no topo de muitos mapas-múndi. A partir do século XII que, através do relato de viajantes e navegadores, se iniciou a produção de mapas que incluíam regiões maiores do globo. Embora com muitos erros e exageros por parte dos relatores. O período das “Grandes Navegações” (século XV) foi uma época de grande produção de mapas e cartas. Mas era comum encontrar representados nessas cartas, além das regiões a navegar, figuras mitológicas e monstros marinhos.

No século XV Gerard Mercator desenvolveu um método para representar as características de um objeto curvo (a terra) numa superfície plana.

Século XVIII
A partir do século XVIII e da invenção de telescópios a cartografia começou a se desenvolver, mas, só atingiria seu auge nas décadas de 1970 e 1980 com o surgimento de bancos de dados digitais sobre o tamanho, as formas da terra e o seu estudo, a geodésia. Um dos elementos fundamentais dos mapas modernos é a presença de uma escala, que permite determinar as dimensões reais dos objectos cartografados e medir distâncias (a escala é um quociente entre a medida no mapa e a medida real correspondente). Quanto maior for a escala, menor é o detalhe, ou seja, mais amplas e gerais serão as informações do mesmo. Há, também, mapas que apenas representam a posição relativa dos objectos e não permitem retirar conclusões sobre as distâncias entre eles. Exemplos são os mapas do metro de muitas cidades. Outros mapas, que abdicam da fidelidade posicional dos objectos para escalar as suas representações em função de quantidades associadas a esses objectos, dizem-se cartogramas. Como representações abstractas do mundo os mapas não são neutrais e devem ser interpretados cuidadosamente: uma das razões é a distorção provocada pela projecções cartográficas, que pode induzir em erro quanto à comparação de áreas distintas, por exemplo. Os objectos que se representam num mapa dependem do tipo de uso para o qual este é elaborado. Por exemplo, um mapa de estradas dará importância à rede viária ao representar os vários tipos de vias, os cruzamentos e as distâncias entre cidades. Um mapa geológico caracterizará do ponto de vista da geologia o solo numa dada região. Um mapa político mostrará as fronteiras ou outras divisões administrativas. Um mapa para navegação marítima dará prioridade à localização de faróis, portos e relevo submarino.

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-61691283.
A cartografia sofreu uma verdadeira revolução com a aplicação dos Sistemas de Informação Geográfica e do Sistema de Posicionamento Global a partir do final do século XX. Esta revolução opera-se não apenas a nível da produção mas também da circulação, manipulação e utilização de informação espacial. É fácil hoje produzir um mapa personalizado no computador ou obter um outro, de qualquer local do mundo, na internet.
Mapas
No momento de descarregar alguns mapas pode apresentar uma página “502 Bad Gateway” o servidor pode estar ocupado ou em manutenção, tente mais tarde S.F.F.
Planta de Lisboa
Planta de Lisboa com as novas avenidas construidas e projectadas : Brinde de “O Século”. – Lisboa : A Editora, [ca 1909]. – 1 planta : color. ; 58,70×79,50 cm, em folha de 64,00×82,70 cm, dobrado e inserido em capa de cartão: 9,50×14,10 cm

Costa oeste de Portugal
Costa oeste de Portugal entre Espinho e o Cabo Mondego : Oceano Atlântico Norte / trabalho da segunda campanha da Missão Hidrográfica da Costa de Portugal, de Agosto a Novembro de1914 ; oficiaes do aviso “Cinco de Outubro” que sob a direcção do comandante Hugo de Lacerda ; trabalharam no levantamento da carta: 1ºs ten[en]tes A.F. Lopes, A. Botelho de Sousa, J. H, Herz., M. J. Possante e 2º ten[en]te R. M. Serra Guedes ; M. Egreja, Lacerda e Gaspar, gravaram ; Matheus Toste, des.. – [Lisboa] : Missão Hidrográfica, [ca 1914].

Mapa da Península Ibérica
vias de comunicação, cidades, serras, províncias. – Porto : J. T. Mota, [1936]. – 1 mapa : color. ; 53,90×40,50 cm em folha de 55,70×42,10 cm.

