Discovery na escola, o sistema solar

Um documentário sobre os astros, planetas, luas e sistema solar

O Sistema Solar compreende o conjunto constituído pelo Sol e todos os corpos celestes que estão sob seu domínio gravitacional. A estrela central, maior componente do sistema, respondendo por mais de 99,85% da massa total, gera sua energia através da fusão de hidrogénio em hélio, dois de seus principais constituintes. Os planetas eram vistos por muitas culturas antigas como divinos ou emissários de deuses. À medida que o conhecimento científico evoluiu, a percepção humana sobre os planetas mudou, incorporando diversos tipos de objetos.

 Os quatro planetas mais próximos do Sol

Mercúrio, Vénus, Terra e Marte possuem em comum uma crosta sólida e rochosa, razão pela qual se classificam no grupo dos planetas telúricos, ou rochosos. Mais afastados, os quatro gigantes gasosos, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno, são os componentes de maior massa do sistema logo após o próprio Sol. Dos cinco planetas anões, Ceres é o que se localiza mais próximo do centro do Sistema Solar, enquanto todos os outros, Plutão, Haumea, Makemake e Éris, se encontram além da órbita de Neptuno.

Comparação do tamanho das estrelas 2

Caro mundo, Vamos falar sobre o tempo. Quando eu carreguei meu primeiro vídeo do YouTube há 7 anos, nunca teria pensado que isso iria chamar muita atenção. Tive muitas discussões, conheci novas pessoas, continuou a fazer vídeos sobre coisas que me intrigam. Ou experimentou efeitos. Eu gostei muito, e ainda leio todos os comentários que aparecem. E eles continuam entrando. É um hobby que eu estou muito feliz por ter começado. E eu estou humilhado pela atenção. Bem, com o passar do tempo, encontrei menos tempo para trabalhar em vídeos, lutei com outras coisas na vida e me perguntei se eu iria encontrar o tempo novamente. Mas eu sempre sabia de uma coisa: Eu devo-lhe algo. Todo o tempo, as pessoas estavam perguntando sobre uma continuação da comparação de estrelas. E sim, prometi uma vez. Eu cumpro minhas promessas. Então, sempre que eu encontrei tempo no último ano, eu passei isso com isso. Aqui está. Espero que você goste. Eu tentei fazê-lo de uma maneira bem diferente. Estou curioso com o feedback. Eu sei que dificilmente conseguirei vencer a escolha da música da primeira parte, mas deixe-me dizer, Alpha do Vangelis é uma peça muito querida para o meu coração, sempre tive isso em mente. Ainda estou procurando contato com músicos. Eu não sei o que o futuro traz, mas espero ouvirmos uns dos outros. Divirta-se.
– morn1415 –

 

Um documentário sobre os astros,planetas, luas e sistema solar.

– Rupert Evans –

Em praticamente toda a extensão do Sistema Solar existem incontáveis objetos

Representação artística da nuvem de Oort e do cinturão de Kuiper. Os tamanhos de objetos individuais foram exagerados para melhor visibilidade.

Permeando praticamente toda a extensão do Sistema Solar, existem incontáveis objetos que constituem a classe dos corpos menores. Os asteroides, essencialmente rochosos, concentram-se numa faixa entre as órbitas de Marte e Júpiter que se assemelha a um cinturão. Além da órbita do último planeta, a temperatura é suficientemente baixa para permitir a existência de fragmentos de gelo, que se aglomeram sobretudo nas regiões do Cinturão de Kuiper, Disco disperso e na Nuvem de Oort; esporadicamente são desviados para o interior do sistema onde, pela ação do calor do Sol, se transformam em cometas. Muitos corpos, por sua vez, possuem força gravitacional suficiente para manter orbitando em torno de si objetos menores, os satélites naturais, com as mais variadas formas e dimensões. Os planetas gigantes apresentam, ainda, sistemas de anéis planetários, uma faixa composta por minúsculas partículas de gelo e poeira.