Mapa da Europa
Mapa da Europa. – Lisboa : Litografia Mata, [19–]. – 1 mapa : color. ; 35,90×48,70 cm em folha de 44,50×59,60 cm

Carta de Portugal continental
Carta de Portugal continental segundo os ultimos elementos oficiaes e em harmonia com os actuaes pro… / por J. B. Nunes Junior, professor inscrito no Liceu de Lisboa. – Lisboa : Lith[ografia] de Portugal, [ca 1937]. – 1 mapa : color. ; 96,00×67,00 cm, em folha de 112,00×74,00 cm.
Contempla a rede fluvial, figuração do relevo por sombreado, sinalização de cabos e portos de mar, representação das principais estradas, da via férrea (em exploração e em construção), de cidades, vilas e povoações com alguma importância, capitais de distrito e sedes de concelho, divisão administrativa por distritos, bem como, as sedes de: departamento marítimo, de divisão militar e eclesiástica, e ainda a localização de praças fortes e de lugares históricos em que se deram batalhas, sinalizados pelas bandeiras das facções em conflito . – Na margem esquerda apresenta uma legenda, ordenada alfabeticamente, com a designação dos “Concelhos, ordem da sua importância, número de freguesias de cada concelho a que pertencem” . – Na margem inferior esquerda insere-se anúncio a outras obras do mesmo autor, designadamente: Mapa das colónias portuguesas, mapa com os Açores, Madeira, Estado da Índia, Macau e Timor e, ainda, o Mapa de pesos e medidas so sistema métrico decimal.

Mapa do Norte da Europa
Mapa do Norte da Europa. – V. N. de Gaia : Empresa Gráfica Apolino, 1940. – 1 map. : color. ; 32,90×51,20 cm em folha de 36,20×53,60 cm

Carta de Portugal continental
Carta de Portugal continental / coordenada por Augusto Ladeiro Inspector escolar. – Porto : Lito-Maia, 1942. – 1 mapa : litografia, color. ; 128,00×88,00 .
No mapa inserem-se bandeiras e datas alusivas a algumas das batalhas mais importantes da história de Portugal. Na margem esquerda apresenta: menção de mapa aprovado pela Direcção Geral do Instituto Geográfico e Cadastral, conforme despacho de 15/08/941, autorizado para uso nas escolas oficiais e particulares do continente e império colonial português, por despacho ministerial de 27 de Setembro, publicado no Diário do Governo, no 261, 2a Série de 8 de Novembro de 1941, apresenta ainda 3 janelas, respectivamente com: legenda, gráfico hidrográfico, com a extensão dos principais rios que desaguam na costa portuguesa e gráfico orográfico com a designação e altitude das serras . – Na margem direita apresenta: quadro com a divisão territorial do país, organizada por províncias e contemplando os concelhos, números de freguesias, habitantes (reportados ao volume 1 do Censo da População de 1930, da Direcção Geral de Estatística, e uma nota dos resultados prováveis do recenseamento geral da população de 12 de Dezembro de 1940), área das unidades administrativas e número de professores; inserem-se ainda 2 quadros com dados referentes à rede ferroviária do país, linhas do caminho de ferro sua designação e extensão em quilómetros e campos de aviação (aeródromos).

Carta de Portugal
Carta de Portugal / Instituto Geográfico e Cadastral. – [Lisboa] : Instituto Geográfico e Cadastral, 1940. – 1 mapa : color. ; 31,50×20,20 cm em folha de 33,00×22,20 cm.

Carta topographica da cidade de Lisboa
Carta topographica da cidade de Lisboa e seus arredores referida a 30 de Junho de 1876 / Filippe Folque, F. M. Pereira da Silva ; grav. Maia, Mesquita Júnior, Mesquita Senior. – [S.l. : s.n.], 1939. – 1 mapa, reprod., parcial, em três folhas : litografia, p&b ; 43,50×32,00 cm, em folha de 58,50×39,50 cm cada folha.

Exposition universelle de 1900
Exposition universelle de 1900 : plan général / del P. Bineteau. – Paris : Taride, 1900. – 1 pl. : color. ; 52,00×65,00 cm, em folha de 55,30×70,00 cm. AUTOR: Bineteau, P., fl. ca 1839-1900, tec.graf.
Escala [ca 1:3500]
PUBLICAÇÃO:
Paris : Taride, 1900
DESCR.FÍSICA: 1 pl. : color. ; 52,00×65,00 cm, em folha de 55,30×70,00 cm
CONTEM: Na margem inferior esquerda: “Desination des classes”

Portugalliae que olim Lusitania
Portugalliae que olim Lusitania novissima et exactissima descriptio. – [S.l. : s.n.], 1585. – 1 carta com texto ; 7,80×11,00 cm em folha de 18,30×13,90 cm.

A new map of Portugal
A new map of Portugal / by Robt. Morden. – [S.l. : R.M., 16–]. – 1 mapa com texto ; 13,30×11,10 cm em folha de 20,00×14,60 cm

Portugalliae que olim Lusitania, novissima
Portugalliae que olim Lusitania, novissima & exactissima descriptio / Auctore Vernando Alvaro Secco ; sculp. Baptista Doetecomius. – [Amesterdam : Jodocus Hondius, 1616?]. – 1 mapa : gravura, agarelado ; 34,10×50,10 cm, em folha de 46,90×56,00 cm.
Contém ainda escala gráfica de “10 Miliaria Germanica, quorum 15 uni gradui respondët”; O mapa encontra-se orientado a oeste. A referência à edição corrigida relaciona-se com a versão do mapa de Abraham Ortelius, corrigida por Jodocus Hondius em 1600; no verso, este mapa, apresenta texto em língua francesa; foi publicado em atlas da série Mercator-Hondius, provavelmentede, em 1616, ou, noutra edição francesa posterior
CONTEM: No verso, apresenta um texto de Portugal

Portvgallia et Algarbia
Portvgallia et Algarbia quae olim Lvsitania / Vernando Alvero Secco. – Amstelodami : Apud Ioannem Ianssonium, [ca 1635]. – 1 mapa : gravura, p&b ; 38,70X50,00 cm, em folha de 45,50X57,70 cm

L’hydrographie françoise
L’hydrographie françoise ou recueil des cartes dressées au Dépost des plans de la Marine pour le ser… / par le Sr. Bellin. – Paris : De l’Imprimerie de Didot, 1756. – 1 atlas, [2] p., 35 mapas ; 61 cm

A complete atlas
A complete atlas, or distinct wiew of the known world : in which the latitudes and longitudes of the principal places in different countries are laid down according to the latest discoveries / by Emanuel Bowen. – London : William Ynnys and Joseph Richardson [etc.], 1752. – 1 atlas, 4 p., 69 mapas : traçados color. ; 46 cm

Nouvel atlas de géographie
Nouvel atlas de géographie contenant en 98 cartes la géographie ancienne, la géographie du Moyen Age… / E. Cortambert. – Paris : Librarie Hachette et Cie., [ca 1873]. – 1 atlas, 4 p., 98 mapas : color. ; 27×35 cm

Mappa geographico do reino de Portugal
Mappa geographico do reino de Portugal : dividido por províncias, districtos e concelhos, conforme a nova lei territorial / Frederico Perry Vidal. – [Lisboa] : Lith. de Maciá Jor., 1863. – 1 mapa : color. ; 126×76 cm

Mapa da costa de Portugal
Mapa da costa de Portugal, de Aveiro ao Cabo Espichel]. – [1997]. – 1 mapa manuscrito, cópia : p&b ; 101,50×67 cm, em folha de 119×84 cm

Mappa do paiz vinhateiro do Alto Douro / Josh. James Forrester ; grav. James Wyld ; ded. a Senhora D. Maria II. – Porto : António Maria de Magalhäes, [1843]. – 1 mapa : p&b ; 98×45 cm., dobr. em capa 15×26 cm

Compendio de observações
Compendio das observações, e calculo para achar a longitude pela distancia da Lua ao Sol, usando das taboadas do conhecimento dos tempos / Jacinto Joseph Paganino.
AUTOR(ES):
Paganino, Jacinto José, 1731-1805
PUBLICAÇÃO:
Lisboa : na Off. Patr. de Francisco Luiz Ameno 1783
DESCR.FÍSICA:
59 [1] p., [2 f. dobr.] ; in-4
NOTAS:
[Coll.] P-5-19 / Jacinto Joseph Paganino. – Lisboa : na Off. Patr. de Francisco Luiz Ameno, 1783. – 59 [1] p., [2 f. dobr.] ; in-4