O Sistema Solar, de acordo com a teoria mais aceite hoje em dia,

O Sistema Solar, de acordo com a teoria mais aceita hoje em dia, teve origem a partir de uma nuvem molecular que, por alguma perturbação gravitacional, entrou em colapso e formou a estrela central, enquanto seus remanescentes geraram os demais corpos. Em sua configuração atual, todos os componentes descrevem órbitas praticamente elípticas ao redor do Sol, constituindo um sistema dinâmico onde os corpos estão em mútua interação mediada sobretudo pela força gravitacional. A sua estrutura tem sido objeto de estudos desde a antiguidade, mas somente há cinco séculos a humanidade reconheceu o fato de que o Sol, e não a Terra, constitui o centro do movimento planetário. Desde então, a evolução dos equipamentos de pesquisa, como telescópios, possibilitou uma maior compreensão do sistema. Entretanto, detalhes sem precedentes foram obtidos somente após o envio de sondas espaciais a todos os planetas, que retornam imagens e dados com uma precisão nunca antes alcançada. Uma redefinição do termo planeta em 2006 foi proposta pela União Astronómica Internacional para clarificar o estatuto planetário de Plutão e incluir, no grupo de planetas do sistema solar, outros objetos que não os nove tradicionais. A proposta chama-se Resoluções 5A, 5B, 6A e 6B para ga-XXVI; os membros da UAI votaram a proposta em 24 de Agosto de 2006 em Praga. A Resolução 6A tem explicitamente em conta o estatuto de Plutão, em particular, e a sua importância na definição de uma nova subclasse de organismos. No entanto, não refere a esta subclasse uma definição separada na Resolução 6B; o único nome proposto será “Objetos plutónios”, um termo simples e literal, em contraste com o anteriormente proposto, “plutons”. Finalmente a União Astronómica Internacional, a 24 de Agosto de 2006, decidiu por unanimidade, após longas discussões, adotar a Resolução 5A, adicionando também a Resolução 6A, que informa sobre o status de Plutão. Segundo se acrescenta em nota de rodapé, os planetas do Sistema Solar são Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno.

Comparação do tamanho do universo 2018

O Universo é todo do espaço e do tempo e seus conteúdos, incluindo planetas, estrelas, galáxias, e todas as outras formas de matéria e energia. Embora o tamanho espacial de todo o Universo ainda seja desconhecido, é possível medir o universo observável. Os primeiros modelos científicos do Universo foram desenvolvidos por filósofos gregos e indianos antigos e eram geocêntricos, colocando a Terra no centro do Universo. Ao longo dos séculos, observações astronómicas mais precisas levaram Nicolaus Copérnico a desenvolver o modelo heliocêntrico com o Sol no centro do Sistema Solar. No desenvolvimento da lei da gravitação universal, Sir Isaac Newton baseou-se no trabalho de Copérnico, bem como nas observações de Tycho Brahe e das leis de movimento planetário de Johannes Kepler. Outras melhorias observacionais levaram à perceção de que o nosso Sol é uma das centenas de biliões de estrelas numa galáxia a que chamamos Via Láctea, que é uma das centenas de biliões (talvez triliões[que?]) de galáxias no Universo. Muitas destas estrelas têm planetas. Na maior escala, as galáxias são distribuídas uniformemente e as mesmas em todas as direções, o que significa que o Universo não tem nem uma borda nem um centro. Em escalas menores, as galáxias são distribuídas em aglomerados e superaglomerados que formam imensos filamentos e vazios no espaço, criando uma vasta estrutura em forma de espuma. Descobertas no início do século XX sugeriram que o Universo tinha um início e que o espaço tem vindo a expandir-se desde então, e está atualmente a expandir-se a um ritmo crescente.
 – RED SIDE –

Hubble

Os Segredos do Universo Documentário FOX

Por mais de 25 anos, o telescópio Hubble revelou segredos impressionantes sobre o universo. Suas observações nos contaram sobre a criação das estrelas e planetas, a glória das supernovas, a formação de enormes buracos negros e mudaram para sempre o que sabemos sobre a realidade. Nesta versão atualizada de Hubble: Os Segredos do Universo, revelamos algumas das últimas observações do Hubble: exoplanetas, jatos astrofísicos e a nebulosa bolha. Mas o Hubble está quase no final de sua missão. Em outubro de 2018 a NASA lançará o telescópio James Webb, um enorme observatório que usa raios infravermelhos em vez de segmentos primários de raios ópticos e ultravioleta. Juntos, os dois telescópios nos levarão mais longe do que já viajamos.

Kercy Leite

 

Fontes, Wikipédias, Rupert Evans, RED SIDE, morn1415, Çerci Leite, YouTube para os vídeos.