Atlas Mayor o Geographia Blaviana
Atlas Mayor o Geographia Blaviana que contiene las cartas y descripciones de España. – En Amsterdam : y la Officina de Juan Blaeu, 1672. – 1 atlas, [14], 418, [1] p., 19 mapas, 6 grav. : color.; 58 cm

Parte del Atlas Mayor
Parte del Atlas Mayor o Geographia Blaviana que contiene las cartas y descripciones de Italia. – En Amsterdam : y la Officina de Juan Blaeu, 1669. – 1 atlas, [8], 331 p., 52 mapas : color.; 58 cm

Nuevo atlas
Nuevo atlas de los Reynos de Escocia y Yrlanda. – : s.n., 1664]. – 1 atlas, [8], 232, 82, [1] p., 54 mapas : color.; 58 cm

L’Atlas curieux
L’Atlas curieux ou le Monde réprésenté dans des cartes générales et particuliéres du ciel et de la terre divisé tant en ses quatre principales parties que par états et provinces et orné par des plans et descriptions des villes capitales et principales…] [ [Material cartográfico] / [par N. de Fer Géografe de Monseigneur le Dauphin. – Paris : chez l’Auteur, 1705. – 1 atlas, 2 v. : il.; 40 Descarregar volume 1 PDF
Arquipélago das ilhas gregas
Arquipélago das ilhas gregas];[Mediterrâneo];[ Atlântico Norte]; / Giouanni Oliua de missina, fatta in Liorno año 1745. – 1745, fatta in Liorno. – 3 mapas náuticos : manuscritos, pergaminho, color.; 40,6×63 cm

Atlas sive
Atlas sive cosmographicae meditationes de fabrica mundi et fabricati figura / Gerardi Mercatoris ; Jodocus Hondius ; [Jodocus Hondius, Jr.]. – Amstelodami : Sumptibus & typis aeneis Iudoci Hondij, 1613. – 1 atlas em 2 vol., 150 mapas : gravura, color.; 48 cm

Atlas nuevo de la extrema Asia
Atlas nuevo de la extrema Asia, o descripcion geographica del Imperio de los Chinas / por el Martino Martinio de la Compañia de Iesu. – A Amsterdam : en casa de Juan Blaeu, 1658. – 1 atlas, 211, [19], XIII, 47 p., 16 mapas : color.; 58 cm

Atlas / F. de Wit
Atlas / F. de Wit. – Amstelodami : Apud Fredericum de Wit, [post 1688]. – 1 atlas, 152 mapas : color.; 56 cm

Atlas / Frederick de Wit.
Atlas / Frederick de Wit. – Tot Amsterdam : Bij Frederick de Wit, [post 1688]. – 1 atlas, 150 cartas : color.; 53 cm

Description de l’univers
Description de l’univers : contenant les differents systemes du Monde, les cartes generales & particulieres de la geographie ancienne & moderne, les plans & les profils des principales villes & des autres lieux plus considerables de la Terre, avec les portraits des souverains qui y commandent, leurs blasons, titres & livrées, et les moeurs, religions, gouvernemens & divers habillemens de chaque nation. – A Paris : chez Denys Thierry, 1683. – 1 atlas em 5 v., 671 mapas, plantas e vistas : grav.; 21,7 cm

L’Atlas Ou Méditations Cosmographiques
L’Atlas Ou Méditations Cosmographiques / [Gerardo Mercatore] ; [Jodocus Hondius]. – [Duisburgi Cliuorum : Typis Aeneis, 1609]. – [2], 358 p. de texto, 32 p. de índ., 133 cartas : color.; 41 cm

Geographicae Enarrationis
Geographicae Enarrationis : Libri Octo. Ex Bilibaldi Pirckeymheri tralatione, sed ad Graeca et prisca exemplaria a Michaele Villanouano secundò recogniti & locis innumeris denuò castigati. Adiecta insuper ab eode[m] scholia, quibus et difficilis primus liber nu[n]c primu[m] explicatur, & exoleta Vrbiu[m] nomina ad nostri seculi morem exponu[n]tur… / Claudii Ptolomaei Alexandrini. – Lugduni : apud Hugonem à Porta, 1541. – 1 atlas, 150 p., 50 fól. de texto e mapas, [48] f.; il.; 2º (40 cm)

Atlas universel
Atlas universel dressé sur les meilleures cartes modernes / P. Santini. – Venise : Chez Remondini, 1784. – 1 atlas em 2 v. : traçados a cores; 55 cm

A cartografia medieval
Na Idade Média as representações cartográficas perdem as concepções que os gregos tinham, passando a representar o mundo com um conceito religioso e os explicando conforme os ensinamentos bíblicos. Em geral esses mapas apresentavam um quadro conceitual com as seguintes linhas:

O mundo era representado em forma retangular dentro de um tabernáculo chamado de mundo tabernáculo, do tratado Topografia Cristã de Cosme Indicopleustes. No tratado Topografia Cristã ele nega a ideia de esfericidade da Terra e dos Céus. Indicopleustes tem uma visão de mundo fechado e finito, em que a terra está inserida dentro de uma caixa fechada semelhante a um tabernáculo. São os mapas isidorinos com o famoso mapa “T” sobre “O”, que se originam no século VII d.C., com o bispo de Sevilha, St. Isidoro (560-636) o qual publica na sua enciclopédia “Etymologiarum Libri XX” (Etimologias), considerada como a primeira grande enciclopédia cristã. Nesta linha a representação foi baseada no mapa Orbis Terrarum dos romanos, adaptado a teologia cristã. Esta representação define uma forma de mapas tripartido, na maioria circulares, com Jerusalém ocupando o centro da representação e a Ásia na parte superior do mapa, onde estava representado o paraíso, a Europa fica a esquerda e a África fica a direita. Estes continentes eram rodeados por um oceano representado pela letra circular “O”, já a letra “T” tinha o seu pé formado pelo Mar Mediterrâneo e os braços pelo Mar Vermelho e os Canais do rio Don e o Mar de Azov. Esta representação era baseado em interpretações bíblicas como em Isaías – Is 40:22, “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar”, que fundamentou a representação de uma Terra circular plana. Bem como na representação de Jerusalém como centro da representação, pois, segundo a tradição bíblica era a posição original da sua representação, pois assim está escrito: “Esta é a Jerusalém; no meio das nações eu a coloquei, e suas terras ao redor dela”, bem como os três continentes conhecidos, Europa, Ásia e África eram tidos como herança deixada por Noé os seus filhos. A Ásia para os povos semitas descendentes de Sem, a África para os povos camitas, descendentes de Cã, e finalmente a Europa para os povos descendentes de Jafé;
São mapas manuscritos conhecidos como Beatos que tiveram origem nos escritos do “Comentário sobre o Apocalipse” atribuído a Beato de Liébana, na Espanha. Estas representações vão trazer o mundo representado de forma retangular readequando o Orbis Terrarun dos romanos a teologia cristã. Nesta representação além de aparecer os continentes, europeu, asiático e norte-africano, irá trazer a representação da existência de um quarto continente, uma terra antípoda para mostrar que havia seres monstruosos nesse lugar. São os mapas anglo-normandos que aparecem durante a Idade Média Clássica (entre os anos de 1000 à 1300) – desenvolvidos pelas escolas de origem francesa e inglesa. Estes mapas parecem muito ecléticos e interessante, pois, representam a Terra como parte do corpo de Cristo. Entre este podem ser citados os mapas-múndi, circular do Saltério de Psalter, datado de 1225 d.C., o mapa Ebstorf de 1234, com 4 m de diâmetro e o mapa de Hereford de 1290, com 1,62 m de diâmetro.
Na Idade Média Clássica São Tomás de Aquino embute na ciência as obras de Aristóteles defendendo a esfericidade da Terra, mas Jerusalém não poderia ser o centro da Terra como a Igreja queria. O raciocínio Aristotélico exigia que a Terra fosse esférica e ocupava o centro do universo o que agradava os teólogos.
No mundo árabe, ao contrário, desde 827 o califa Almamune havia determinado traduzir do grego a obra de Ptolomeu, Geographike Syntaxis e Almagesto. Desse modo, através do Império Bizantino, os árabes resgataram os conhecimentos greco-romanos, aperfeiçoando-os. Foram eles que trouxeram para a Europa a bússola.
A cartografia da Idade Moderna

Com a reabertura comercial do Mar Mediterrâneo, especialmente a partir do século XI, os mapas ganharam mais importância, particularmente entre os árabes, que prosseguiram com o seu desenvolvimento. Em poucos séculos, os mapas de navegação marítima, que passaram a ser grandemente valorizados na região mediterrânica, associados aos progressos técnicos representados pela bússola, pelo astrolábio e pela caravela, permitiram o processo das grandes navegações, marcando a passagem para a Idade Moderna. Os portulanos introduziram a rosa-dos-ventos e motivos temáticos passaram a ilustrar as lacunas do conhecimento geográfico.

A cartografia moderna conhece um progresso imenso com os descobrimentos portugueses que foram o conjunto de conquistas, navegações e comércio realizados em viagens e explorações marítimas que começaram em 1418 com a descoberta das ilhas da Madeira e Porto Santo, são exemplo os primeiros mapas a escala mundial, de Pedro Reinel, João de Lisboa, Lopo Homem, entre outros conhecidos cartógrafos do início do Século XVI.
Portugaliae Monumenta Cartographica
A compilação Portugaliae Monumenta Cartographica contém mais de 600 mapas desde 1485 até 1700. Portugaliæ Monumenta Cartographica é uma obra de Armando Cortesão e Avelino Teixeira da Mota publicada pela Imprensa Nacional Casa da Moeda em 1960, no âmbito das Comemorações do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique. É composto por seis volumes, em que um tem mais de quarenta litografias de mapas com grande qualidade, num total de 626 estampas.
Portvgaliae monvmenta historica : a saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum… / iussu Academiae Scientiarum Olisiponensis edita
AUTOR(ES):
Herculano, Alexandre, 1810-1877; Portugal. Academia das Ciências de Lisboa, ed. lit.
PUBLICAÇÃO:
Olisipone : Typis Academicis, 1856-1977
DESCR.FÍSICA:
v. ; 50 cm
REF.EXT.:
Inocêncio 18, 7
CONTEM:
Scriptores: V. 1, fasc. 1. – 1856. – xxvii, [2], 128 p. . – Scriptores: V. 1, fasc. 3. – 1861. – P. 281-420 . – Leges et consuetudines: V. 1, fasc. 3. – 1863. – P. [337]-496 . – Leges et consuetudines: V. 1, fasc. 4. – 1864. – p. 497-656 . – Leges et consuetudines: V. 1, fasc. 5. – 1866. – P. 657-804 . – Leges et consuetudines: V. 1, fasc. 6. – 1868. – P. 805-939 . – Legum et consuetudinum: V. 1, Index generalis. – 1873. – p. [941]-980, [3] . – Diplomata et Chartae: V. 1, fasc. 1. – 1868. – VIII, 152 p. . – Diplomata et Chartae: V. 1, fasc. 2. – 1869. – P. 153-312 . – Diplomata et Chartae: V. 1, fasc. 3. – 1870. – P. 313-464, 1 f. desdobr. . – Diplomata et Chartae: V. 1, fasc. 4. – 1873. – P. 465-564 . – Inquisitiones: V. 1, pars 2, fasc. 7. – Ex Typographia Nationalis,1936. – [10], p. [914]-1131 . – Inquisitiones: V. 1, pars 2, fasc. 8. – Ex Typographia Nationalis,1961. – [10], p. [1137]-1403 . – Inquisitiones: V. 1, pars 2, fasc. 9. – Ex Typographia Nationalis, 1977. – p. [1409]-1553

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Essa capacidade foi progressivamente exportada para outros países, nomeadamente Itália, França ou Holanda, de que nos chegaram muito mais cópias. Os cosmógrafos dos Países Baixos vão transformar este período da história da Cartografia, em um dos períodos mais ricos e de maior produção cartográfica da história da humanidade. A Cartografia produzida nesta época é uma cartografia de primeira categoria, que passou a ser conhecida na história, como a “Idade de ouro da cartografia”.
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